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terça-feira, junho 24, 2008

As Últimas Esperanças do Brasil

As ultimas apresentações da seleção revelam a falta de talentos no meio de campo como o de Kaká e Ronaldinho Gaúcho. Tendo em vista a possibilidade da seleção brasileira não se classificar para a próxima copa, o que até então nunca ocorreu, o presidente da federação Ricardo Teixeira afirmou que vê no craque, como salvação da seleção.

Mas Ronaldinho, esta numa situação alarmante, sem jogar desde Março pelo Barcelona e desde o ano passado pela seleção, devido a um impasse entre o Barcelona e o craque.

Ricardo Teixeira já anunciou que Ronaldinho será um dos três jogadores acima de 23 anos que iram disputar as olimpíadas (han?? Não deveria ser DUNGA a informar isso pelo menos???), embora a falta de ritmo de jogo, Paulo Paixão, preparador físico da seleção brasileira, afirmou que precisaria apenas de um mês para deixar o craque em “ponto de bala”.

- Em 30 dias é possível recuperá-lo e deixá-lo em boas condições. Mas ainda não começamos o trabalho. É preciso primeiro tudo ser oficializado. (Paulo Paixão)

Com certeza, Ronaldinho é um diferencial em qualquer time do mundo, mas faz tempo que não vejo jogar bem e muito menos ser o “showman” que costumava ser. Mas tenho certeza que se houver motivação, ele irá ser referencia nos próximos jogos olímpicos e pode renovar as chances de uma medalha olímpica.

Kaká, questionado sobre a convocação de Ronaldinho, deu a seguinte declaração:

- Eu fico feliz com a convocação do Ronaldinho Gaúcho para disputar os Jogos Olímpicos. Mas não existe comparação entre nós. Ele está em um momento delicado da carreira, vem de lesão e não sabe se continuará no Barcelona. Eu pedi para estar em Pequim, mas o Milan disse que vai liberar só o Alex Pato, que tem idade olímpica, e entende que eu sou da seleção principal. É um direito do clube, e agora cabe a CBF tentar a minha liberação. (Kaká)

O setor com mais deficiência na seleção que decepcionou nos últimos jogos com certeza foi o meio de campo, sem criatividade, lento e com pouca mobilidade, acabou por travar o time e assim resultar no fiasco que foi. Uma medalha de ouro dos jogos olímpicos (o único titulo que o Brasil não conquistou no futebol) seria uma injeção de animo nesta equipe.

Crise na Nova Era Dunga?

A Seleção joga mal, a torcida vaia, e a imprensa já fala em demissão ... mais uma vez estamos diante de uma crise na seleção brasileira.

Sem vontade, apático, e com um futebol digno de segunda divisão, a seleção faz uma seqüência de fracassos. Depois de uma inédita derrota para a fraca seleção da Venezuela em jogo amistoso, perde para o Paraguai e empata com a Argentina (que não vive bons tempos) dentro da própria casa.

Uma seleção de muitos craques e pouco conjunto, onde o “eu” cada vez mais supera o “todo”. A seleção brasileira se vê hoje, com fortes deficiências em vários setores do campo. Temos grandes nomes consagrados mundo a fora, mas não vemos conjunto algum.

O que mais me preocupa é a apatia demonstrada pelos nossos canarinhos, já está mais do que na hora de por no campo jogadores quem vem se destacando e até agora tiveram pouco ou nenhuma chance de mostrar seu potencial, Lucas, Hernandes e Alexandre Pato (principalmente o Pato) já deveriam ser mais aproveitado pelo nosso técnico.

Eu falei técnico? Desculpa ... quis dizer “convocador de nomes”, pois é exatamente isto que me parece, onde fica o conjunto? A estratégia? A voz de comando? Isso faz lembrar a qualquer brasileiro do fiasco que foi a ultima copa, onde a seleção foi humilhada por um certo Zinedine.

O povo pede, a seleção necessita, precisamos de mudanças!

segunda-feira, outubro 08, 2007

Corinthians vence São Paulo e acaba com tabu

Quatro anos e 13 jogos depois, o Corinthians venceu o São Paulo na tarde deste domingo no Morumbi. Num clássico que parecia condenado ao 0 a 0, o zagueiro Betão fez o único gol da partida, nos minutos finais, e acabou com o jejum.
Antes de Betão balançar a rede, Carlão, após um choque com Richarlyson, deixou o campo com traumatismo craniano e precisou ser transferido de ambulância para um hospital da região.
O resultado não tira o Corinthians da zona de rebaixamento e nem deixa o São Paulo longe da conquista. Mas, para o torcedor corintiano, foi mais que ganhar uma final.

Empate decepcionante para Goiás e Cruzeiro
O empate por 0 a 0 em Goiânia foi terrível para o time da casa, em queda livre no Brasileirão, mas também não serviu para os visitantes, que vinham encucados por causa das duas derrotas consecutivas em casa. As duas equipes mantiveram a trajetória descendente na reta final do campeonato - o pior momento possível para entrar em instabilidade.
Com o empate, o Cruzeiro ao menos garante a vice-liderança isolada do Brasileirão, com 52 pontos. Os goianos, com 38, ficam em 15º, colados na zona de rebaixamento. A distância para a turma da degola é de apenas um ponto. Na próxima rodada, a Raposa recebe o Náutico. A partida é na sexta-feira. Um dia depois, o Goiás visita o Grêmio no Olímpico.

Fluminense derruba Flamengo no Maracanã


Em um clássico que estabeleceu o novo recorde de público do Campeonato Brasileiro, o Fluminense deu o troco da derrota sofrida no primeiro turno e superou o Flamengo por 2 a 0, na noite deste domingo, no Maracanã.
Mais de 61 mil pessoas viram o Tricolor das Laranjeiras fazer gols no início de cada tempo e derrotar a equipe rubro-negra, que pouco ameaçou o rival com a ausência do argentino Maxi. Foi a primeira derrota sofrida por Joel Santana no Maracanã, depois que ele assumiu o Flamengo.
Com a vitória, o Fluminense chegou aos 47 pontos e está no sexto lugar, enquanto o Flamengo se manteve com 40, em 13º lugar. Na próxima rodada, o Flamengo vai enfrentar o Paraná em Curitiba, enquanto o Fluminense receberá o São Paulo.

Outros resultados

Palmeiras/SP 2 X 0 Grêmio/RS
Botafogo/RJ 1 X 2 Santos/SP
Náutico/PE 4 X 1 Juventude/RS
Atlético/PR 1 X 0 Vasco/RJ
Atlético/MG 3 X 1 Sport/PE
Internacional/RS 2 X 0 América/RN
Figueirense/SC 4 X 0 Paraná/PR
Flamengo/RJ 0 X 2 Fluminense/RJ


Classificação

sexta-feira, junho 29, 2007

Promessa Atacante da Semana: Renato Augusto


Já decorre o Mundial de sub-20 no Canadá, local onde estão reunidas as jovens pérolas mais valiosas do futebol mundial. Todos os grandes clubes mundiais enviaram olheiros para esta competição, indubitavelmente muito mais aliciante que o último Europeu de sub-21, nem que seja pela presença das potências Brasil, Argentina e México.

Os candidatos à conquista do título são vários, e nesse lote está, como é óbvio, a selecção canarinha. Para além do benfiquista David Luiz e do portista Leandro Lima, outros nomes são já habitués do quotidiano futebolístico: Cássio, Eduardo Ratinho e Willian já estiveram nas coagitações do Benfica, Alexandre Pato é disputado por gigantes europeus, Jô é um dos ídolos do CSKA Moscovo, e Renato Augusto pode ser a nova aquisição do Lyon. Este último é a mais recente coqueluche do Flamengo, produto das escolas do clube da Gávea.

Renato Augusto estreou-se na equipa principal do Fla em 2006, nas finais da Copa do Brasil, competição que o seu clube venceria, derrotando o rival Vasco da Gama nas duas partidas. Desde então nunca mais perdeu o seu lugar no onze titular, e foi peça fulcral na conquista do Campeonato Carioca de 2007 e da Taça Guanabara.



Recentemente renovou o seu vínculo por mais 5 épocas, beneficiando de um aumento salarial significante e fixando a sua cláusula de rescisão em 30 milhões de euros. O nº 10 é muito cobiçado por vários clubes da Europa, estando o Lyon na pole position para a sua contratação. Renato é um médio ofensivo com uma técnica apurada e excelente visão de jogo, possui um remate forte e faz muitas assistências. O mundial de sub-20 será a montra ideal para promover as suas qualidades.


Ficha Técnica



Nome: Renato Soares de Oliveira Augusto
Data de nascimento: 01/02/1988
Local de nascimento: Rio de Janeiro, Brasil
Altura: 1.85m
Peso: 85 kg
Posição: Médio ofensivo / nº 10
Clube: Flamengo

quinta-feira, junho 07, 2007

No Sufoco, Fluminense Ergue o Titulo

Derrotado em 1992 e em 2005, a equipe das laranjeiras finalmente conseguiu o inédito titulo da Copa do Brasil
Depois do empate por 1x1 no maracanã contra o Figueirense, a equipe do Fluminense, após jogo duro em Santa Catarina, venceu por 1x0 .

Logo aos 3 minutos de jogo, Roger, depois de uma falha da zaga do Figueirense, a bola sobrou e ele não perdoou e marcou 1 x 0 para a equipe visitante.
O Figueirense que contava com o empate por 0 x 0, teve que mudar todo seu jogo, que antes fora conhecido pelo seu sistema tático defensivo, se viu obrigado a atacar e correr atrás do resultado. O que se viu apartir daí foi muita garra e pouco futebol, finalizações de fazer vergonha a qualquer peladeiro de fim de semana, erros em passes de 3 metros, e faltas desnecessárias, o que demonstrou a incapacidade ofensiva da equipe da casa.

Logo após o intervalo, o Figueirense, acertou um pouco mais na finalização, conseguiu levar mais perigo ao gol do Flu, obrigado ao goleiro Fernando Henrique fazer belas defesas. Mas o tempo foi passando o desespero bateu, o os erros foram cada vez mais intensos, tornando visível a falta de preparo do time para chegar ao titulo. O Fluminense aproveitava pouco dos contra - ataques, Carlos Alberto se via obrigado a marcar jogadores, mesmo sem ser sua especialidade, o que tornava a saída de bola muito lenta.

No final, prevaleceu a equipe de tradição, que segurou a “trem desgovernado” do Figueirense e evitou o gol de empate, tornando-se campeão da Copa do Brasil de 2007.


quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Brasil 0 - 2 Portugal


Local: Londres

Estádio: Emirates Stadium

Assistência: 60 000 espectadores

Árbitro: Martin Atkinson (Inglaterra)



Visão Portuguesa:



Londres foi o cenário escolhido para um jogo amigável entre dois países irmãos. Um encontro entre portugueses e brasileiros cria sempre muitas expectativas, e aqui não foi excepção. Sem Ronaldinho Gaúcho, as atenções centraram-se no nosso Ronaldo.

Na selecção portuguesa as principais novidades eram as inclusões de Quaresma e Postiga no onze inicial. Pelo lado do Brasil, a principal curiosidade, nesta bem organizada equipa por Dunga, era a terceira internacionalização de Helton, guarda-redes do F.C. Porto.




Às 20 horas em ponto, hora de Lisboa, o senhor Martin Atkinson dava início à partida.



Entraram melhor os canarinhos, mais descontraídos, a jogar um futebol bonito. Por outro lado, a equipa de todos nós entrou nervosa, havendo uma evidente descoordenação quer no ataque quer na defesa.

Portanto, não admira que as melhores oportunidades pertencessem aos brasileiros: logo aos 5 minutos, um livre de Elano, que todos esperavam que fosse um cruzamento, acabou por ir directo à baliza, valendo a atenção de Ricardo. Oito minutos depois, Sóbis, a quem chamam o Beckam brasileiro, aproveita um mau corte de Petit para se isolar na área, mas Ricardo acabou por, felizmente, levar a melhor.

Portugal tentava responder através da velocidade de Quaresma e Ronaldo, contudo havia sempre problemas no último passe. Porém, aos 21 minutos tudo foi perfeito; Tiago isolou Postiga que, só com Helton pela frente, não consegue levar a melhor.

O jogo foi prosseguindo com nítidas melhoras da selecção das quinas e com boas jogadas de parte a parte, com destaque para um remate Lúcio à trave da baliza de Ricardo, após um livre de Elano, pouco antes do descanso.



Ao intervalo, com um resultado, a meu ver, injusto, adivinhava-se mudanças nas duas equipas. No caso português era visível que Caneira estava em dificuldades, e Scolari optou por deixar o jogador do Sporting no balneário e colocar Paulo Ferreira no seu lugar. No Brasil, Dunga resolveu colocar, o nosso bem conhecido, Luisão e Adriano, para os lugares de Juan e Sóbis, respectivamente.



Os comandados de Felipão entraram com outra atitude e beneficiando da alteração táctica elaborada por Dunga. Foi um Portugal mais determinado aquele que jogou no segundo tempo no Emirates Stadium. A jogar em contra-ataque, os lusos exploravam a velocidade dos alas, só que continuavam a pecar no último passe.

O jogo foi prosseguindo, a um ritmo mais rápido do que o da primeira parte, com substituições pelo meio, como é costume em jogos particulares, onde destaco a entrada, pela selecção brasileira, dos nossos conhecidos Diego e Tinga. Pelo lado português, Deco e Ronaldo, as principais figuras da actual selecção, deram, respectivamente, o lugar a Hugo Viana e a Simão Sabrosa.

Aos 65 minutos, houve um momento de mau futebol que manchou a festa que se criou em volta do jogo. Antes da execução de um lançamento, Lúcio arremessa a bola contra Quaresma, sem razão aparente. Para o bem do espectáculo, o árbitro interveio prontamente para e serenou os ânimos entre os dois jogadores.

Não obstante o bom ritmo a que o jogo prosseguia, chegou a uma altura que dava a entender que as duas equipas estavam conformadas com o empate. No entanto, quando já poucos esperavam, Portugal, num lance de contra-ataque, muda o rumo dos acontecimentos. Numa jogada de progressão de Quaresma pelo lado direito, que assiste magistralmente Simão que, à meia volta, inaugura o marcador.



Estava dado um novo rumo ao jogo e Dunga parecia estar a antever a sua primeira derrota como seleccionador do escrete. Os brasileiros mudaram de atitude e foram atrás do prejuízo. Porém, o adiantamento e a cabeça perdida dos brasileiros só criaram mais espaços e possibilitaram o segundo golo da selecção portuguesa, desta feita por intermédio de Ricardo Carvalho, depois de mais um cruzamento de Hugo Viana.



O jogo acabava pouco depois, sem antes se ouvir “olés” sempre que a selecção nacional fazia um passe.



Melhor em campo:



Quaresma – Melhor na segunda-parte do que na primeira. Embora tenha entrado nervoso, aos poucos foi ganhando confiança e esteve nos dois golos. Este foi, sem réstia de dúvida, o seu melhor jogo com a camisola das quinas. Outros jogadores também estiveram bem, como Jorge Andrade, Ricardo Carvalho, Petit, Paulo Ferreira e Simão, estes dois últimos que entraram muito bem no jogo.



Arbitragem:



Martin Atkinson esteve no geral bem. Na primeira parte, assinalou algumas faltas duvidosas, nomeadamente uma falta à entrada da área a castigar falta de Maicon sobre Caneira. No segundo tempo, esteve mais regular, embora houvesse uma jogada duvidosa na área brasileira.



Pontos positivos:



*Um estádio cheio

* O ambiente criado à volta do jogo

* A vitória da nossa selecção frente ao líder do ranking da Fifa

*A atitude de Portugal na segunda parte

* A boa exibição de Quaresma, que se revela como uma mais valia

* Os golos

* Um bom teste, onde Scolari poderá tirar diversas elações



Ponto negativos:



• A falta de emoção do jogo

• A atitude de Lúcio ao arremessar a bola contra Quaresma

• A má entrada da selecção portuguesa no jogo



Conclusão:



Num Emirates Stadium ao rubro, a equipa de todos nós venceu uma sempre favorita selecção brasileira, que apenas foi 5 vezes campeã do mundo. O resultado acaba por ser justo, se tivermos em conta a garra lusa na segunda parte, porém pesado, se tivermos em conta a superioridade brasileira na primeira parte. Podemos concluir que foi um teste positivo para as duas equipas, no qual os respectivos seleccionadores poderão retirar as respectivas elações. Normalmente, nestes jogos o resultado é o que menos interessa; no entanto, vencer o Brasil é sempre uma motivação para os jogos que se seguem, esses, sim, o resultado interessa ( e muito).



P.S. Ontem disse que nunca tinha visto Portugal perder com o Brasil em selecções A e que estava convicto de que iria continuar sem conhecer essa realidade. Pelos vistos, felizmente, a minha convicção estava certa.



Heróis do mar, nobre povo...



[Miguel Pereira]






Visão Brasileira:



Comandados por Felipão, Portugal venceu o Brasil por 2 a 0 em Londres, Inglaterra, e acabou com a invencibilidade de Dunga, que já durava seis jogos. É a segunda vez que Portugal vence o Brasil, desde que Luiz Felipe Scolari assumiu o posto de treinador da Seleção.



O domínio do jogo foi dividido, os brasileiros estavam melhores no início do primeiro tempo, chegando com uma certa facilidade à área de ataque, porém, esbarravam nas mãos de Ricardo e de sua sorte, sempre presente companheira. O toque de bola era eficiente e Portugal apenas aproveitava os erros adversários, mas a partida foi equilibrando-se e caracterizou-se pela forte marcação das Seleções, o jogo truncado no meio de campo.



Na volta do intervalo, Portugal veio com gás novo e partiu para cima da defesa brasileira, mostrou entusiasmo e extrema vontade de marcar gols, aspecto que pareceu-me um pouco ausente à equipe de Dunga.



Quaresma fez tudo muito direitinho, caia bem pela direita, dava velocidade ao ataque, armava bem os contra-ataques e se mostrava presente para receber a bola, destaque da partida. Um dos gols, inclusive, teve sua participação direta, após descer pela direita, colocou para o voleio de Simão. O placar foi definido após uma rápida cobrança de falta em que a defesa brasileira ficou parada, Hugo Viana cruzou na área e Ricardo Carvalho desviou do goleiro Hélton.



Acredito que o resultado foi muito merecido, mesmo nos momentos em que não estava tão bem no jogo, Portugal procurava manter o Brasil no meio de campo e buscava o gol em todas as oportunidades, os brasileiros deixaram a desejar nisso, até que chegavam ao ataque, mas o gol não parecia o objetivo principal.



Foi importante para testar novos jogadores, adequar os restantes ao novo esquema de jogo “imposto” por Dunga.



Parabéns portugueses, parabéns Felipão.



[Mary]