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domingo, dezembro 17, 2006

Leões, 1 - Estudantes, 0

Estádio: Alvalade XXI
Assistência: 50.000 espectadores
Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal).


Sporting Ricardo; Caneira (Abel, 57m), Miguel Veloso, Tonel, Ronny, Carlos Paredes, Nani, Tello, João Moutinho, Bueno (Alecsandro, 67m) e Liedson.
Treinador: Paulo Bento.
Suplentes não utilizados: Tiago; Yannick Djaló, Farnerud e João Alves.
Disciplina: Cartão amarelo para Alecsandro (89m) e Tello (90m).
Golo: Liedson (26m).

Académica Pedro Roma; Paulo Sérgio, Káká, Danilo, Alexandre (Dionattan, 69m), Roberto Brum (Gelson, 59m), Lino, Dame, Miguel Pedro (Gyano, 45m), Filipe Teixeira e Nestor Alvarez.
Treinador: Manuel Machado.
Suplentes não utilizados: Douglas; Medeiros, Vítor Vinha e Paulovic.
Disciplina: Cartão amarelo para Nestor Alvarez (47m) e Gelson (69m).

O Sporting conquistou mais 3 preciosos pontos ao vencer de forma “suada” a Académica por uma bola a zero.

Os Leões entraram bem no jogo, dispondo logo de duas flagrantes oportunidades de golo por Liedson aos 7´mas Pedro Roma respondeu à altura com uma grande defesa. A 1ª parte foi toda dominada pelo Sporting, a formação de Manuel Machado nunca conseguiu incomodar Ricardo, iam valendo alguns cortes” milagreiros” da defensiva dos estudantes, mantendo o nulo na partida. Só que ao minuto 26, no melhor período colectivo do Sporting, o “levezinho” ganhou o duelo a Pedro Roma e inaugurou o placard.
Na segunda parte, (que mesmo assim teve um inicio prometedor dos “leões” com nova situação de golo iminente resolvida a custo por Pedro Roma), Manuel Machado a perder, meteu outro avançado em jogo (Gyano), A Académica viria a equilibrar a partida, tendo mais posse de bola e a jogar mais ao ataque e o conjunto leonino viria a perder algum discernimento. Mesmo assim, Liedson ainda viu, um golo ser-lhe anulado, caindo na armadilha do fora-de-jogo, e assim os “leões” conseguiram guardar a vantagem até final do encontro.

Embora a Académica tenha tido uma postura mais ofensiva, claras oportunidades de golo não teve e por isso o Sporting foi um justo vencedor.

Melhor Jogador:

Tal como no jogo contra o Setúbal, voltou a resolver e parece estar a voltar ás suas boas alturas e a dar alegrias aos adeptos!

Arbitragem:
Bruno Paixão, devido à época natalícia, não quis estragar o jogo com cartões amarelos mas devia ter sancionado uma grande penalidade evidente de Káká sobre Tonel (aos 55 minutos).

Positivo do Jogo:
A vitória do Sporting;
Liedson volta a resolver;
O caudal ofensivo dos Leões na primeira parte;

Negativo do Jogo:
O relvado, prejudica o espectáculo e está num estado deplorável!
Perda de algum descernimento da equipa leonina no final do jogo! Espera-se e precisa-se mais para um candidato ao título!

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Estudantes Vs Leões do Funchal

Jogo: Académica Vs Marítimo
Arbitro: Rui Costa
Publico: 5.200 Espectadores

O Marítimo visitou ontem a cidade de Coimbra para defrontar os locais da Académica.

O Marítimo levou o seu 11 habitual, desta vez Olim deu lugar a Neca, de resto nenhuma alteração em relação ao jogo ante o Setúbal.

Eu não vi o jogo e só ouvi parte do relato, já vi o resumo e sou o primeiro a admitir, o Marítimo esteve mal na defesa e não fez um jogo deslumbrante.

O jogo começou, com a Académica toda em cima do Marítimo, com bons momentos de futebol e grandes oportunidades de golo, muitas facilidades cedidas pela defensiva Maritimista, valeu a falta de pontaria dos da casa.

Nestor chegou a atirar com perigo, a bola passou a cm do poste da baliza Maritimista, mas quem muito ataca pouco defende, e o Marítimo ate respondeu bem e foi para o contra-ataque, só não fez estragos porque o ataque Maritimista andava em afinações.

Miguel Pedro também falhou a boca da baliza, e isto no futebol, quem não marca sofre, ah pois, assim é que MBSEUMA (O GORDO) entra pela área, 33m, espera por Pedro Roma, atira colocado e pumba, estava feito, o Marítimo liderava o jogo no marcador.

Até ao intervalo nada a declarar


45m intervalo 0-1 no marcador
A Académica entrou moralizada, mesmo a perder, andou sempre a procura do golo e teve novas ocasiões flagrantes de golo, Nestor novamente e desta vez de cabeça proporcionou a Marcos uma grande defesa que já tinha defendido um livre de DAME…sem duvida a académica era mais perigosa e jogava melhor, mas não foi suficiente.

O GORDO, novamente e aos 75m faz magia, entra na área pela esquerda tal qual um panzer com um grande remate ao segundo poste calou os estudantes, estava feito o segundo com o Marítimo a jogar medianamente mas com uma nota máxima na finalização.

Antes de terminar o jogo, os da casa ainda reduziram por intermédio de Gyano, após uma defesa incompleta de Marcos a recarga apareceu e a Académica lá marcou um tento.

Gyano, ele mesmo, aos 3m de compensação, ainda atirou muito perto do golo mas a bola saiu, o Marítimo teve nota positiva e somou 3 valores num exame em que o professor foi inferior aos alunos, pela 1ª vez concordei em pleno com as opções de ULISSES, há que dizer, esteve bem o treinador.

ÁRBITRO
Rui Costa esteve bem, mas mal auxiliado, alguns erros de pouca monta não dão para 5 pontos, levam 4, também não teve um jogo difícil nas mãos.

MELHOR EM CAMPO
No Marítimo foi sem duvida o MBSEUMA, pelos 2 golos que marcou e pelo posicionamento, o GORDO, é um jogador possante e muito inteligente, tem uma grande visão de jogo e está a afirmar-se como um matador, ele foi operado há 3 semanas e vejam como já está em campo.

CONCLUSÃO
O Marítimo não deslumbrou mas ganhou, cometeu alguns erros defensivos jogou parte do jogo em anti-jogo, aliás, Marcos levou um amarelo, são coisas com as quais não concordo e sou sempre muito critico a equipas que o fazem e neste momento faço-o contra o Marítimo. Acho que Ulisses escolheu bem a equipa inicial e que até não esteve mal nas orientações técnicas Certo é que mais 3 pontos estão garantidos antes da recepção sempre difícil dos de BELEM, esperemos que os pastéis fiquem lá e que eles levem umas bananas para casa. O Marítimo mantém uma posição Europeia, por mim o campeonato podia acabar já, mas infelizmente ainda falta muita água para o moinho andar.

A Académica, sinceramente acho que andam com um azarzito complicado, mas as coisas vão melhorar e os resultados vão aparecer, nem que seja só na 2ª volta, sim, porque agora é SCP e SLB de seguida e menos 6 pontos, mas são coisas da vida.

O resultado foi justo, assenta bem ao Marítimo, foi a equipa mais eficaz apesar de uma exibição paupérrima,Manuel Machado tem de ir à Bruxa mas desde já desaconselhamos a de Guimarães, mas as coisas são assim, uma "Dolce Vita" para uns um amargo de boca para outros, calha a todos.

FORÇA MARITIMO....

domingo, novembro 19, 2006

FC Porto Vs Académica

Local: Porto
Estádio: Dragão
Assistência: 30.207 Espectadores
Árbitro: Paulo Paraty (AF Porto)

De facto, o Céu e o Abismo distam um pequeno passo e o FC Porto provou-o, ontem à noite, frente à Académica, não ganhando para o «susto» e salvando-se graças à inspiração momentânea de Pepe já perto do final da partida.

Sem surpresas no«onze» e mostrando que o FC Porto tem um plantel vasto, que permite a Jesualdo Ferreira poder fazer alguma «gestão» do mesmo, em vésperas do decisivo encontro para a Champions League, frente ao CSKA Moscovo. Assim, JF apostou em Raul Meireles a trinco, deixando Paulo Assunção de fora da convocatória.

O jogo decorreu numa toada morna, com os Dragões sempre a controlarem o adversário, mas algo apáticos no último terço de terreno, vivendo constantemente da inspiração de Ricardo Quaresma e de boas movimentações de Lucho Gonzalez. Jorginho, que deveria ser o grande dinamizador e municiador dos 3 homens da frente, esteve sempre muito apagado, facilmente controlado por Pavlovic, pois raramente procurou outras zonas de terreno que não a central...

Ainda assim, nos primeiros 45', os Azuis e Brancos desfrutaram de algumas ocasiões soberanas de golo, mas Lisandro Lopez esteve muito perdulário.
A Académica, apesar dos 4 jogadores de cariz ofensivo e das suas algumas boas movimentações, nunca constituiu qualquer perigo para o FC Porto. Pepe & companhia chegaram e sobraram...
Na 2ª parte, já com Bruno Moraes no lugar do desinspirado Jorginho, Jesualdo Ferreira nem tempo teve para avaliar a sua substituição, dado que logo aos 50' Helder Postiga, após cruzamento fantástico de Quaresma, colocou os da casa na frente do marcador.
A partir daí, o jogo não se alterou e o FC Porto podia e devia ter dilatado o resultado, contudo em nítida gestão de esforços, foi com alguma naturalidade que tal não sucedeu.

Contudo e, logo após mais uma defesa de Pedro Roma a remate de Quaresma, Damé tem um assistência perfeita para Nestor Alvarez, que entretanto já havia escapado à marcação de Pepe e perante a saída de Helton, empatou a partida. Sem o merecer, a Briosa chegava à igualdade.

Aí, assitiu-se a um renascer da «Alma» Portista. Muita Garra, Crença e alguma Classe fizeram os Adeptos acreditar que a vitória ainda apareceria.
Já Helder Postiga tinha avisado Pedro Roma com um potente remate e, na sequência do canto, Pepe redime-se da falha anterior para dar o triunfo merecido aos Dragões, após mais uma assistência, 5ª, de Quaresma.
Até final, assistimos ao absoluto controlo da situação pelo FC Porto, que assim somou mais 3 pontos, mostrando que a sua corrida em busca da revalidação do Título continua em fase de grande acelaração.

MELHOR EM CAMPO
RICARDO QUARESMA, claro! Um sem número de cruzamentos perigosos desaproveitados pelos seus companheiros e uma constante dôr de cabeça para os seus adversários. O Ciganito está novamente em grande forma e seria com uma enorme desconfiança que os Adeptos do FC Porto o veriam partir, nesta altura para Madrid ou outro lado qualquer...

ÁRBITRO
Paulo Paraty
fez um trabalho razoável, com alguns erros de pormenor que não chegaram para manchar o seu trabalho. O Caso do jogo, apanhou-me de surpresa no resumo que vi... Após visualizar as imagens deparei-me com a dúvida se Postiga está ou não deslocado no lance do 1º golo Portista. Já ouvi várias opiniões, no entanto a mim, fica-me a ideia que está deslocado e que deveria ser assinalado o respectivo Fora de Jogo, infelizmente...

POSITIVO DO JOGO
* A Juventude da equipa Portista faz-nos orgulhar destes «putos» e acreditar que, caso os consigamos segurar mais tempo no Dragão, o FC Porto habilitar-se-ia a ter uma equipa enorme daqui a pouco tempo...
* Os Super Dragões! Sim, é verdade. Logo após o golo da Académica foram eles os grandes «obreiros» pelo empolgamento dos restantes Adeptos Portistas. Não se ouviu um único assobio ou insulto na altura da igualdade. O Público «puxou» pela Equipa!
* Os aplausos para Helder Barbosa! É isto que faltou fazer muitas vezes a Hugo Almeida ou a Bruno Alves, só para citar alguns exemplos...
* O estado da relva! Absolutamente fantástico e, após as trombas de água que ali caíram duranto todo o dia! Uma imagem de marca, de há muitos anos a esta parte, nos Estádios do FC Porto...

NEGATIVO DO JOGO
* A chuva afastou juita gente da Dragão, que assim registou a pior assistência da época, ainda assim acima dos 30.000 Espectadores...

domingo, outubro 15, 2006

Castores Vs Estudantes


Estádio: Mata Real, em Paços de Ferreira
Tempo: Quente, nublado, ventoso
Assistência: 3000 espectadores
Árbitro: Hélio Santos

Castores roem a sebenta dos estudantes

Paços de Ferreira e AAC/OAF encontraram-se hoje no estádio da Mata Real para um dos jogos da 6ª jornada da Liga Bwin.

A AAC/OAF apresentou-se em campo com aquilo que parecia ser, à primeira vista, uma equipa marcadamente defensiva, mas bem pelo contrário, o que esteve em campo durante a primeira parte foi uma equipa de ataque, muito bem montada em termos tácticos, magistral no modo como não deixou jogar o adversário.

A equipa apresentou-se com 4 defesas onde Káká e Danilo se estreavam a jogar juntos em partidas oficiais, à frente deste quarteto estava Pavlovic que preferencialmente jogava entre os centrias quando recuava, depois à direita a tapar o flanco e as subidas de Sonkaya estava Brum, enquanto no flanco oposto essa missão era da responsabilidade de Alexandre. Na frente tinhamos Gelson à direita, Gyano ao meio e Miguel Pedro à esquerda.

A nossa Briosa jogou muito bem na primeira parte tendo tido várias ocasiões para marcar, tendo nesse particular que salientar o desacerto de Gyano que falhou duas ocasiões de forma escandalosa.

A Académica com este esquema táctico impedia os ataques dos pacenses pois ora Pavlovic, ora Alexandre, ora Brum, cortavam todas as iniciativas de ataque do adversário e depois lançavam rápidos contra ataques e aí a bola era metida na frente, preferencialmente para as alas onde Gelson e Miguel Pedro era verdadeiras setas apontadas para a área contrária, e quando se justificava os laterais subiam, ficando as costas destes guardadas na direita por Brum e na esquerda por Alexandre.

O mais que merecido golo da Briosa nasce de um lance individual de Alexandre que lança pela esquerda, junto à linha lateral, Lino que centra rasteiro para a área e aparece Miguel Pedro em velocidade a colocar a bola entre as pernas de Peçanha que nada podia fazer, tal a velocidade da jogada.
Não foi surpresa para ninguem a vantagem da Briosa, pois era mais que justa, o problema foi a segunda parte, onde se assistiu a um "roubo" efectuado pelo Sr. Santos, que é um verdadeiro artista do apito.

A nossa Briosa entrou para a segunda parte com uma alteração táctica evidente. Pavlovic situava-se agora entre Sonkaya e Danilo, desempenhando, claramente, as funções de um terceiro central, ocupando os outros jogadores as mesmas funções e pisando os mesmos terrenos da primeira parte. Esta alteração ter-se-á ficado a dever ao facto de nessa altura o Paços jogar com dois homens em cunha com os centrais da Briosa.

Mesmo pressionando, insistentemente, a nossa defesa chegava e sobrava pois o acerto entre todos os atletas era evidente, apesar de algumas dificuldades individuiais, mas que a forma colectiva como a Briosa jogava, facilmente superava.

Mas uma equipa (mesmo a melhor do mundo) não consegue superar o árbitro, quando este decide intervir em claro beneficio de uma das equipas em contenda.

Perto do minuto 70 a AAC/OAF ganha um pontapé de baliza. Pedro Roma pega na bola e chama um companheiro para fazer a execução do pontapé. Pavlovic dirige-se para o local, não faz qualquer tipo de teatro, quando o Sr. Santos começa a correr para a área e mostra-lhe o cartão amarelo (segundo) e consequente vermelho.

Foi um acto prepotente e tremendamente injusto que o Sr. Santos protagonizou, prejudicando a nossa AAC/OAF.

A partir daí, o Paços pressionou ainda mais, a Briosa deixou de ter expressão atacante, mas mesmo assim, os da capital do móvel não conseguiam marcar.

Terá pensado então o Sr. Santos, que ainda podia fazer mais qualquer coisinha, e fez, inventou um penalti a favor do Paços num lance normal de futebol protagonizado por Káká. Só assim o Paços empatou e assim ficou evidente que hoje a AAC/OAF estava proibida de ganhar.

Mesmo a forma como o jogo terminou evidenciou uma clara atitude do Sr. Santos para prejudicar a malta de Coimbra. (Miguel Madeira)

MELHOR EM CAMPO
Pedro Roma. Pouco em jogo, mas sempre que solicitado provou porque é um dos melhores guarda-redes portugueses. Triste ver este jogador na sua ultima época sem o prémio de uma convocatória nacional. Muito triste...

POSITIVO DO JOGO
O ritmo foi de loucos em certos momentos

NEGATIVO DO JOGO
A arbitragem

segunda-feira, outubro 02, 2006

Estudantes Vs Alvi-Negros

Estádio: Cidade de Coimbra - 16 horas
Árbitro: Bruno Paixão
Espectadores: 5746

Adepto Estudante

AAC/OAF - Pedro Roma, Sonkaya, Litos, Medeiros, Lino, Pavlovic, Brum, Miguel Pedro, Dame, Filipe Teixeira, Gelson.
Treinador: Manuel Machado

Nacional - Diego Benaglio, Patacas, Fernando Cardozo, Ricardo Fernandes, Bruno Bastos, Cleber, Bruno Amaro, Bruno, José Vitor, Juliano, Adriano
Treinador: Carlos Brito

O jogo começa em toada lenta, claramente imposta pelos homens do Nacional e com uma AAC passiva perante esse ritmo, que é aquele que mais favorece a equipa insular que jogou há menos de 72 horas. Apesar deste começo de jogo em que o Nacional controla a partida, aos 8 minutos após um roubo de bola de Gelson (em lance demonstrativo de todo o seu voluntarismo), este endossa o esférico a Dame que a uma distância de 20 a 30 metros da baliza adversária chuta violentamente para um golaço, talvez inspirado plo de Van Persie na véspera!

Os adeptos da Briosa sorriem, pois parece que é hoje o dia da vitória que todos anseiam. Mais optimistas ficam quando aos 13 minutos nova recuperação de bola de Gelson cria um lance de perigo na área adversária, mas o que sobra em vontade a Gelson falta-lhe em técnica e o remate sai quase junto da bandeirola de canto contrária.

Apesar do ritmo de jogo continuar a ser do Nacional, aos 17 minutos nova oportunidade para a AAC em jogada individual de Filipe Teixeira, na área nacionalista que acaba com um remate cruzado para fora.

A meio da primeira parte o jogo continua lento, estranhando-se que a Briosa não pegue no jogo e não imponha um ritmo mais veloz na partida de forma a procurar cansar o adversário para a posterior estocada final, pois o Nacional não cria perigo e até aos 25 minutos de jogo Pedro Roma fizera só uma defesa, executando a segunda aos 28 minutos.

Aos 33 minutos de jogo nova jogada individual de Filipe Teixeira com passe a desmarcar Gelson, já dentro da área adversária, mas o lance acaba por se perder com falta cometida pelo avançado da AAC.

Aos 35 minutos o momento que vai decidir a partida ocorre sem que os espectadores ainda o saibam. O Nacional faz uma substituição, entrando Pateiro para o lugar de Juliano. Pateiro vai-se colocar na esquerda do ataque nacionalista e começam os problemas para a Briosa nesse flanco. Desse lado nasce a jogada que vai dar o empate ao Nacional, com Pateiro a ganhar o lance a Miguel Pedro, a cruzar para a área e corte em voo de Litos para canto. Grande penalidade assinalada pelo árbitro que dá a indicação de o corte ter sido efectuado com o braço.

Na conversão Bruno não perdoa e iguala a contenda.
A Académica foi a unica equipa que criou lances de perigo e jogadas dignas desse nome mas vê-se a regressar aos balneários com um empate.

Na segunda parte, M.Machado faz entrar Helder barbosa para o lugar de Dame e faz descer Gelson para a posição de médio ofensivo. Talvez a acusar ainda algum desgaste devido à lesão, esteve longe de se ver o Helder Barbosa indefensável que todos conhecemos, mas uma coisa é certa: Helder Barbosa finta 3 gajos numa cabine telefonica à vontade.

Empolgado regressa o nacional que sem dominar o jogo se coloca em vantagem no marcador. Pateiro, que entrou, acabou por revolucionar todo o jogo dos alvi-negros e foi ele que levou a equipa as costas.

Com golos aos 55 e 58 minutos, o Nacional dá a cambalhota no marcador e põe o resultado em 3-1 favorável aos insulares. Depois disto a arbitragem continuou desastrada e Bruno Paixão continuava a ser o melhor em campo dos nacionalistas. A voz de Rui Alves é cada vez mais um poder no futebol portugues. Foi inacreditável o que se viu em Coimbra.

O jogo termina com o resultado de 3-1 e com as expulsões de Medeiros e Litos, os centrais da Académica.

Positivo do jogo:
O sol
o golo de Dame

Negativo do jogo:
O jogo foi, como diz o outro: fraco, fraquinho, mau, péssimo, uma nausea.
Bruno Paixão
A Académica volta a perder em casa depois de estar em vantagem. Adivinham-se tempo dificeis em Coimbra

Melhor em Campo:
Pateiro

[Libelinha]


Adepto Alvi-negro

Nacional da Madeira conquista segunda vitória consecutiva e parece ter ultrapassado o mau momento que vinha a passar. Académica de Coimbra cai aos pés da equipa que melhor joga futebol na ilha da Madeira. A formação alvinegra bateu, na Briosa, a equipa da cidade dos estudantes, por um expressivo 1-3.

Talvez ainda com o Rapid Bucareste em pensamento, jogo a contar para a Taça UEFA, o Nacional entrou muito bem na partida com a Académica, assumindo o controlo de jogo.

Apesar do domínio madeirense, a verdade é que foi a Académica a marcar e a tirar partido de uma equipa fragilizada que vinha de uma derrota e de um jogo desgastante.

Bruno Basto não foi capaz de despachar a bola de uma zona perigosa, sofreu uma falta não sancionada e Dame rematou de primeira a cerca de 35 metros da baliza de Diego batendo o guarda-redes alvinegro. Um “golaço” aos sete minutos.

A reacção nacionalista foi mais domínio, muita troca de bola, mas sem quaisquer efeitos práticos, o que era óptimo para o adversário que fechava bem a sua defesa. E foi mesmo a Académica que esteve perto de ampliar a vantagem. Primeiro Gelson, isolado, rematou de bico muito ao lado. Depois, Filipe Teixeira rodou bem na entrada da área e rematou com perigo, mas ao lado.

Carlos Brito mexeu na equipa, fazendo entrar Ricardo Pateiro para o lugar de um cansado Juliano Spadacio, aos 36 minutos. O treinador nacionalista acertou em cheio ao fazer esta substituição. O extremo começou logo a mostrar serviço, servindo Bruno Basto que arrancou um cruzamento da esquerda para Litos cortar com o braço direito e o árbitro marcar uma grande penalidade indiscutível. Bruno começou aí uma tarde de sonho ao concretizar o castigo máximo em golo.

E que ânimo trouxe o empate ao Nacional! Ainda antes do árbitro apitar para o intervalo, José Vítor podia ter marcado o segundo. Valeu Pedro Roma aos “estudantes”.




Na segunda metade, o Nacional voltou a entrar mais forte e logo aos 55 minutos Ricardo Pateiro isolou Adriano que fez um chapéu a Pedro Roma, tendo o golo sido evitado por Miguel Pedro.

Este lance foi a certeza de que o golo da equipa alvinegra estaria a chegar. Aos 59 minutos, Bruno cruzou da direita e Adriano antecipou-se ao marcador directo para cabecear para o golo.

Aos 64 minutos, Litos foi expulso por, no entender do árbitro, ter agredido Ricardo Fernandes. Missão facilitada para os nacionalistas que no minuto seguinte chegaram ao terceiro golo por Ricardo Pateiro que concluiu de primeira uma boa jogada de entendimento com Bruno e Adriano.

Daqui para a frente só registo para a expulsão de Medeiros e para uma perdida incrível de José Vítor com a baliza totalmente à sua mercê. Com três golos e uma reviravolta o Nacional conseguiu três pontos para sair dos lugares mais fundos da tabela classificativa.

Melhor Jogador: Bruno. Depois de ter estado afastado por motivos disciplinares, voltou com grande vontade e fome de bola. Esteve no meio do terreno a coordenar, a pautar e distribuir jogo. E quando não o conseguia veio às alas procurar a bola. A fome era muita e as saudades da competição também. Deu provas de humildade com esta atitude. Marcou um golo de grande penalidade com classe. Esteve sempre muito bem e está de parabéns!

Arbitragem: O árbitro da partida teve algumas falhas. A primeira foi logo no golo sofrido pelo Nacional. Bruno Basto sofreu falta nesse lance. Equilibrou depois a sua exibição. Esteve bem ao assinalar a grande penalidade de Litos, faltou o cartão amarelo para o jogador.

Positivo do Jogo: O CD Nacional ter conseguido mais uma vitória e ter praticado um bom futebol e uma boa coesão entre todos os jogadores. Bruno esteve em destaque e é uma pérola da equipa alvinegra.

Negativo do Jogo: O único ponto negativo do jogo foram as duas expulsões da equipa dos “estudantes” e a arbitragem que nem sempre foi a correcta.

[André Santos]