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sábado, agosto 04, 2007

CLUBES ATACANTES DE FÉRIAS!


A rúbrica Clubes Atacantes faz hoje uma pausa de tempo inderterminado, prometendo voltar mas sem data ainda definida.

Começou, com dois especiais a clubes português, e continuou semana após semana com "grandes caídos em esquecimento", acabou por alastrar-se a clubes do meu gosto pessoal e a clubes vários só para dar a conhece-los, sem uma razão prévia aparente.


Edições Especiais - 25 de Janeiro 2006 - CF Estrela Amadora

Edições Especiais - 4 de Março de 2006 - Electrico Ponte Sôr


Eis os clubes que aqui passaram e que começou em 25 de Março de 2006, semanalmente:

RFC Liège - Bélgica

Servette FC - Suiça

Stade Reims - França

US Pro Vercelli - Itália

Lokomotive Leipzig - RDA

Dukla Praga - Checoslováquia

Reading - Inglaterra

Apollon - Chipre

The Strongest - Bolivia

Shakhtar Donetsk - Ucrânia

Hellas Verona - Itália

Portuguesa - Brasil

Al-Ittihad - Arábia Saudita

Perth Glory - Austrália

Deportivo Saprissa - Costa Rica

Partizani - Albânia

Brondby IF - Dinamarca

Rabat Ajax - Malta

East Bengal - India

Dinamo Tbilisi - Geórgia

Cobreloa - Chile

Derry City - Irlanda Norte e Rep. Irlanda

Orlando Pirates - África Sul

Los Angeles Galaxy - Estados Unidos América

FC Haka Valkeakoski - Finlândia

Enyimba - Nigéria

Eintracht Braunschweig - Alemanha

IFK Gotemborg - Suécia

Tokyo Verdy 1969 - Japão

Persépolis FC - Irão

Treze FC - Brasil

Dundee United - Escócia

Neuxatel Xamax - Suiça

Ujpest Dozsa - Hungria

Barcelona SC - Equador

Fenerbahçe - Turquia

Zulte-Waregem - Bélgica

Cruz Azul - México

Polónia Warszava - Polónia

FK Mladá Boleslav - Rep. Checa

Skonto Riga - Letónia

The New Saints - Pais Gales

Puerto Rico Islanders - Estados Unidos América

Rijeka - Croácia

Torpedo Moscovo - Rússia

Olympiakos - Grécia

Independiente - Argentina

Bordéus - França

Maccabi Haifa - Israel

Racing Genk - Bélgica

Preston North End - Inglaterra

Red Bull Salzburg - Austria

TSV Munique 1860 - Alemanha

Zenit St. Petersburg - Rússia

Atletic Bilbao - Espanha

Aberdeen FC - Escócia

Levadia Maardu/Tallin - Estónia

Cucuta - Colombia

FK Zeta - Montenegro

Dynamo Berlim - RDA

Vardar Skopje - Macedónia

Huddersfield Town - Inglaterra

CFR Ecomax Cluj - Roménia

Fluminense - Brasil


Num total de 67 equipas, de 49 paises, dos cinco Continentes: Alemanha/RDA 4, Bélgica 3, Brasil 3, Inglaterra 3, Escócia 2, E.U.A. 2, França 2, Itália 2, Portugal 2, Rep. Checa 2, Rússia 2, Suiça 2, África Sul, Albânia, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Austria, Bolivia, Chile, Chipre, Colombia, Costa Rica, Croácia, Dinamarca, Equador, Espanha, Estónia, Finlândia, Geórgia, Grécia, Hungria, India, Irão, Irl. Norte/Rep. Irlanda, Israel, Japão, Letónia, Macedónia, Malta, México, Montenegro, Nigéria, Pais Gales, Polónia, Roménia, Suécia, Turquia, Ucrânia. (todos com 1 clube) .

Até ao regresso!!! Qual o próximo clube que querem ver aqui?

sábado, julho 28, 2007

Clubes Atacantes - Fluminense Football Club


FLUMINENSE

O clube de hoje é o mais antigo clube de futebol brasileiro, no sentido de ser o mais antigo criado para a a prática do futebol. Oriundo da classe media-alta teve muito sucesso e representava o Brasil nas primeiras decadas do sec.XX. Nunca foi um clube virado para titulos externos ou para Campeonatos Nacionais uma vez que eles sugriram já numa época de transição, onde o clube face ao aparecimento de novos outros clubes e à recessão interna pouca luta tem dado, desde a alguns anos para cá.
Foi contudo muito importante para o meu clube, o Estrela Amadora, uma vez que de uma visita a Portugal nos anos 50, e a convite dos dirigentes do Estrela, os seus directores como forma de agradecimento lhes ofertaram os equipamentos com que até à pouco jogavam, os tais das riscas grená, verde e branco.


Oscar Cox, um jovem brasileiro que tinha estudado na Suiça, onde conheceu o futebol trouxe o “bichinho” para a sua terra natal, Rio Janeiro.

Depois do seu regresso ao Brasil, juntou alguns amigos de infancia e realizou algumas partidas, tanto em Sao Paulo como no Rio Janeiro, e foi em conjunto com alguns deles, que a 21 de Julho de 1902 em casa de Horacio da Costa Santos se fundou o Fluminense Football Club e de onde saiu Oscar Cox como primeiro presidente do mesmo.

Foi então o primeiro clube do Rio Janeiro nascido para o futebol, e é o mais antigo clube de futebol do Brasil. É certo que já existiam algumas outras agremiações, mas foram fundadas para outro tipo de desporto, como o Remo e Desportos Aquáticos, casos do Botafogo e Flamengo, nascidos ainda em 1894 e 1895. Esses clubes ainda hoje sustentam no seu nome a origem dos clubes (Clube Regatas do Flamengo e Botafogo Futebol e Regatas).

Em Outubro de 1902, já o Fluminense jogava nas Laranjeiras, bairro fino do Rio Janeiro, foi quando realizou o seu primeiro jogo oficial, contra o Rio Football Club com vitória final de 8-0.

O equipamento original tinha as cores branca e cinzenta, mas no ano seguinte trocaram para a camisola tricolor e assim nasceu o tricolor carioca, de verde, branco e grená.

Nesse mesmo ano realizou os primeiros jogos inter-estaduais, disputando 3 jogos em São Paulo. Empatou a zero com o Internacional, ganhou ao Paulistano por 2-1 e ao São Paulo por 3-0.

Em 1905 conseguiu fundar a Liga Carioca e promoveu a visita do Paulistano, onde em 2 jogos ganhou um por 2-0 e perdeu o outro por 2-3. Cada jogo contou com a marca de 2.500 espectadores, entre os quais o Presidente da Républica.

Foi no final desse ano, em Outubro, que o Fluminense jogou contra o Botafogo e assim nasceu o famoso Clássico Vovô, denominado por ser o clássico mais antigo do futebol brasileiro. A vitória pertenceu ao Tricolor por 6-0.

A primeira partida da história do Campeonato Carioca deu-se no dia 3 de Maio de 1906, e coube essa honra ao Fluminense e ao Paysandu, jogado nas Laranjeiras, tendo acabado com vitória do Tricolor por 7-1.

A equipa era a melhor do Rio Janeiro e quem sabe do Brasil inteiro, ganhou 5 Campeonatos Cariocas em 6 anos, desde o seu começo em 1906. Assim tem os titulos de 1906, 1907, 1908, 1909 e 1911.

A maior curiosidade de todas prende-se com o campeonato de 1907, em que terminou empatado em pontos com o Botafogo. Como não havia regra de desempate por golos nem por jogos entre si, foi marcado um encontro extra só que as equipas não compareceram e ambas reclamaram na Justiça o titulo. Assim o caso esteve em tribunal perto de 100 anos, até que se decidiu por dar o titulo de 1907 a ambas as equipas.

Nestes 6 anos até 1911 o Flu teria a marca gloriosa de 43 vitórias, 5 empates e apenas 4 derrotas, isto em 52 jogos. Sendo que no último ano nem sequer perdeu nenhum ponto.

No final desse ano deu-se grave discussão no plantel sobre quem seria o novo treinador da equipa. Não contentes com a decisão da direcção de contratar o inglês Charles Williams, nove jogadores abandonaram o plantel e refugiaram-se nos vizinhos Flamengo, que até então era apenas um clube náutico. E assim fundaram a secção de futebol do Flamengo.

Completamente enfraquecido, o Fluminense ainda conseguiu ganhar o primeiro derby contra o Flamengo por 3-2 mas só ganharia novo titulo em 1917.

Em 1914 dois casos imporantes aconteceram. Primeiro o campeão do ano anterior, o América, sofreu uma crise semelhante à do Flu em 1991 e setenta dos seus jogadores e sócios abandonaram o clube, tendo-se virado para o Tricolor.

Segundo e mais importante, foi que nesse mesmo ano a Selecção Brasileira realizaria o seu primeiro jogo e o local escolhido foi o Campo das Larajeiras, onde actua o clube. Assim a “Canarinha” recebeu, e venceu, a equipa inglesa do Exeter City por 2-0, perante 10.000 espectadores, com o primeiro golo de sempre da Selecção a ser marcado por Oswaldo Gomes, avançado Tricolor.

Em 1915, (como era diferente o futebol) o Paulistano cujos ideiais eram iguais ao Fluminense considera como sócios-temporarios todos os sócios do Fluminense de passagem por São Paulo.

Alguns dos melhores anos decorreram no espaço de 1917 a 1919. Nesses 3 anos a equipa conquistou 3 Campeonatos Cariocas, e em 54 partidas ganhou 44 jogos, empatando 5 e perdendo apenas 5.

Outro grande acontecimento foi o facto de a Confederaçao Sul-Americana de Futebol ter indicado o Brasil como sede do Campeonato de 1918. Como o governo brasileiro não tinha condições de realizar um evento de tal magnitude, recorreu ao Fluminense, mas em função da epidemia de Gripe Espanhola em vários paises do Continente, a prova seria adiada para o ano seguinte.

Finalmente, no dia 1 de Maio desse ano, o Estádio das Laranjeiras, com capacidade prevista para 18.000 espectadores, era inaugurado com a vitória da Selecção do Brasil sobre o Chile por 6 a 0, e logo no primeiro jogo a lotação atingiu a marca de 25.000 pessoas.

Ainda nos Jogos Olimpicos de 1920, a primeira medalha de sempre do Brasil foi conquistada por um atleta Tricolor, que ganhou a Prata na competição de Tiro.

Em 1922, o Brasil comemorou o Centenário de sua Independência e mais uma vez o governo brasileiro recorreu ao Fluminense, cujas instalações já eram as mais modernas do continente americano.

O Fluminense respondeu ao governo brasileiro que não tinha condições de assumir tal responsabilidade, que demandava um custo muito alto para adaptar as suas instalações para comportar dois eventos de tal magnitude. Mas o governo brasileiro assumiu por escrito grande parte da responsabilidade e o Fluminense a aceitou, embora mais tarde os governantes de então não tenham cumprido a sua parte e o Fluminense tenha arcado sozinho com a organização destes dois grandes eventos.

Pelo menos o gigantesco esforço patriótico do Fluminense deu resultado, pois as duas competições foram um sucesso, o Fluminense ampliou o seu estádio, construiu um ginásio e ampliou todas as suas instalações, tendo dado provavelmente a maior contribuição do país para os festejos desta importante data nacional e sido sede dos dois primeiros títulos relevantes da Selecção Nacional.

Seis anos depois, a 15 Junho de 1928, jogaram pela primeira vez contra uma equipa portuguesa, o Sporting CP, ao qual venceram fácilmente por 4-1. Do Sporting há a registar o facto de pela primeira vez ter envergado a camisola às riscas horizontais verde e branca.

No ano seguinte nova partida no mesmo Estádio das Laranjeiras com nova vitória do Tricolor, por 3-2, tendo conquistado a Taça Vulcain.

Em 1930, o primeiro capitão da “Canarinha”, em Mundiais, foi o centro-campista tricolor, Preguinho, que também acabou por ser o primeiro marcador do Brasil em jogos do Campeonato do Mundo.

O periodo de 1936 a 1941 foi talvez o melhor da História do Tricolor, e em 6 campeonatos cariocas, 5 titulos foram conquistados ( 1936,1937,1938, 1940 e 1941). Ganhando ainda várias partidas amigaveis contra equipas de outros estados e tendo conquistado em 1940 o Torneio Rio-São Paulo.

Novo titulo só em 1946 quando no final e estando 4 equipas empatadas em pontos se recorreu a um torneio final com essas 4 equipas, chamado Super-Campeonato, e o Flu foi esmagador. Em 6 jogos surgiram 5 vitórias e só 1 empate, conquistando então o titulo.

Em 1949 surgiu o mais prestigiado e cobiçado troféu do desporto mundial, a Taça Olimpica, também chamada de Taça de Honra. Esta Taça tem como finalidade reconhecer anualmente, aquele que, no juízo do Comitê Olímpico Internacional, mais fez em prol do Olimpismo e do Desporto. Este reconhecimento é considerado o Prêmio Nobel dos Desportos. A concessão do título é feita pelo COI após rigoroso e detalhado exame dos dossiês apresentados pelos candidatos.

Para receber a honraria, o pleiteador deve ser exemplo de organização administrativa e um vitorioso nos sectores desportivos, sociais, artísticos e cívicos.

Um complexo de perfeição durante um ano inteiro, e escolhido como o melhor dentre os demais clubes, instituições desportivas e mesmo países do mundo, através de suas federações.

A Taça Olímpica (Coupe Olympique) foi instituída em 1906 pelo Barão Pierre de Coubertin, o criador dos Jogos Olímpicos da era moderna e foi atribuída pela primeira vez, ainda nesse ano ao Touring Club de França.

Foi a 28 de Abril de 1949 que chegou a notícia da decisão tomada pelo Comitê Olímpico Internacional reunido em Roma: o Fluminense Football Club conquistara a Taça Olímpica nesse ano dando ao Brasil a sua mais consagradora vitória nos desportos mundiais.

O Fluminense é o único clube da América Latina a ter seu nome inscrito na Taça Olímpica até hoje. O Museu Olímpico em Lausanne (Suíça), onde a taça original se encontra em exposição permanente.

Em 1950 inaugurava-se o Maracanã e o Tricolor Didi, foi o primeiro jogador a marcar um golo nesse estádio, representando a Selecção do Brasil no Mundial de 1950.

No ano seguinte conquistaria novo titulo de Campeão Carioca, vencendo na final o Bangu num jogo que teve 232.006 espectadores. Ainda em 1951 foi disputado o primeiro Fla-Flu no Maracanã, que fez jus ao titulo do derby, denominado por Clássico das Mulltidões. Vitória do Tricolor por 1-0 perante 109.212 espectadores, num jogo marcado pelo surgimento de bilhetes falsos, e que segundo a imprensa da altura, deve ter levado mais 40.000 especatdores além dos 109.212 registados oficialmente.

Foi também nesse ano que pela primeira vez jogou dois jogos internacionais no grande estádio, vencendo Arsenal por 2-0 e Portsmouth por 2-1.

Em 1953, uma delegação do Fluminense em excursão pela Europa, passou por Portugal onde a convite da direcção do Clube Futebol Estrela Amadora, ficou a conhecer o clube da Amadora, da qual surgiu boa relação e onde os brasileiros deixaram equipamentos completos para a equipa. Assim a partir desse ano o Estrela Amadora começou a equipar de igual ao Fluminense em toda a linha, até aos dias de hoje, embora variando nos ultimos dois anos, mas mantendo-se fiel à tradição Tricolor (embora trocando o grená por vermelho). Embora não deixe de ser curiosa a ligação de mais de 50 anos com o equipamento brasileiro.

A decada de 60 começou com a conquista da Taça do Brasil, vencendo na final o Grêmio PA, pelo meio fica a maior vitória de sempre da historia do torneio ao vencer o Fonseca de Niterói por 8-0.

Durante uma excursão à Europa, Waldo Machado foi vendido para o Valencia. O maior goleador da história do Fluminense transformou-se no segundo maior da história do Valencia e, após encerrar a carreira, radicou-se definitivamente em Espanha.

Em 1963, o Fla-Flu que decidiu o Campeonato Carioca bateu o recorde mundial de público de partidas entre clubes: 194.603 espectadores. Sem duvida a fazer jus ao nome Clássico das Multidões.

A participação de 1971 da Taça dos Libertadores, trouxe uma das maiores vergonhas ao clube. Numa edição disputada por grupos antes da fase final, ficou juntamente com o Palmeiras, o Deportivo Italia (Venezuela) e o Deportivo Galicia (Venezuela). Começando com 4 vitórias seguidas: casa com o Dep. Galicia por 4-1; na Venezuela com o Dep. Italiano por 6-0; Palmeiras em São Paulo por 2-0 e Dep. Galicia na Venezuela por 3-1. Surpreendentemente o Flu perderia em pleno Maracanã com os amadores venezuelanos do Dep. Italiano por 0-1 (a quem tinha ganho fora por 6-0), tal foi a vergonha que perderia novamente em casa contra o Palmeiras 1-3, tendo com isso sido eliminado.

Em 1975 surgiu a Maquina Tricolor, com o Bi-campeonato Carioca, em 1975 e 1976. A equipa, aventurava-se em se excursões pelo mundo, conquistando uma série de torneios amigaveis de grande prestígio internacional . Na equipa de 1976, o único jogador que não jogou pela Seleção Brasileira foi o atacante argentino Narciso Doval. O Fluminense teve equipas com campanhas melhores e elencos mais ganhadores do que as equipas de 1975 e de 1976, mas talvez nunca tenha tido nenhum tão habilidoso, que lotavam estádios por onde passassem pois proporcionavam grandes espetáculos futebolísticos aos espectadores.

Disputou a Troféu Teresa Herrera em 1977 contra o Real Madrid, o Feyenoord e o Dukla de Praga, campeão da Taça Vencedores das Taças. O Flu terminou campeão vencendo o Feyenoord por 2-0, e na final, o Dukla, que havia eliminado o Real Madrid, por 4 -1. Rivellino, que em 1978 deixaria o tricolor ao ser vendido para futebol árabe, foi eleito o grande nome do torneio.

O Fluminense teve ainda na década de 80 grandes momentos de sua história, quando levantou seu único título brasileiro com este nome em 1984 ao bater o Vasco da Gama nos jogos finais, no Clássico dos Gigantes mais importante realizado até hoje.

Em 1987, conquistou a Taça Kirim, no Japão, na sua mais importante excursão à Ásia, disputando a final contra o Torino de Itália cuja grande estrela era o brasileiro Júnior. Perante cerca de 40.000 torcedores no Estádio Olímpico de Tóquio, o Flu venceu por 2-0 com golos de Washington e Tato.

O tricolor só voltou a ganhar um título relevante em 1995 na inesquecível decisão do Campeonato Estadual num Fla-Flu emocionante com 120.418 espectadores, em que Renato Gaúcho (o "Rei do Rio") fez o golo da vitória por 3 a 2, com a barriga.

Em 1996, após péssima campanha, o Fluminense acabou despromovido para a Segunda Divisão Nacional, sendo salvo por uma manobra política da CBF que o manteve na elite.

O Flu porém não aprendeu a lição e acabou caindo de novo em 1997 para o Campeonato Brasileiro Série B. Em 1998, o time foi novamente despromovido (pela terceira vez seguida), agora para o Campeonato Brasileiro Série C, a incrivel Terceira Divisão.

Após disputar este campeonato contra uma maioria de clubes pequenos e em campos algumas vezes mal conservados, conquistou o título da Terceira Divisão, começando, a partir deste momento, a reestruturar-se para voltar a formar grandes craques e conquistar títulos de expressão.

Em 1999 criou o Vale das Laranjeiras, centro de formação de jogadores de futebol das Categorias de Base no distrito de Xerém, em Duque de Caxias, em um espaço de 130.000 metros quadrados.

Em 2000, quando se preparava para disputar a Segunda Divisão, um problema jurídico entre clubes da Série A impediu a realização do Campeonato Brasileiro, sendo criada a Copa João Havelange pelo Clube dos Treze. Na organização deste campeonato, optou-se pelo critério de convite aos clubes participantes, com o Tricolor de Laranjeiras, por conta de suas boas participações em campeonatos como a Taça do Brasil e o Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, além dos grandes públicos que compareciam aos seus jogos no Campeonato Brasileiro Série C, foi convidado, assim como o Bahia que não estava então na Primeira Divisão, incluído entre os participantes.

A equipa teve uma boa participação e, após ficar em terceiro na primeira fase, caiu nos oitavos-de-final da competição contra o São Caetano, perante 56.504 tricolores, terminado este campeonato em nono lugar. Assim como o São Caetano, que disputou o campeonato na divisão inferior e teve a possibilidade de chegar até à final da disputa entre os clubes principais, o Fluminense e o Bahia permaneceram na Primeira Divisão no ano seguinte, numa virada de mesa comum no Século XX e que beneficiaram outros clubes no decorrer de sua história.

O Fluminense conquistou o Campeonato Carioca de 2002, apelidado de Caixão pela imprensa, que boicotou esse campeonato, ao vencer o Americano, um campeonato altamente desmotivado, disputado sem a cobertura da imprensa, com a fase final sendo realizada durante a Campeonato do Mundo de 2002 e com os grandes clubes a utilizar seus jogadores reservas nas fases iniciais.

Tendo sido campeão carioca no dia 27 de Junho, três dias antes da Selecção Brasileira ganhar o Campeonato do Mundo desse ano, a torcida tricolor aproveitou para fazer a festa do título carioca no ano do centenário do Fluminense justamente neste dia e em muitos lugares do Grande Rio de Janeiro, havia tantas camisas tricolores quanto brasileiras nesse dia festivo.

Nesse mesmo ano, o Fluminense comemorou o seu centenário com grandes eventos praticamente o ano inteiro. O grande presente para a torcida foi a contratação de Romário, que, logo na estréia, brilhou no Campeonato Brasileiro contra o Cruzeiro, quando o Flu venceu por 5 a 1 com cerca de 70.000 tricolores em festa. O Fluminense terminou este campeonato em quarto lugar.

O Fluminense teve grandes momentos durante o ano de 2005 e, após perder o primeiro jogo da final para o Volta Redonda, 3-4, conquistou o Campeonato Carioca com 70.830 tricolores final em que o Flu ganhou 3-1.

No ano de 2006, apesar de ter um plantel forte técnicamente, o Fluminense sofreu com graves erros de gestão, por falta de um planeamento adequado, fazendo com que o clube trocasse seis vezes de técnico, o que o levou a ter um rendimento insatisfatório no futebol profissional, muito parecido com o ano de 2003, quando, após as grandiosas comemorações de seu centenário no ano anterior, o Fluminense começou a sua preparação mais tarde do que os clubes que tiveram sucesso naquele ano.

O Fluminense refez a sua equipa em 2007 e após um péssimo Campeonato Carioca chegou à sua terceira final da Taça do Brasil, desta vez sendo Campeão contra o Figueirense, ao vencer o segundo jogo da decisão por 1-0 em Florianópolis (com golo do ex-benfiquista Roger), classificando-se para disputar a Taça Libertadores da América em 2008.

No dia 12 de Maio deste ano, a Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro aprovou a lei que declara o dia 21 de Julho como o Dia do Fluminense e dos Tricolores, não por acaso o dia da fundação do clube.

A sua sede social no bairro das Laranjeiras faz parte da história da cidade do Rio de Janeiro pelos seus bailes, festas e eventos culturais que marcaram várias gerações, além de ser uma obra de arquitetura européia de grande beleza, idealizada pelo arquiteto catalão Hypolito Pujol e adornada por elegantes vitrais belgas que se destacam em sua fachada.

Foi em seu Estádio de Laranjeiras que a Selecção Brasileira conquistou os primeiros títulos relevantes, tendo disputado um total de dezoito partidas, com quinze vitórias e três empates.

Em 1907, o Fluminense inaugurou o seu primeira cort de Tênis, em 1909 já possuía três e em 1911, quatro.

Em 1919, foram inaugurados o Parque Aquático e o Stand de Tiro. Na tarde de 28 de Maio de 1921, o Fluminense apresentou no Salão Nobre, o primeiro vesperal de Arte e Teatro nos moldes dos realizados nas grandes salas da Europa, o que se repetiria por muitos anos.

Em 1922, o Brasil comemorou o Centenário de sua Independência e mais uma vez o governo brasileiro recorreu ao Fluminense, cujas instalações já eram as mais modernas do continente americano.

No ano de 1926, o tricolor inaugurou o Teatro Fluminense, palco de grandes artistas e espectáculos durante muitas décadas.

No ano de 1961, o Fluminense novamente daria outra grande demonstração de espírito público ao concordar com a desapropriação de parte de seu estádio para o alargamento da rua Pinheiro Machado, o que lhe trouxe um prejuízo técnico e financeiro incálculável com o passar dos anos, pois tornou o seu histórico estádio obsoleto, em troca da melhora do trânsito no bairro de Laranjeiras e em toda a cidade, pois desembocam pelo viaduto da rua Pinheiro Machado milhares de carros por dia, muitos vindo do Túnel Santa Bárbara, que liga o Centro à Zona Sul.

A 15 de Junho deste ano, o Fluminense inaugurou o Hotel Telê Santana, primeiro passo para a instalação do futebol profissional neste novo Centro de Treinamento. O hotel Telê Santana tem 26 quartos, piscina, restaurante, bar, sala para preleções e extensa área verde em seu redor.

Em relação a grandes jogadores e atletas é dificil mencionar o melhor tendo nomes como: Oswaldo Gomes, Tele Santana, Didi, Rivellino, Assis ou Renato Gaucho, mas a escolha recai em Preguinho, o primeiro Capitão e marcador de um golo na “Canarinha” num Mundial de Futebol.

A escolha contudo não advem daí e sim de ter sido um Atleta com A grande. João Coelho Netto mais conhecido por Preguinho, era atleta do Fluminense em 8 modalidades, Futebol, Voleibol, Basquetebol, Pólo Aquático, Saltos Ornamentais, Natação, Hóquei e Atletismo.

Preguinho sempre se recusou a receber dinheiro do clube, permanecendo como amador mesmo após a profissionalização do futebol. Jogou futebol no Tricolor de 1925 a 1934.

Em 1925, depois de nadar a prova dos 600 metros e ajudar o Fluminense a ser tricampeão estadual de natação, foi de táxi para as Laranjeiras a tempo de jogar contra o São Cristóvão e ganhar o Torneio Início.

Trouxe para o Fluminense 387 medalhas e 55 títulos nas oito modalidades que praticava. Um busto na sede do clube e a concessão de seu nome ao ginásio do Fluminense são mais que merecidas homenagens.

Os jogos do Fluminense ao longo da sua história levaram por pelo menos 75 vezes públicos maiores do que 90.000 pessoas aos estádios, inclusive em jogos contra torcidas de clubes pequenos ou de fora do Rio de Janeiro.

No Brasil, só o Flamengo leva vantagem sobre o Fluminense na hora de se medir grandes públicos. Com o Vasco Gama há equilíbrio e o Botafogo fica muito para trás, mesmo sendo o quarto clube brasileiro neste requesito. O Campeonato Carioca é a competição que estimula mais a presença de público dos cariocas, como pode ver-se entre os maiores públicos do Brasil, pois as rivalidades locais são muito fortes e os espetáculos proporcionados pelas torcidas que ocupam o antigo maior estádio do mundo: o Maracanã.

O Fluminense possui entre seus adeptos, um grande número de torcidas organizadas. As mais representativas são a Young Flu e a Força Flu, ambas criadas em 1970. Além destas, apoiam o time nos estádios a Flunitor, Fiel Tricolor, Império Tricolor, Jovem Flu, Garra Tricolor, Legião Tricolor, Flu Mulher, Fluburgo, Macaé-Flu, Sampa-Flu, Fluruguay, Flu Tchê, e Axé-Flu, entre as torcidas organizadas de maior expressão, visto existirem outros grupos menores.

Palmarés:

2 vezes Campeão Brasileiro: 1970 e 1984.

1 vez Vencedor da Taça do Brasil: 2007.

2 vezes Vencedor do Torneio Rio-São Paulo: 1957 e 1960.

30 vezes Campeão Carioca: 1906, 1907, 1908, 1909, 1911, 1917, 1918, 1919, 1924, 1936, 1937, 1938, 1940, 1941, 1946, 1951, 1959, 1964, 1969, 1971, 1973, 1975, 1976, 1980, 1983, 1984, 1985, 1995, 2002 e 2005.

3 vezes Vencedor da Taça do Rio: 1990, 1998 e 2005.

8 vezes Vencedor da Taça Guanabara: 1966, 1969, 1971, 1975, 1983, 1985, 1991 e 1993.


sábado, julho 21, 2007

Clubes Atacantes - Societatea Comercială Sportivă CF CFR ECOMAX CLUJ S. A. SA.


CFR CLUJ

O clube de hoje é o que mais jogadores portugueses apresenta na sua equipa e possivelmente com mais jogadores portugueses que a maioria dos clubes da Primeira Divisão portuguesa. Um clube que prefere jogar com 9, 10 e 11 portugueses a titulares, devido à qualidade dos intervenientes, que não servem para as equipas grandes ou semi-grandes em Portugal, que por sua vez preferem comprar estrangeiros de qualidade muito negativa (nem chega a ser duvidosa a qualidade de muitos pseudo-jogadores) a contar com muitas das jovens promessas que lançam à toa no futebol.

Foi fundado em 1907, na cidade Austro-Hungara de Kolozsvári, como tal o primeiro nome da equipa foi Kolozsvári Vasutas Sport Club (K.V.S.C.) e era o representante desportivo dos trabalhadores das linhas ferreas dessa região.

Em 1910 venceu o primeiro campeonato organizado da Transilvania, tendo ficado em segundo lugar nos anos de 1911 a 1914, altura em que começou a I Guerra Mundial.

No final da Guerra a cidade ficaria anexada à Roménia e teria o nome latino de Cluj. O que fez com que o proprio clube mudasse de nome, para Caile Ferate Rapid Cluj. Foi já com esse nome que ganhou dois titulos regionais em 1919 e 1920, mais tarde subiu à recém criada III Divisão e por lá andou até 1933, altura em que subiu à Divisão B (Segunda Divisão).

Dois anos foram os suficientes para voltar à III Divisão, até que a divisão foi dissolvida devido à II Guerra Mundial. Com o fim da Guerra, em 1945, voltou-se ao sistema de três divisões e no ano do regresso a equipa acabou na zona de promoção, sendo que no ano seguinte, 1946, e depois de fusão com outro clube citadino, o Ferar Cluj, subiu à Divisão A, a primeira divisão do futebol romeno, pela primeira vez na sua história.

Infelizmente foi aventura que durou pouco porque desceram passdos dois anos, e não regressaria senão após 20 anos de celibato. E em 1950 e até 1957 a equipa passou a ser chamada apenas Locomotiva Cluj.

Em 1960 nova fusão, desta vez com o Rapid Cluj, do qual surgiu o nome CSM Cluj, e quatro anos depois era renomeado para Clujeana. Nesse mesmo ano a equipa de Juniores ganhou o titulo nacional da categoria. Após três épocas voltou-se ao nome original, CFR Cluj.

No último ano da decada de 60, ganhou o titulo da Divisão B, com 5 pontos de vantagem sobre os rivais do Politechnica Timisoara. E assim em 1969, vinte anos depois da última participação, voltaram ao convivio dos grandes.

Foram anos de sofrimento e nas três primeira épocas a equipa salvou-se da despromoção sempre na última jornada. Entretanto o verão de 1972 foi optimo conselheiro e conseguiram trazer o melhor marcador do rival Universitatea Cluj, Mihai Adam. Mihai tinha sido o melhor marcador da Roménia dois anos consecutivos e foi uma excelente peça no conjunto, que em 1973 acabou num glorioso 5º lugar.

Ainda no ano de 1973 concluiu-se a construção do seu Estádio que por acaso tem o nome da equpa (Estádio CFR Cluj). Para celebrar a obra, jogou um amigavel com a selecção de Cuba, jogo qual ganhou por 2-1.

Em 1976 contudo a equipa acabou mesmo por descer, sendo esse o último ano na Divisão A no século XX, derivado ao não rejuvenescimento da equipa, com media de idades a rondar os 31 anos. Pelo meio, na época de 1975, Mihai Adam, com 33 anos tornou-se pela terceira vez o melhor marcador da Primeira Divisão da Roménia.

Cinco anos depois a queda foi ainda maior, tendo chegado à Divisão C (Terceira Divisão). E assim o clube tornou-se um habitual cliente entre essas duas divisões. Entre 1982 e 1990 o clube teve o nome de Steaua CFR Cluj.

Nos anos 90 e até final do milénio a equipa lutou desesperadamente para não abrir falência, surpreendentemente manteve-se embora periclitante. Em Janeiro de 2002, surgiu o “milagre”. Árpad Paszkany, presidente da SC ECOMAX MG, da divisão romena da multinacional automobilistica MG, pegou no clube e formou uma SAD, passando o clube a denominar-se Societatea Comercială Sportivă CF CFR ECOMAX CLUJ S. A. SA. Tornando-se a Ecomax MG a principal accionista.

Em 2003 e com o forte patrocinio, o Cluj contratou imensos jogadores de qualidade e principalmente ainda jovens. Nessa época de 2003 o clube começou em grande e rapidamente chegou ao primeiro lugar na Divisão B, a segunda, mas a partir de certa altura o controverso Árpad Paszkany envolveu-se num pequeno escandalo, em que o proprio acusou vários arbitros de corrupçao e falseamento de jogos e resultados.

Em virtude dessa atitude, o clube começou a perder vários jogos e acabou no despedimento do treinador. Só apos a pausa de Inverno é que o caso das corrupções finalmente foi sanado e a equipa com o novo treinador fez uma Segunda volta inacreditável e absolutamente fora de serie.. Em 15 jogos ganhou 14 e empatou 1. Á entrada da última jornada, num campeonato em que só sobe o primeiro classificado, o Cluj estava 1 ponto atrás do Jiul Petrosani. Assim o Cluj tinha um jogo fácil em casa e o Jiul ía jogar ao dificil terreno do Gaz Metan Medias. No final festejou-se a subida na cidade nortenha de Cluj-Napoca, com a vitória dos “ferroviarios” por 3-0 e o empate entre o Jiul e o Gaz Metan, 1-1.

Vinte e oito anos depois estava o Cluj de novo entre os maiores da Roménia, e a época acabou com um 11º lugar e alguns resultados interessantes como a vitória sobre o Dinamo Bucareste, 4-2. A inscrição na Taça Intertoto, contudo deu-lhes a possibilidade de jogar uma prova europeia pela primeira vez no seu historial.

Assim o Verão de 2005 foi passado a jogar na referida Taça. A primeira eliminatória levou-os à Lituania para jogar contra o Vetra Vilnius, que despacharam fácilmente por 4-1 e 3-2.

Pelo meio conseguiram o concurso da antiga estrela do Steaua e da Selecção, Dorinel Munteanu, que vinha para um duplo papel, o de treinador-jogador.

Calharam na segunda ronda com um decadente Atletic Bilbao, que menosprezando a equipa romena jogou com a equipa B fora de portas e o Cluj ganhou em casa por 1-0, na segunda volta jogando mais a serio o Athletic venceu por 0-1 levando a eliminatória para os penaltys, onde a vitória sorriu aos romenos.

A seguir vieram os franceses do St. Etienne. Num jogo memoravel a equipa empatou 1-1 e atirou duas bolas à barra e ainda falhou um penalty. A segunda volta em França trouxe outro empate mas a duas bolas e o caminho continuava em frente.

Estavamos na quarta ronda e novo adversário da Lituania, desta vez e para contrariar as duas anteriores foi uma eliminatória facílima, porque o Zalghiris Vilnius praticamente viu jogar com derrotas por 5-1 e 2-1.

Assim chegou à final onde calhou novamente com uma equipa francesa, desta feita o poderoso Lens. Empate em casa a 1-1 e a segunda volta em França perante 30.000 espectadores. Mas a diferença entre as equipas era muito grande e depressa o Cluj se viu a perder por 0-3. Ao minuto 89 o treinador-jogador marcou de livre o tento de honra e assim acabou o sonho europeu desse ano.

Os jogos de verão acabaram por ser um bom prenuncio para a época que terminou num 5º lugar. A pré-epoca desse ano trouxe a aposta em força no mercado internacional, nomeadamente no portugues, e de acentada aterraram 4 portugueses na equipa, Manuel José, Cadu, Pedro Oliveira e Semedo, dos quais a maior vedeta acabou por ser Semedo, extremo resgatado ao Estrela Amadora.

Foi dito pelo presidente e por todos os que quiseram ouvir, que a equipa iria lutar pelo titulo mas os resultados iniciais ficaram aquem do esperado, aliados a um começo fulgurantisimo do Dinamo Bucareste, quem em 13 jogos já levava 12 vitorias e 1 empate. A pausa de Inverno mostrou um Cluj interessado em colmatar ceras falhas e de novo o mercado portugues foi o escolhido. Mais alguns bons jogadores de segunda linha, entre os quais o que melhor se adaptou foi Tony, lateral direito também ele resgatado ao Estrela Amadora.

O presidente, um sonhador, chegou a afirmar que se fossem à Liga dos Campeões e com tantos portugueses, consderaria jogar as partdas caseiras da Liga milionária em Portugal, uma vez que o Estádio CFR Cluj não tem as condições adequadas e que o público em Portugal aderiria em grande com tanta falange de jogadores portugueses a titulares.

A verdade é que o rendimento da equipa subiu bastante e com ligeira quebra do Dinamo faziam sonhar por alto o Cluj que mesmo assim nunca ficou a menos de 7 pontos do lider. Certo certo parecia o lugar na Liga dos Campeões, mas para o final não só a equipa quebrou ligeiramente, talvez por ver o Dinamo inalcansável, como o Steaua recuperou e bem os pontos perdidos e à entrada da última jornada o Cluj estava em 3º lugar a 2 pontos do Steaua e a 10 do Dinamo. As posições não seriam alteradas e a equipa conseguiu o apuramento para a Taça UEFA, sendo que é a melhor posição de sempre na Divisão A.

Surge então uma parceria com o Benfica, de onde surgiu o convite para o jogo do centenário do clube a realizar em Cluj-Napoca, hoje dia 21 de Julho. Entre outras coisas foi estudado o modelo desportivo do clube lisboeta, que o presidente pretende implementar na sua agremiação. Não partiram sem antes levar na bagagem Amoreirinha, por 1 milhão de euros. Para não variar Amorerinha tinha sido jogador do Estrela Amadora nestas duas épocas findas.

No total estão 10 portugueses no CFR, dos quais 9 na equipa principal e um nos juniores. O contigente luso é formado por: Manuel José, Vitinha, Nuno Claro, Daniel Ricardo, Cadu, Semedo, Pedro Oliveira, Tavares Francisco, André Leão e Amoreirinha.

A equipa tipo para este ano prevê 5 portugueses a titulares dos quais 3 eram ex-jogdores do Estrela Amadora. São os 5: Tony lateral direito, Amoreirinha defesa central, Manuel José e Pedro Oliveira no meio campo, e Semedo extremo/avançado.

Em relação aos adeptos, existem duas claques distintas, os Commando Gruia e os KVSC, dos quais estão registados 230 Commando e 100 KVSC. Os seus slogans são: Commando Gruia -> “Un secol de traditie”, em português “Um século de tradição”: KVSC -> “Incredibili si Unici din Pasiune!”, em português “ Somos Incriveis e Unicos devido à nossa Paixão”.

O estádio tem o nome do clube CFR Cluj com uma capacidade para 10.000 espectadores, dos quais 8.500 sentados. Está em remodelação total, prevendo-se a implementação de um novo relvado, a colocação de uma pala sobre a central, iluminação artificial e o alargamento para 20.000 lugares a fim de preencher todos os requisitos minimos para a UEFA.

Palmarés:

3º lugar no Campeonato da Roménia: 2007

1 vez titulo de Melhor Marcador da Primeira Divisão da Roménia: Mihai Adam em 1975

1 vez Finalista Vencido da Taça Intertoto: 2005