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quinta-feira, agosto 21, 2008

LIGA SAGRES 2008/2009

CLUBE SPORT MARÍTIMO


Presidente: Carlos Pereira
Treinador: Lori Sandri
Estádio: Estádio dos Barreiros (8.922 lugares)
Assistência Média em 2007/2008: 5.792 Espectadores
Classificação época 2007/2008: 5º classificado
Página WEB: http://www.csmaritimo.pt/

PREVISÃO ATACANTE
"O Marítimo já nos foi habituando ao longo dos anos à contratação de contentores de jogadores (na sua maioria brasileiros) e a várias mudanças. Esta época não fugiu à regra e desde uma nova equipa técnica a uma mudança substancial de atletas, será mais um ano de construção na equipa madeirense. Destaque para as contratações de Manu, Paulo Jorge e João Coimbra ao Benfica, jogadores que quererão naturalmente dar um novo impulso à sua carreira com este ingresso no emblema insular. Os objectivos do clube continuarão a ser, à semelhança da época passada, o apuramento para a Taça Uefa."
NSC

OPINIÃO DO ADEPTO
Depois do que vi e das informações parcas que tenho, relativamente a este MARITIMO, não tenho grandes expectativas para a época que agora começa, a manutenção será um bom começo. Factores que pesam nesta avaliação são, o plantel quase todo remodelado e com parca qualidade, no que respeita a valores que fazem a diferença, alem disso o Marítimo corre o risco de jogar em estádio emprestado metade da época, devido às obras nos Barreiros, o fantasma da corrupção que paira sobre a actual direcção poderá ser mediatizado e provocar algum desconforto na época que se avizinha, portanto, é com expectativas de manutenção que vou encarar esta nova época. No que respeita à Taça UEFA, queria sinceramente ver o Marítimo ultrapassar a pré-eliminatoria, vou esperar para ver.
GARRAS

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Maritimo 1-2 Sporting C.P.

13.ª jornada da Bwin Liga
Estádio dos Barreiros
Árbitro: Jorge Sousa (Porto)

Marítimo:Marcos; Ricardo Esteves, Ediglê, Van der Linden (Fernando, 67 m) e Evaldo; Wênio, Bruno, Mossoró e Fábio Felício; Kanu e Fogaça.
Treinador: Sebastião Lazaroni.
Suplentes não utilizados: Marcelo, Edder Perez, João Luiz, Briguel.
Disciplina: cartões amarelos a Kanu (32 m), Ediglê (76 m), Gregory (90 m) e Fábio Felício (90m +3). Golo: Bruno Fogaça (60 m)

SPORTING: Rui Patrício; Abel, Tonel, Polga e Ronny (Bruno Pereirinha, 71 m); Miguel Veloso, Adrien Silva (Romagnoli, 57 m), Vukcevic e João Moutinho; Purovic (Gladstone, 88 m) e Liedson.
Treinador: Paulo Bento.
Suplentes não utilizados: Tiago, Celsinho, Luís Paez e Paulo Renato. Disciplina: cartões amarelos a Polga (32 m), Adrien Silva (50 m), Abel (59 m), Vukcevic (85 m), Gladstone (89 m).
Golos: Vukcevic (71 a meias com Ediglê e 87 m).

Jogo muito fraco, com um Sporting desmotivado, desgarrado e a mostrar sinais preocupantes!
O que se passa com Liedson?
O que quer Miguel Veloso?
Onde poderemos encontrar um bom lateral esquerdo?
São muitas perguntas num clube que parece andar à deriva. O Sporting, a 26 minutos do fim estava em 7º lugar!!!!!
Valeu o golo de Simon Vukcevic que espicaçou a equipa. Depois o Marítimo caiu e os leões (mesmo moribundos) aproveitaram.


Melhor em campo: Vukcevic. Garantiu quase sozinho os 3 pontos!
Salvou-se o resultado, uma importante vitória, mas há muito para pedir neste Natal!
Atitude, entrega, determinação, confiança e eficácia! 2008 tem que nos trazer tudo isto, sob pena de se tornar dramático para os lados de Alvalade!

Aproveito para desejar a todos um Bom Natal e um próspero ano novo!

terça-feira, novembro 13, 2007

Zebras da Serra Vs. Leões do Mar

Equipas: C.D.Nacional Vs C.S. Marítimo
Estádio: da Madeira
Arbitro: Olegário Benquerença
Publico: 1500 pessoas
Resultado final: 0-2


Olá a todos,

Marítimo - Marcos; Ricardo Esteves, Ediglê, Antoine e Evaldo; Olberdam (Fernando, 41m); Marcio Mossoró (Marcinho, 67m), Wenio e Luis Olim; Kanu e Makukula (Bruno Fogaça, 87m).

Nacional - Diego Benaglio; Patacas, Ricardo Fernandes, Avalos e Igor Pita; Cleber; Juninho (Adriano, 82m), Juliano e João Coimbra; Lipatin (Cassio, 67m) e Edu Sales (João Moreira, 45m).

Golos - Makukula (26m) e Wenio (65m)

Disciplina - Cartões amarelos para Patacas, Juninho, João Coimbra e Cassio, todos do Nacional.

Num derby que gerou muita polémica durante a semana as equipas entraram em campo com 11´s pouco típicos, esta situação deve-se ao facto de em ambas as equipas haver algumas baixas motivadas por lesões e castigos.

Após trocas de acusações e ofensas de parte a parte na imprensa regional, eis que chega o dia do jogo, um dia em que no Funchal as temperaturas chegaram a atingir os 27º, na serra, casa do Nacional, o frio e o vento faziam sentir-se de forma anormal.

Os alvi-negros entraram a mandar no jogo, com bons lances de bola mas com pouca eficácia na zona da área Maritimista valendo a defesa dos verde-rubros para anular eventuais lances de perigo dos da casa.

Foram 20m que só deu Nacional, Mossoró que ocupou o lugar de Marcinho, tem um rasgo de inspiração e num lance de demónio assiste o inevitável Makukula que não fez cerimónia e fuzilou o suíço do Nacional.

O jogo ganhou mais ritmo, e foi o mesmo Makukula que de cabeça poderia ter aumentado a vantagem, desta vez o Suíço travou o lance Maritimista
Logo de seguida e mais uma vez, Makukula de frente para a baliza pega mal na bola e não fez o 2-0.

O Marítimo jogava a seu belo prazer enquanto que o Nacional aguentava-se a bronca, Wenio no meio campo, a substituir o capitão Bruno, era o responsável pela destruição do jogo alvi-negro.

Intervalo na Choupana 0-1 no marcador


A segunda parte revelou um Marítimo igual a si próprio, a gerir o resultado com boas trocas de bola a meio campo e a jogar em cima do erro do adversário. O nacional galvanizou-se, mas foi sol de pouca dura, no momento de crescendo nacionalista o Marítimo por intermédio de Makukula cria grande perigo na área adversária, a bola ressalta para fora de área e Wenio com um tiro mortal extermina todas as possibilidades de um resultado diferente no marcador, assinalando assim o 2 golo do Marítimo nesta partida.

Até ao final do jogo, o Nacional chegou com perito a baliza Maritimista por uma vez, o Marítimo geriu o resultado, anulou o pendor ofensivo dos da casa e pouco depois o árbitro dava por terminada o jogo e esta jornada da Liga Bwin.

Arbitragem
Olegário Benquerença não esteve mal, aliás, bem melhor que no jogo que opôs o CSM ao Setúbal, de qualquer maneira acho que foi muito perdulário nas sanções disciplinares, com uma expulsão clara para o nacional a ficar por assinalar.

Melhor em campo (Marítimo)
Destaco a prestação do regressado Wenio, de facto o jogador veio substituir Bruno e mostrou que voltou a subir de forma independentemente do golo Wenio fez um bom jogo, destaque ainda para Mossoró e Makukula o primeiro pela luta e garra que imprime no seu jogo e o segundo pelo golo que marcou.

Pior em campo (Marítimo)
Fernando, de facto é um jogador completamente alucinado, entrou para substituir Olberdam mas é uma cabeça louca, faz entradas desprovidas de inteligência, não tem visão de jogo muito mal.


Conclusão
O resultado foi justo, o jogo foi agradável, o Marítimo mostrou a sua superioridade com inteligência, boa gestão e alguma qualidade futebolística, o Nacional, demonstrou muitas fragilidades na gestão de jogo, algum nervosismo e indisciplina nas suas fileiras, Joka tem de fazer mais trabalho de casa se quiser fazer um campeonato tranquilo.


Curiosidades
A direcção do Nacional anunciou, durante a semana, que as credenciais e convites para o jogo deveriam ser entregues única e exclusivamente a simpatizantes do Nacional e que o preço dos bilhetes para os visitantes seria de 40€, o resultado foi, mais uma vez, um golpe de elitismo futebolístico de carácter nojento, inclusive eu, pela primeira vez na minha vida, tendo o meu clube a jogar a 12km da minha casa, fui obrigado a vê-los jogar na televisão mas deus escrever certo por linhas tortas e esta manhã a Madeira acordou com um sorriso nos lábios.

Antes de me despedir, tenho de desejar as maiores felicidades à selecção Portuguesa nos jogos que ai vêm, em especial ao Makukula um grande abraço de boa sorte.

VIVA O MARITIMO ALLEZ ALLEZ.

segunda-feira, outubro 29, 2007

Águias Raçudas 2-1 Leões Ilhéus


Estádio da Luz, em Lisboa
Assistência: 44 mil espectadores
Árbitro: Pedro Proença (Lisboa)

Benfica: Quim, Maxi Pereira, Luisão, Edcarlos e Léo; Katsouranis, Binya, Rui Costa, Di María e Rodríguez; Cardozo.
Suplentes: Butt, Luís Filipe, Zoro, Miguelito, Adu, Bergessio e Coentrão.
Treinador: José Antonio Camacho.

Marítimo: Marcos, Ricardo Esteves, Ediglê, Van der Linden e Evaldo; Wênio, Olberdam, Mossoró e Marcinho; Makukula e Kanu.
Suplentes: Marcelo, Briguel, Fernando, Luís Olim, Sidnei, Djalma e Bruno Fogaça.
Treinador: Sebastião Lazaroni.

Opinião do adepto Benfiquista - POR PAULO MATIAS

O Benfica entrou mal no jogo, durante a primeira meia hora de jogo Katsouranis andou perdido no meio campo e Luisão não se adaptava na marcação a Makukula, Di Maria estava inconsequente a atacar e abriu um corredor para o desgraçado do Maxi Pereira estancar. Pareciam meio perdidos os jogadores do Benfica...

Até que após o primeiro golo do Marítimo com culpas para o mau posicionamento de Quim (ainda deve estar a pensar porque saiu de casa...) e o golo da igualdade obtido por Cardoso na conversão de uma grande penalidade, surge o lance que alterou por completo o jogo, na minha opinião o lance capital da partida! Quim comete grande penalidade sobre Kanu e é expulso, Camacho retira Ed Carlos e lança Butt para defender o penalty!!
Com isto Katsouranis anulou Makukula e ainda apoiou decisivamente os lances ofensivos encarnados, Luisão soltou-se da marcação ao Luso Congolês e partiu para uma exibição imaculada, e claro, o efeito de um penalty falhado pelo adversário assume sempre capital importância... Quase esquecemos que o Benfica jogou com menos 1 durante 1 hora...

Ao intervalo Camacho volta a mexer bem na equipa, lança Luis Filipe que contribuiu decididamente para os melhores 10’ do Benfica esta época, um reinicio de partida dominador do Benfica com destaque para o perigo que veio do flanco direito!

Entretanto o Marítimo reequilibrou a partida como seria de esperar, afinal estava em vantagem numérica, e assistimos a uma segunda parte carregada de emoção, onde todos sentiam que qualquer uma das 2 equipas poderia vencer o jogo! Mas foi Freddy Adu, parece fazer esquecer Mantorras na catedral, que a 3’ do fim ofereceu a vitória ao Benfica, justa pela entrega e raça dos encarnados!

Qual é o adepto que não gosta de ver um jogador suar até à ultima gota com a camisola do seu clube vestida? Os do Benfica não fogem à regra, vou fugir ao cliché do jogador à Benfica ou jogador à Porto ou seja o que for, é o jogador do adepto! Cristian Rodriguez encarna na perfeição este tipo de jogador, fantástico a forma como se entrega durante os 90’, apesar de alguma contenção no inicio das partidas não lhe fazer mal nenhum de forma a chegar inteiro ao fim... Outros haveriam que pela sua importância nesta partida mereciam a distinção de melhor em campo, mas o Uruguaio por ser o jogador do adepto merece-a mais do que ninguém!

O público merece também uma nota positiva, perdoem-me a falta de humildade, mas considero que um bocadinho da responsabilidade pela defesa de Butt na grande penalidade pertence-me a mim, assim como a todo o estádio da Luz... Ficámos todos nós (os presentes no estádio) com a clara sensação que foi uma defesa do público!

Opinião do adepto verde-rubro POR MIGUEL PEREIRA

Há equipas que querem se equipar aos grandes. No entanto, essas mesmas equipas não têm no seu comando um líder ambicioso, capaz de transmitir uma mentalidade ganhadora, que faça a equipa crescer.

O Marítimo é um caso que se adequa totalmente à minha frase anterior. Há muitos anos que ambiciona estar ao nível dos grandes, mas não tem tido treinadores “COM TOMATES” para arriscarem nos principais palcos do país.
Sebastião Lazaroni é um desses treinadores, com pouca ambição. Apenas mais um...
Hoje com mais um jogador não teve aquela dose de ambição que distinguem os grandes treinadores e, portanto, o Marítimo perdeu uma oportunidade de vencer na Luz.

Como é se explica que aquando da lesão de um avançado, e a jogar com mais um jogador, opte por colocar um defesa?

Como é que se explica que depois de estar a perder um treinador fique estático como se nada se passasse e não mova uma palha no banco de suplentes?

Para juntar à falta de ambição do treinador, só faltava o desnorte da linha média maritimista. Sem Bruno, não havia ninguém para organizar e pautar o jogo. Wênio, não percebo porquê, já não é aquele jogador influente que foi em tempos. Nesta altura, pergunto: “Porquê a dispensa de Arvid Smit”. O jogador holandês é semelhante a Bruno na forma de jogar e poderia ter sido útil neste jogo. Provavelmente, o meio-campo não seria uma ribeira, nem o Benfica teria tanta superioridade atacante.

As coisas ridículas, porém, não acabam por aqui: Makukula, um dos mais recentes “heróis nacionais", que só chegou ao Marítimo este ano, que até um jogador emprestado, foi nomeado inexplicavelmente capitão. Aquando da saída deste, a braçadeira passa para outro jogador que apenas chegou esta época, que curiosamente também é emprestado, Ediglê!

Não percebo sinceramente estes critérios para se escolher capitães de equipas. Escolhe-se dois jogadores que percebem pouco da mística do clube em detrimento de outros que já estão cá há alguns anos, como Marcos, que foi o capitão durante toda a época passada, ou Wênio, que está na Madeira desde a época 2002/2003.

Nos momentos em que a equipa pareceu estar a controlar o jogo, a sector mais recuado tinha que cometer erros estúpidos. A grande penalidade cometida por Ricardo Esteves é das piores burrices que pode haver no futebol, enquanto que não cabe na cabeça de nenhum maritimista como é que Wênio não alivia convenientemente a bola e como é que a defesa é tão permissiva no lance do golo de Freddy Adu, que acabou por dar a vitória ao Benfica.

Depois há igualmente aquelas oportunidades caídas do céu, como o penalty a favor do Marítimo, que não foi aproveitado. Realce-se que Lazaroni havia dado a ordens a Makukula para não marcar o castigo máximo – penso que seria Kanu a fazê-lo –, porém, o jogador luso-congolês, que, por ser Internacional por Portugal, já anda com manias de vedeta, não respeitou o treinador e acabou por falhar esta excelente oportunidade.
Até nem culpo o avançado por ter falhado o penalty, pois houve mérito na forma como Butt o defendeu. Contudo, se havia ordens para outro jogador converter a penalidade, havia que respeitar. Daqui podemos denotar que pode haver muita amizade no balneário verde-rubro, mas falta alguém com mão de ferro e que se assegure que as ordens são respeitadas.

Após tantas críticas é difícil eleger um melhor jogador entre os maritimista. Todavia, a minha escolha recai sobre Kanu, não só pela subtileza e, ao mesmo tempo, frieza pela forma como bateu Quim, mas sobretudo pela entrega que teve durante todo o jogo.

Concordo com Lazaroni – depois de muito o criticar – quando diz que a equipa de arbitragem foi a mais fraca do encontro. Não obstante ter estado bem nos lances capitais da equipa – as duas grandes penalidades –, Pedro Proença foi de uma dualidade de critérios impressionante. Muitas vezes os jogadores vestidos de laranja caíam e o árbitro não assinalava nada. Contudo, quando o jogador de vermelho caía, numa jogada igual, era logo assinalada falta. Enfim, algo perfeitamente normal no futebol português. Nem sei por que razão estou a falar disto!

Não foi por aí, no entanto, que o Marítimo perdeu o jogo. Foi, como já referi, pela falta de ambição do seu treinador e pela ribanceira no meio-campo verde-rubro. Embora considere que o empate seria o resultado mais justo, penso que a vitória premeia a equipa que teve mais garra para vencer.

Fotografias gentilmente cedidas pela City Files

segunda-feira, outubro 08, 2007

Leões Das Ilhas Vs Sardinhas Enlatadas


Estádio: Regional dos Barreiros
Jogo: C.S. Marítimo Vs. Vitória F.C
Publico: 9200 pessoas
Árbitro: Olegário Benquerença

Marítimo: Marcos; Ricardo Esteves, Ediglê, Fernando e Evaldo; Olberdam; Marcinho, Bruno e Fabio Felicio (Márcio Mossoró, 71m); Kanu (Djalma, 71m) e Makukula.

V. Setúbal: Eduardo; Janicio, Auri, Robson e Adalto; Elias; Sandro, Ricardo Chaves e Paulinho (Bruno Gama, 62m); Matheus (Filipe, 90m) e Edinho (Leandro, 80m).

Opinião de um Marítimista

Foi num estádio praticamente cheio e a fazer lembrar os velhos tempos, que o Setúbal entrou no relvado em posição de visitante.
Quando se pensava que íamos assistir a um jogo fluido, de parte a parte, e a um futebol de qualidade, bastaram 5' para entender que o tédio ia assombrar aquela gente toda.
Culpa de quem? Podemos dizer que de todos!


Um Marítimo lento e completamente descaracterizado daquilo que vem sendo habitual, entrou em campo para tentar furar um Setúbal que defendia “A LA GREGA” quero com isto dizer, em 11 jogadores 10 defendiam e um saia ao ataque.
O árbitro deu a sua ajuda ao mau espectáculo. Olegário foi um autêntico tampão de futebol. Estavam decorridos 10' de jogo e já tínhamos assistido a 9 faltas marcadas, uma por minuto, das quais 2 foram reais e uma delas daria posse de bola aos visitantes. O Árbitro tapou literalmente a fluidez futebolística assinalando falta a todos os contactos físicos dentro de campo.

Durante a primeira parte foi o Marítimo a equipa mais ofensiva, não obstante não ter conseguido grandes oportunidades de golo, lá foi tentando bater a defesa Setubalense que marcava homem a homem e com dois para 1. Grande mérito para Carlos Carvalhal que conseguiu de facto fazer com o Marítimo se perdesse em desespero nas tentativas de rasgar a sua dupla barreira defensiva. Por outro lado, mostrou uma ponta de idiotice ao não arriscar as subidas à área Verde-rubra, isto porque no centro da defesa estava a titular o frágil Fernando.
O Intervalo dava o nulo de jogo, futebol, resultado, emoções, golos e oportunidades.

A segunda parte traria mais emoção, comentava-se nas bancadas, mas afinal foi mais do mesmo, a única coisa que mudou em relação à primeira parte foram as substituições de parte a parte. MOSSORÓ e DJALMA, nada trouxeram de novo ao Marítimo, enquanto que do lado dos visitantes BRUNO GAMA entrou determinado a mudar a apatia defensiva dos de Setúbal.
Alguns lances de perigo junto das balizas, dois deles proporcionados por Makukula que podia ter marcado, só não o conseguiu por mérito da defesa setubalense e do Guarda-redes que fez uma defesa impossível a remate da sua autoria.
Do lado Setubalense, 4 lances dignos de comentário. Um remate cruzado de Matheus que passou a centímetros do poste de Marcos, um remate frontal de Edinho (LIVRE DIRECTO) que obrigou Marcos a ter de se aplicar, um cabecamento mal feito mas que causou perigo e, antes de cair o pano, a defesa da Tarde, Marcos com a ponta dos dedos tira o golo do chapéu de Ricardo Chaves.
Foi o fim do jogo...

Melhor jogador do Marítimo:

Olberdam, sem dúvida, o jogador lutou inconformado com a postura dos visitantes, raramente falhou uma intercepção e jogou sempre em prol da equipa, teve um mau momento que proporcionou o lance de maior perigo do Setúbal, mas errar é humano e é por isso que os lápis trazem borrachas na cabeça...

E o pior jogador do Marítimo foi sem dúvida Marcinho, fez um jogo para esquecer, não obstante ter sido ele o jogador que mais lances bonitos fez, na hora da verdade (PASSE) a bola acabava nos pés do adversário infantilmente, alem de que não auxiliou a defesa uma única vez.

Olegário Benquerença e a pandilha de “internacionais” que o acompanhou foram sem margem para dúvidas a pior equipa em campo. Assinalavam falta a tudo o que era contacto físico, tentaram impor uma autoridade ridícula ante os treinadores de ambas equipas, interrompendo o jogo por 2 vezes para chamar à atenção alegadamente aos timoneiros das duas equipas, quando essa é a função do quarto árbitro. Assinalaram um fora de jogo ao Setúbal, durante um lance ofensivo do Marítimo (MOMENTO HILARIANTE DA TARDE) tão ridículo que até os jogadores do Marítimo deram a bola ao Setúbal convencidos que tinha sido falta a meio campo. E, o MOMENTO GATO FEDORENTO DA TARDE, quando Ricardo Esteves corria em direcção da baliza de Eduardo numa tentativa de se desmarcar, o passe de Bruno acertou nas costas do jogador e sobrou para o Lateral do SETÚBAL, tendo o arbitro interrompido o jogo para mostrar amarelo a RICARDO ESTEVES por uma hipotética MÃO.
Um autêntico FREAK SHOW motivado por uma incompetência gritante de Olegário e sua Banda, que acabou por beneficiar quem defendeu (SETUBAL) mas não intencionalmente porque o Setúbal também foi prejudicado em alguns lances, interrupções atrás de interrupções...

O Marítimo foi anulado pelo pendor defensivo do Setúbal que apareceu covardemente recolhido. Uma má opção do técnico Carlos Carvalhal, dizem os que gostam de futebol, boa opção para aqueles que querem pontuar custe o que custar, não obstante o Marítimo ter baixado de forma neste jogo, mostrou que tem maturidade para aguentar a pressão de equipas com o calibre defensivo equilibrado.
Carlos Carvalhal deve ter ido no avião a pensar que se calhar, mais valia ter arriscado desde inicio, porque no fim quando Bruno Gama trouxe futebol aos Sadinos o Setúbal mostrou que se atacar pode ser perigoso.
O empate é mau para os adeptos mas é bom para as contas de ambas as equipas, o jogo acabou por deixar o Marítimo na segunda posição. Vem ai o frágil SLB, vamos lá ver se conseguimos pontuar fora de casa.

Aviso à Navegação:

MAKUKULA, mais uma vez viu um cartão amarelo por uma infantilidade gritante, à primeira afastou a bola do adversário depois do apito do Árbitro, foi avisado, 5' depois faz a mesma coisa e leva amarelo. Este gajo tem um juízo desproporcional ao tamanho físico, só pode, pois é a segunda vez que vê um cartão amarelo por uma estupidez.

Opinião de um Vitoriano

Tarde cinzenta no Funchal; Jogo cinzento; Arbitragem cinzenta. Esperava-se muito deste jogo. Por um lado o Marítimo que ganhou todos os jogos em casa, que tem um frente de ataque com veia goleadora, e do outro lado, os visitantes de Setúbal, invictos até à altura, sendo claramente a surpresa do campeonato até agora.

A tarde cinzenta pareceu contagiar as equipas, que apresentaram um futebol muito apagado, sem ponta de emoção. Tudo começou muito morno, e a primeira parte....primeira parte? Nem sei se jogaram durante os primeiros 45 minutos. Nem uma oportunidade digna de eu poder descrever... O Vitória armou um autentico muro no seu meio campo, e o marítimo não encontrava soluções se não de rematar de longe...remates que foram sempre ao lado. Valeu o facto de eu ouvir o relato na rádio, já que não houve transmissão televisiva. Sempre é mais emocionante. Pelo menos parece...

A segunda parte iniciou como acabou a primeira... Mas aos 56 minutos finalmente o primeiro sinal de perigo. Makukula de cabeça obriga Eduardo a uma excelente defesa. Os adeptos puxavam pela sua equipa, mas o Vitória despertou e tentou reagir, e bem. Duas grandes oportunidades e uma contínua pressão na equipa que segurava o 2º lugar. Até ao fim do jogo uma ou outra oportunidade, mas nada de especial.

17:50h.... e o apito final. Um alivio para os jogadores, adeptos e para aqueles que perderam quase 2 horas a ouvir um relato sem emoção e pior: sem golos. Jogo fraco. Nenhuma equipa mereceu vencer, daí o empate se ajustar. Até porque o resultado (0-0) mostra como foi o jogo.

A arbitragem....enfim, já elogiei, já critiquei e infelizmente terei de criticar de novo. Dualidade de critérios....poucos amarelos mostrados para as faltas cometidas, em especial dos sadinos. Vá lá que não interferiu directamente no resultado. Menos mau.


Patrão da defesa. Serenidade. Voz de comando. Beckenbauer? Não. Auri! Grande jogo deste central que mais uma vez mostrou toda a sua qualidade. Não passou nem uma. Makukula e Kanu lá tentaram várias vezes fintar este pilar, mas sem sucesso.

Apesar de tudo, lá continuamos na nossa caminhada. Ainda ninguém nos derrotou. Vamos somando pontos fora de casa. Parece-me que não será preciso sofrer até ao fim esta época. Penso que alcançar um lugar entre os primeiros 10 é bastante realístico, e quem sabe se não haverá surpresas e consigamos ir até á UEFA.

segunda-feira, outubro 01, 2007

Estrela Tricolor Vs Leão da Pérola Atlântica

Local: Estádio José Gomes
Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal)
Assistência: Luis Filipe Scolari, mais umas centenas de pessoas que não ganham um centésimo do que ele ganha e trabalham.

ESTRELA AMADORA: Nélson, Rui Duarte, Maurício, Wagnão, Cardoso, Fernando, Yoni (Pedro Pereira 69 m), Mateus (Luís Aguiar 80 m), Tiago Gomes , Moses (Mossoró 56 m), Ndiaye. Treinador: Daúto Faquirá

MARÍTIMO: Marcos, Ricardo Esteves, Edigle, Fernando (Gregory 87 m), Evaldo, Bruno, Olberdam, Marcinho, Fábio Felício (Djalma 75 m), Kanu (Márcio Mossoró 75 m), Makukula. Treinador: Sebastião Lazaroni

Marcador: 1-0 Tiago Gomes (47 m) 1-1 Fernando (59 m)

Cartões amarelos – Moses (13 m), Kanu (22 m), Ricardo Esteves (71 m), Fernando (74 m), M.Mossoró (76 m) e Gregory (93 m)

Versão Tricolor

Mais um jogo fraco na Reboleira. Desta feita o adversário tricolor era o Maritimo.

Daúto escalonou a equipa com a tactica habitual. 4 defesas 3 medios e 3 atacantes, traduzindo-se em campo em: 2 defesas centrais 2 laterais, 1 medio defensivo, 1 medio "normal", 1 medio de ataque, 2 extremos e 1 um avançado fixo, mais 1 gajo com luvas e que fica entre os postes. Surpresa para a inclusão no onze inicial do extremo espanhol Yoni.

A equipa entrou apática deixando o Maritimo ter posse de bola. Posse essa que não lhe servia de muito porque jogadas com finalização possível foram nulas. Entretanto e pelo meio Bruno Paixão apitava por tudo e por nada, do qual saiu um cartão amarelo para Moses aos 12 minutos (por sinal o único mostrado ao Estrela)... ridiculo.

Aos poucos o Estrela viu que dar a bola ao adversario nao surtia efeito e começou a criar jogadas de perigo e varios foram os cruzamentos que se perderam nas mãos de Marcos ou em cantos.

A segunda parte embora com os mesmos intervenientes foi mais activa e começa com o golo do Estrela que durou cerca de 10 minutos até que um “madeirense de gema” marcou o golo 1000 dos insulares na divisão maior. Sorte no ressalto e possível fora-de-jogo do marcador ditaram a duvida. Duvida que nunca favorece o Estrela que esta época em 5 jogos já tinha tido dois golos anulados.

Até final muito respeito mútuo e o jogo voltou ao inicio, morno e sem soluções, nem as substituições deram resultados práticos nos dois conjuntos.

Melhor em campo:

Rui Duarte – Tanto na primeira como na segunda parte os seus cruzamentos levaram muito perigo à area verde-rubra. Um deles deu mesmo golo.

Arbitragem:

Caiu?, “piii”... falta. Caiu?, “piii”... falta. Caiu?, “piii”... falta. Foi assim principalmente a primeira parte, principalmente a favor do Maritimo, que não tem culpa..

Notas positivas:

- Não choveu.

- Mauricio, "secou" Makukula.

- Amigos Madeirenses compareceram na bancada e confraternizaram com o amigo Tricolor.

- Parabéns a eles pelo fair-play demonstrado na bancada e durante os lances.

Notas negativas:

- Futebol... de férias.

- Mateus joga a passo. Mossoró... quem? Yoni... esquece.


PARABENS AO MARITIMO PELA MARCA HISTÓRICA, PELO PONTO CONQUISTADO E POR VIR JOGAR O JOGO PELO JOGO.

Para a semana é na Mata Real, numa Segunda-feira... à noite (20:30 h)... sem transmissão via Tv... Bom, muito bom, cada vez melhor.



OPINIÃO DO ADEPTO VERDE-RUBRO, POR MIGUEL PEREIRA

Este foi provavelmente o pior jogo que viu o meu Marítimo fazer esta época. Salvou-se o resultado, contudo. Isto pode parecer contraditório com a frase anterior, mas, em minha opinião, os verde-rubros não tiveram do todo mal. O problema aqui é que esta equipa já rubricou muito melhores exibições que deixaram os adeptos mal acostumados. E cá para nós, este Marítimo sabe fazer mais e melhor.

A meu ver, foi um jogo mau o que se disputou na Reboleira. Uma grande disputa de bolas a meio-campo, com equipas muito iguais. O Estrela da Amadora é uma equipa fechada, que não dá muito espaços, o que impediu o Marítimo de fazer o seu futebol. Kanu não esteve ao seu nível, Makukula esteve muito bem marcado por Maurício.

Quando o Estrela da Amadora conseguiu vantagem, tenho que confessar que vi as coisas mal paradas. Não via o Marítimo reagir e quando Fernando marcou, o empate era penoso para os tricolores. Felizmente, o golo pareceu alegrar as hostes maritimistas, que poderiam ter chegado à vitória.

Refira-se que este golo marcado por Fernando entra para a história do Marítimo, pois foi o milésimo golo dos verde-rubros no escalão maior do futebol português. Um marco importante, sendo mais importante ainda o facto de o homem que o marcou ser um madeirense, formado nas escolas do clube, que, porém, apesar de estar estado bem, não fez esquecer o lesionado Van Der Linden.

Em relação à arbitragem de Bruno Paixão, penso que o nome do árbitro resume tudo. A um estilo bem português, ao mínimo contacto assinalava falta, umas bens e outras nem por isso, para não falar das dualidades de critérios. Sinceramente fico com dúvidas em relação à posição de Fernando na altura do golo.

Neste jogo, tenho de sublinhar, que finalmente tivemos um Marcinho, melhor maritimista em campo, ao nível a que nos habitou. Nos momentos em que a equipa esteva perdida, foi ele que organizava o jogo maritimista, levantando o moral das tropas.

Num jogo muito aguerrido, o resultado foi justo. Não é um mau resultado para os pupilos de Sebastião Lazaroni. Como já referi, no entanto, este Marítimo sabe fazer mais e melhor e há que sublinhar que o adversário, além de estar bem organizado, é uma equipa muito forte em casa.
Nesta jornada ninguém nos tira o segundo lugar. Para semana, o Marítimo terá um jogo difícil e terá que jogar muito mais do que aquilo que jogou hoje.

Curiosidades:
● Perto do final do jogo, cuja segunda parte assisti ao lado do colega de blog Estrela, oiço um som que me é muito familiar. Pergunto a um amigo se ele também tinha ouvido o mesmo som, ele abana a cabeça que sim, até que, o que pensávamos ser um toque de telemóvel, estava a ouvir-se em todo Estádio. Algum dos elementos da claque “Esquadrão Maritimista”, provavelmete, deveria ter o toque da “Marcha do Marítimo” no telemóvel e colocou-o no altifalante, logo seguida da música “Viva ao Marítimo”.
A verdade é que enquanto as músicas verde-rubras tocaram, os jogadores maritimistas parecem jogar com outro ânimo e Mossoró teve uma boa oportunidade para colocar a equipa em vantagem.

terça-feira, setembro 25, 2007

Maritimo News




Olá a todos,

O Clube Sport Marítimo, o maior das ilhas, equipa histórica da divisão cimeira do futebol Português, prepara o seu próximo jogo a contar para essa competição, desta feita os das ilhas vão defrontar o outro histórico do futebol Português, o Estrela da Amadora.

O jogo da Reboleira, é sempre um jogo da amizade, duas equipas que mantêm óptimas relações e que são a todos os níveis símbolo da perseverança e dedicação à alma e gosto futebolístico.

Num jogo, que tradicionalmente termina com uma divisão de pontos, o Marítimo leva consigo a possibilidade de vincar novamente a história do seu clube, que celebrou no passado dia 20 deste mês o seu 97 aniversário.

Vincar a história como, perguntam-me vocês?

Pois é, durante o jogo com o Belém, o Marítimo somou o seu 999 golo na I divisão do futebol Português.

Ora, a acontecer golos por parte do Marítimo na Reboleira, quem o conseguir fazer, marcará o 1000 golo verde-rubro com o logótipo da I Liga no braço. Para muitos pode parecer um preciosismo, para outros é de facto um momento histórico, seja como for, grande parte dos adeptos Maritimistas pedem que esse golo, na Reboleira ou não, seja marcado por BRUNO, o veterano Madeirense que voltou a trazer a mística maritimista aos Barreiros, será sem duvida a cereja em cima do bolo para este Marítimo que entrou com o pé direito na época futebolística 07/08 e para o prórprio Bruno, se o conseguir, um jogador que, relembro, mesmo ostentando as cores do Mafarrico Serrano, não se poupava a dizer publicamente e para a imprensa que o seu clube de coração é o Marítimo, de louvar tal atitude de um jogador profissional.

O primeiro tento Maritimista na I Divisão, foi apontado por Eduardinho em 77/78, o golo 100, apontado por Toninho Metralha, o golo 500 ficou a cargo de Alex Bunbury, e o golo 1000 está nos pés de 22 jogadores, veremos qual deles fará o gosto ao pé e aos adeptos.



Outra noticia, vinda a publico recentemente, foi a mudança dos planos para o ESTADIO DO MARITIMO, o projecto anterior foi abandonado e por acordo entre o Governo, o Município e o clube, as actuais instalações dos Barreiros serão doadas ao clube Verde-Rubro que poderá assim projectar o seu novo estádio naquele espaço, segundo noticias vindas a publico, do estádio actual, só sobrará o relvado, toda a restante fachada será remodelada e modernizada, estando prevista a inauguração para o ano de 2010.
Este acordo só foi possível após a inauguração do novo e moderno Complexo Desportivo Regional construído na Ribeira Brava, que tornou o Estádio dos Barreiros obsoleto para a prática das restantes modalidades que lá se praticavam.





Esta noticia é de facto uma excelente noticia para todos os Maritimistas, pois vão continuar a assistir aos jogos no mesmo sitio, não será tão boa noticia para o proprietário dos terrenos onde estava projectado o anterior estádio, pois o senhor imigrante no Canadá, pedia a módica quantia de 900 contos por m2, poderá agora ficar com todos os seus terrenos a gerar silvado e erva daninha para então iniciar uma pastagem de carneiros pretos e brancos ruminantes Eu se fosse a ele, ia de imediato pedir justificações ao seu procurador na Madeira, de forma a saber o porquê de uma mudança súbita de planos já que, ele procurador, lhe tinha dito que 900 contos era um preço aceitável no mercado e que o Marítimo já não poderia recuar com o negócio porque já tinha apresentado o projecto publicamente, mas isso agora são “fait divers” eles são alvi-negros que se entendam.

Aproveito ainda para dar publicamente os meus parabéns ao Sr. Sebastião Lazaroni que completa hoje o seu 57 aniversário, não obstante ter dito publicamente ontem, que a sua passagem pelo Marítimo não ultrapassará 1 época, são opções há que respeita-las.

FORÇA MARITIMO ALLEZ

segunda-feira, setembro 24, 2007

Maritimo Vs Belenenses

Estádio: Regional dos Barreiros
Publico: 7200
Arbitro: Cosme Machado
Resultado: 2-0

Marítimo - Marcos; Ricardo Esteves, Ediglê, Antoine e Evaldo; Olberdam; Marcinho, Bruno e Fabio Felicio (Fábio Felicio, 90m); Kanu (Márcio Mossoró, 70m) e Makukula (Bruno Fogaça, 91m).

Belenenses - Costinha; Cândido Costa (Mendonça, 62m), Rolando, Devic (Roncatto, 51m), Hugo Alcantâra e Rodrigo Alvim; Gabilan; Ruben Amorim, Zé Pedro e Silas (João Paulo, 81m); Weldon.

Golos - Kanu (26m) e Makukula (90m)

Disciplina - Cartões amarelos para Antoine do Marítimo e para Ruben Amorim e Cândido Costa do Belenenses.

O jogo versão Maritimista

Ontem, no Estádio dos Barreiros, o Marítimo recebeu o Belenenses em mais um jogo a contar para a Liga Maior do futebol Português. Em semana de aniversário, o Marítimo queria dar uma prenda aos seus sócios e adeptos para terminar em grande a semana do seu 97 aniversário.

E melhor adversário que o Belenenses não poderia haver, sim, porque a única vez que o Marítimo ganhou o titulo cimeiro do futebol Português foi frente ao Belenenses já lá vão 74 anos.
Os visitantes entraram em campo à como havia, feito na Alemanha, uma teia mortal e perigosa, com os dois laterais subidos, três centrais e Weldon apoiado pelo poderoso Silas, com Jorge Jesus a tentar emaranhar o Marítimo no seu meio campo compacto e propositadamente confuso.

De louvar esta postura dos visitantes de facto muito eficaz e a proporcionar excelentes momentos de futebol.

O Marítimo, coincidência ou não, entrou da mesma forma em campo, Olberdam jogou parte do jogo a meio dos centrais, R. Esteves e Evaldo jogaram em cima da linha de meio campo para tentar progressões laterais.Excelente visão de Lazaroni que em poucos dias de futebol em Portugal já conseguiu compreender que o futebol LATERAL faz toda a diferença no campeonato Luso.

O jogo decorreu de forma estonteante com oportunidades para ambos os lados e em igualdade de circustancias, sendo a primeira para o Marítimo por intermédio de Kanu, em resposta os do Restelo através de Alvim também tentaram abrir o activo.

O Publico gostava do que via, futebol de parte a parte, um bom início de ambas as equipas com as transições e os passes a saírem em grande nível, tínhamos tudo para assistir a bom futebol.
Kanu, isola-se a passe de F.Felicio, estavam decorridos 26m da primeira parte, os defesas dos visitantes com alguma culpa, viram o Marítimo abrir o activo. Festejou-se nos Barreiros à moda antiga.

Quando toda a gente pensava que as coisas iriam ficar mais fáceis, um jogo mais aberto por parte do Belém, é Marcos que é chamado a defesa da tarde por remate de Ruben Amorim, bom momento de futebol.

Antes do intervalo, há que chamar atenção para o falhanço da tarde, Marcinho isolado em frente da baliza aberta do adversário, falha escandalosamente o segundo golo Maritimista.

Intervalo nos Barreiros 1-0 no marcador


A segunda parte veio com ambas equipas novamente entrosadas, aqui há que ressalvar a estratégia adoptada por Lazaroni, que ante um meio campo desgastado obriga os jogadores a defender em transição, ou seja, cada vez que o Belém atacava com pendor, o Marítimo recuperava a bola e travava a fome azul com transições curtas entre os centrais e os laterais dentro do seu meio campo, obrigando assim os de belém a progredir.

Durante a segunda parte o Belenenses foi mais perigoso mas coisa pouca, o Marítimo limitava-se a tentar infiltrar as linhas adversárias com calma e paciência.

Ao cair do pano, Makukula, e quem mais poderia ser, ganha uma bola entre os defesas a passe de Bruno, levanta a bola e com uma frieza assustadora e ainda a rir na cara de Costinha mata o jogo com um remate a altura da cintura e em balão, assustador foi a forma FRIA E PASSIVA com que o jogador marca aquele golo, digo-vos que estava a 7 metros do lance e vi o MAKUKULA marcar o golo a rir, literalmente como se estivesse a conversar no café com um amigo, impressionante este senhor.

Melhor em campo MARITIMO:

Destaco Kanu, pelo golo que marcou, pela assistência que fez para o falhanço de Marcinho e por toda a dedicação que imprimiu no jogo, foi sem duvida o lutador da tarde, com destaque ainda para a experiência de Bruno que travou por várias vezes algumas progressões adversárias, e F. Felício, meus senhores este jogador é um fenómeno.

Pior em Campo MARITIMO:

Marcinho, pelo golo que falhou, pela sua insistência em lances individuais que resultaram em nada e por não ter auxiliado a defesa nos momentos críticos, Marcinho tem de começar a ser apertado por Lazaroni.

Arbitragem:

Com erros, Cosme Machado estava mal auxiliado, eu contei pelo menos 3 foras de jogo mal assinalados, um penalti a favor do Marítimo que não foi marcado, MAKUKULA é puxado dentro da área, por outro lado Makukula devia ter sido expulso (novamente) num lance em que agride directamente um adversário no pé, sem qualquer intenção de jogar a bola, nem falta marcou o arbitro.

Conclusão:

O Marítimo está bem e recomenda-se, terminou esta jornada em segundo lugar no campeonato, tem 5 jogos e uma derrota apenas, fez um bom jogo e conseguiu segurar bem o pendor ofensivo dos visitantes que vinham com vontade e garra.Lazaroni tem vindo a mostrar que sabe montar uma equipa e, acima de tudo, consegue orienta-la com mestria dentro de campo. Ontem deu nitidamente para ver que Lazaroni exige dos jogadores uma coisa rara em Portugal, FRIEZA, PACIENCIA e CALMA transformando assim o Marítimo numa equipa matreira e muito muito fria. O resultado foi justo o Belenenses é uma boa equipa e tem um grande jogador, Silas é o maestro dos azuis.

FORÇA MARITIMO, RUMO AO CÉU, FINALMENTE TEMOS FUTEBOL NOS BARREIROS........ OBRIGADO!!!

segunda-feira, setembro 17, 2007

FC Porto Vs CS Marítimo

FC Porto - Nuno; Bosingwa, João Paulo, Bruno Alves e Cech; Paulo Assunção (Bollati, 90m), Lucho Gonzalez e Raul Meireles (Leandro Lima, 71m); Tarik (Farias, 45m), Lisandro e Quaresma

Marítimo - Marcos; Briguel, Ediglê, Antoine e Evaldo; Olberdam; Marcinho (Bruno Fogaça, 78m), Bruno e Fabio Felício (Edder, 89m): Kanu e Márcio Mossoró

VERSÃO PORTISTA, por João Ribas

No «Jogo do Título», para os Adeptos Maritimístas, o FC Porto mostrou porque realmente é o principal Candidato ao Título.
Sem fazer uma grande exibição, em claro «regime de poupança» para o confronto europeu da próxima 3ª Feira, o FC Porto dominou calmamente e por completo o Marítimo, que se apresentou muito bem organizado, mas sem criar perigo no último reduto Portista, à excepção de um ressalto, após livre falhado por Bruno, que Evaldo desaproveitou. Decorriam já cerca de 72' de jogo...
Diga-se que para esta Equipa do Marítimo nem foi preciso aparecer nenhum jogador com qualquer Varinha Mágica, dada a constrangedora fragilidade ofensiva que os Madeirenses apresentaram no Dragão. Foi aquele jogo que tipicamente se espera que mais cedo ou mais tarde o golo aparece e, de facto apareceu...
LISANDRO LOPEZ continua em grande forma e foi o Melhor Jogador em Campo. Correu, desgastou a Defesa contrária e ainda apontou o único golo da partida, após grande cruzamento de Marek Cech, ao qual a defesa Maritimista nada pôde fazer!

Venha de lá o Liverpool, agora que já estamos em 1º Lugar na Liga Bwin, por mérito próprio, depois de um início de Competição que deixou todos à espera que jamais lá estivéssemos!

VERSÃO MARITIMISTA, por Garras

O Maritimo apresentou-se ontem no Dragão para cumprir mais um jogo da Liga Bwin, com o peso de ser primeiro iria defrontar o Campeão Nacional.

Sem Makukula, o Maritimo cedo deu a entender que não ia ficar recuado no seu reduto, com um futebol de encanto e classe, mesmo com Briguel no lado direito da defesa e Mossoró atrás do jogador mais avançado.
O Maritimo dominou quase toda a primeira parte, conseguiu impedir o FCP de impôr o seu ritmo de jogo .Os campeões nacionais só conseguiam criar perigo através de lances de bola parada, os verde-rubros progrediam facilmente em contra-ataque mas com pouca eficácia na finalização.
O FCP, outrora um poderoso adversário, mostrou ontem grandes fragilidades perante o rigor táctico dos Maritimistas, à excepção de Bosingwa e Tarik, os elementos mais inconformados dos azuis e brancos, toda a restante equipa Portista arrastou-se sofrivelmente entre as quatro linhas, situação que se reflectiu no descontentamento dos adeptos.

Durante a segunda parte, devido a um erro defensivo dos visitantes, o FCP chegou ao golo, o único da partida e que deu 3 pontos aos da casa. A partir de então, o FCP ganhou alguma moral e começou a criar mais perigo, mas foi sol de pouca dura.
O Maritimo travou esse pendor dos da casa e saiu a procura do empate, foi então que o factor Lucilio Baptista entrou no jogo .
Marcinho, Olberdam e Evaldo, tiveram o golo do empate nos pés mas não tiveram a eficácia de Lisandro Lopes, o jogo terminou com o Maritimo ao ataque.

Melhor em Campo do Maritimo
Todo o colectivo merece o destaque, conseguiram mais uma vez mostrar bom futebol, só por infortúnio e falta de eficácia não conseguiram somar pontos.

Pior em em campo do Maritimo
Não vou apontar ninguém, gostei da prestação de todos os jogadores no jogo de ontem.

Arbitragem
Lucílio Batista entrou em campo da forma habitual, do lado do mais forte e quando tinha duvidas ou não sabia o que ali estava a fazer bora beneficiar os da casa, não vá o publico ficar chateado e afinal de contas eles é que estão a organizar esta festa. Perdoou um cartão vermelho a Bosingwa pela agressão a Fábio Felicio, se calhar o senhor anda com a vista nublada. O DECO perdeu a sua varinha mágica mas da-me ideia que L. Baptista encontrou-a porque por várias vezes e mesmo a cair do pano um canto a favor do Maritimo foi como que por magia transformado em pontapé de baliza para o FCP. É um bom árbitro, mas por vezes, esquece-se que a lei é para todos e que a justiça não tem côr.

Conclusão
O Maritimo não pontuou porque não teve a eficácia do FCP, a equipa jogou bem, mostrou bom futebol está bem tacticamente e penso que é com orgulho que será aplaudida no próximo jogo em casa frente aos de Belem. O FCP, mais uma vez revelou muitas falhas, grande apatia e um futebol paupérrimo. Valeu a eficácia e ganhou os 3 pontos, com mérito.

segunda-feira, setembro 03, 2007

Madeira Lions Vs Mondego Blacks

Olá a todos,

Estádio: Estádio Regional Barreiros, no Funchal
Hora: 16:00h, menos uma nos Açores
Àbitro:
Publico: 7.850

Constituição das equipas:

Marítimo - Marcos; Ricardo Esteves (Briguel, 12m), Ediglê, Antoine e Evaldo; Olberdam; Marcinho, Bruno e Fábio Felício (Luis Olim, 90m); Makukula e Kanu (Márcio Mossoró, 77m).

Académica - Pedro Roma; Sarmento (Joeano, 45m), Berger, Kaka e Cris; Paulo Sérgio (Tiero, 25m) e Pavlovic; Hélder Barbosa, Fofana e Lito; Vouho (Peralta, 57m).

Golos:
-Makukula (3m)
-Bruno (70m).

Disciplina:
Cartões amarelos para Makukula (3m), Fábio Felício (41m) do Marítimo e para Paulo Sérgio, Hélder Barbosa, Fofana e Berger da Académica. Makukula foi expulso aos 6m por cartão vermelho directo.

Jogo:

Ontem, o Marítimo recebeu no seu reduto a equipa da Brisosa, assim, o líder do campeonato recebia o lanterna vermelha para um jogo que se adivinhava complicado para ambas equipas.
A académica entrou em campo determinada e com intenções clara de encostar o Marítimo no seu reduto recuado, mas, foi muito cedo que essas intenções se esbateram, o poderoso Makukula intercepta uma bola que vem do meio campo e com uma calma fantástica tira o chapéu a P. Roma e faz explodir as bancadas dos Barreiros.

Makukula, festejou e foi punido com um cartão amarelo, logo depois, em lance semelhante, o avançado foi expulso por entrada perigosa ao adversário.

O semblante dos adeptos carregou, chegou a temer-se o pior, um Marítimo igual ao da época passada e perdulário, a coisa apertou ainda mais quando R. Esteves teve de sair lesionado e Briguel entra em campo. Era a descrença nos VERDE-RUBROS.

Até ao intervalo Marcos foi chamado a intervir por 1 vez e de forma irrepreensível, no lado dos da casa Fábio Felício e Bruno assistiam KANU que obrigou P. Roma a se aplicar, numa dessas vezes Kanu falhou o golo por centímetros da Baliza.

Intervalo nos Barreiros, 1-0



A segunda parte trouxe mais bom futebol, pelo menos da parte dos da casa, os visitantes jogavam cadenciadamente com muitas falhas de passe mas com boa marcação.

O Marítimo, ora por Bruno ora por Felício levava a água seu moinho, geria o resultado com mestria e cirurgicamente em cima do adversário, que se limitava a ver jogar.

Mesmo com menos um jogador em campo, nunca o Marítimo foi inferior aos do continente. A equipa insular mostrou um bom futebol, mesmo quando estava a gerir o resulta conseguia fazê-lo encostando sempre o adversário ao seu reduto.

A linha de meio campo é irrepreensível, Olberdam, Bruno e Felício vão dar muito que falar nesta época desportiva.

A Académica, claramente a tentar sair ao ATAQUE, conseguiu algum frisson, com dois remates que Marcos conseguiu parar.

Fábio Felício, ganha uma falta frontal a baliza de P.Roma, Bruno é chamado a converter e foi sem duvida a estocada final neste jogo, o Médio colocou com mestria a bola no fundo das redes dos de Coimbra, estava feito o 2-0.

Antes de cair o pano, e no tempo de compensação, o Marítimo podia ter feito o 3-0 por intermédio de Marcinho, mas foi Roma que evitou o golo com uma grande defesa.

Melhor jogador em campo:


Vou destacar o Bruno, o jogador assumiu as rédeas do jogo, marcou um excelente golo, que deu a tranquilidade aos verde-rubros, e, acima de tudo jogou com muita garra, posso dizer que ele assumiu a sua posição e a do jogador em falta, jogou por dois. Outro destaque positivo para F. Felício, este jogador é inteligentíssimo, rápido e de uma técnica incrível, foi também o responsável por grandes momentos de futebol ontem nos Barreiros.

Pior jogador em campo:

Não obstante o excelente golo marcado e da forma como o marcou, vou colocar aqui o nome de MAKUKULA, ele sem duvida bateu um recorde no futebol mundial, em 5m de jogo fez o que de melhor e pior pode haver, marcou um golaço, foi punido com um amarelo por tirar a camisola, infantilidade, depois, para o cérebro e entra a matar sendo punido com o vermelho, situações como estas não são dignas de um profissional, que pôs a equipa a jogar limitada, e devem ser alvo de reparos de quem de direito, dai a minha escolha.

Pontos Positivos:

- A nova postura Maritimista, a fazer lembrar os velhos tempos de Eitor e companhia,
-Bom futebol proporcionado por ambas formações,
-As qualidades técnicas de F.Felicio, um hino ao futebol,
-A galvanização e o regresso do ambiente de festa aos Barreiros por parte dos adeptos, é a reunificação da família Maritimista,
-Bons apontamentos e orientações técnicas de Lazaroni,
-Os 9 pontos em 3 jogos do Marítimo, sem duvida um bom pontapé de saída,


Pontos Negativos:

-A arbitragem, pecou por erros estranhos e pelo mau posicionamento do árbitro principal face aos lances, por duas vezes teve influencia na movimentação da bola e chegou mesmo a interceptar dois passes, um dos da casa e outro dos visitantes, usou sempre um critério estranho nas sanções aplicadas a ambas equipas.
- O momento infeliz e infantil de Makukula, não deveria ter agido da forma que o fez, conseguiu destruir uma estratégia, felizmente sem efeitos secundários no resultado mas com algum desgaste físico nos colegas.

Conclusão:

A nova época apresenta um Marítimo mais competitivo, bem orientado, com garra e com um plantel entrosado. Lazaroni mostrou ontem que tem trabalhado esta nova equipa, que pode voar alto e fazer sonhar “LA AFFICION”, para mim o melhor de tudo isto é que o Marítimo já apresentou um bom futebol, é a grande vitória, se esse bom futebol aparecer em conjunto com as vitórias é sem duvida uma grande mais valia.
A académica, não tem má equipa, peca por ter um plantel renovado e que ainda não encontrou entrosamento, mas penso que temos aqui uma equipa, que, depois de se encontrar e com os jovens jogadores que tem nas suas fileiras, pode ser uma boa surpresa, à semelhança do Estrela da Amadora da época passada, só peca por estar mal orientada MANUEL MACHADO não é bom treinador.

Curiosidades:
O Marítimo, mais uma vez, solidarizou-se com as crianças, promoveu a venda do chapéu da esperança, 4 Euros a peça, sendo que o valor reverteu a favor das instituições que apoiam crianças desamparadas, a Académica não ficou alheia ao momento e prontamente manifestou o interesse em aderir a essa campanha, foi um momento bonito e solidário.

Preciosismos:

Hoje de manhã, na SIC, a falta de rigor é abismal,passo a citar a jornalista no comentário do resumo do jogo “E o Marítimo defrontou e venceu a Académica de Coimbra, com esta vitória a equipa AÇOREANA consolidou o primeiro lugar da Liga que divide com o FCP” inadmissível, um pais com 800km um profissional que diz isto devia ser chicoteado em praça publica.

terça-feira, agosto 28, 2007

Xadrez confuso 0-2 Leões do Atlântico


Local: Estádio do Bessa, no Porto
Assistência: cerca de 2 mil pessoas
Árbitro: João Ferreira (Setúbal)

Boavista
Carlos; Gilberto, Ricardo Silva, Hugo Pinheiro e Mário Silva (Edgar, 23m); Olufemi; Bosancic (Bangoura, 45m), Fleurival e Grzelak; Laionel e Fary (Ivan Santos, 67m).

Marítimo
Marcos; Ricardo Esteves, Ediglê, Antoine e Evaldo; Olberdam; Marcinho, Bruno e Fábio Felício (Luís Olim, 87m); Kanu (Márcio Mossoró, 71m) e Makukula

Disciplina - Cartões amarelos para Fábio Felício aos, Ricardo Esteves aos 39 e Kanu aos 56 do Marítimo; e para Edgar aos 42 e aos 81, e Bruno Pinheiro 52 do Boavista. O boavisteiro Edgar foi expulso aos 81m por acumulação de «amarelos»

Ao intervalo: 0-2

Golos – 0-1 Kanu aos 2, 0-2 Kanu aos 20

Opinião do adepto Axadrezado, por The Revolution

E mais uma derrota, frente a um adversário bastante mais forte, com mais poder fisico e com mais garra, que em 20 minutos resolveu o encontro. Depois foi só gerir, e dá a sensação que se o Boavista marcasse dois o Maritimo marcava cinco.

Nós ainda somos uma equipa fraca, como disse a pior equipa portuguesa neste momento: Bangoura, Tambussi, Mateus, Moisés, Olufemi não fizeram pré-epoca, tal como Bosancic que esteve na selecção, Edgar está gordo, e outros jogadores falta-lhes qualidade.

O treinador voltou a demonstrar que anda perdido, e errou nas substituições quando tirou o único médio que poderia organizar o ataque, decidindo por mais um avançado. Só deu Laionel no ataque, e destaque para Gilberto e Fleurival que fizeram um bom jogo. Só temos de esperar mais 2 ou 3 meses, até lá para nós ainda é pré-época, e rezar pelos empates, e para que em Dezembro Loureiro e seu amante querido Pacheco, deixem o Boavista de vez.

Melhor em campo:

Laionel - foi o melhor homem da equipa do Bessa, sempre a tentar algo mais, sempre solto a encher o ataque de velocidade saindo dos pés delea maior oportunidade do Boavista que Marcos Defendeu... um contra a onze.

Árbitro:

Má arbitragem deste senhor, mas é apenas mais um. Ora bem, na primeira parte existe uma grande penalidade nítida sobre Fary. Eu posso assegurar, pois estava mesmo atrás do lance na bancada Sul cá em baixo. Foi mais que óbvio que o Fary foi varrido.
Sobre o Edgar, fico com mais dúvidas pois estava do lado oposto do campo. Na televisão vê-se que ele deixa a perna para trás. Os jornais dizem que é penalty, eu fico na dúvida.
Mas eu até posso ser de desconfiar, por ser boavisteiro, mas graças ao Apito Dourado o Boavista tem sido sistematicamente prejudicado. Eu lanço um desafio aos caros leitores: procurem o último jogo em que foi assinalada uma grande penalidade a nosso favor. E lembro o jogo com o Paços época passada, em que o Linz fica com a camisola rasgada.

Pontos Positivos:

Futebol do Marítimo, muito bom mesmo, gostei muito de os ver jogar, Felicio, Makukula e Kanu.

Finalmente há protestos contra esse pseudo-treinador Jaime Pacheco, que faz o que quer graças às nossas finanças, que outro homem causou.

Adeptos do Maritimo - são poucos, mas muito bons: boa musica a acompanhar o jogo e

Pontos Negativos:

Não percebi o anti-jogo do Marítimo. Uma equipa que joga bem, nao devia fazer aquilo e felizmente só o fez na primeira parte. Vergonhoso, falo principalmente de Evaldo e do brinca na areia Marcinho, este já é profissional.

Pouco público, o que é normal, eram bastantes as pessoas que já sabiam que o Marítimo ia ganhar.

Mário Silva - maior culpado da derrota, sem dúvidas.


OPINIÃO DO ADEPTO VERDE-RUBRO, POR MIGUEL PEREIRA

Dois jogos, outras tantas vitórias, e o Marítimo já é líder da Liga Bwin. Mais uma vez, os comandados de Sebastião Lazaroni voltaram a vencer e a convencer, o que só deixa os exigentes adeptos verde-rubros felizes.

Marcar cedo, controlar, gerir, de modo a vencer o jogo. Foi esta a tónica dos verde-rubra, no jogo que se disputou no Bessa. Perante um adversário que já teve melhores dias, o Marítimo demonstrou segurança e coesão, a meu ver.
Um autêntico banho de bola, alegria dentro de campo, um tipo de futebol que o adepto gosta de ver. Este Marítimo de Lazaroni parece estar bem e recomendar-se. Disputa os jogos com inteligência e com serenidade, fruto da qualidade dos seus jogadores e da experiência do treinador.

Em minha opinião, a arbitragem não esteve ao nível do bom jogo. Pareceu ficar por assinalar duas grandes penalidades a favor do Boavista. Para compensar, ou não, foi mal assinalado um fora de jogo a Makukula – quando este ia isolado para a baliza –, e houve algum exagero quando considerou que Marcos demorou a repor a bola em jogo.

Muitos sugeriram Kanu como melhor em campo, pelos dois golos marcados. Contudo, sou da opinião que a exibição de Fábio Felício foi mais vistosa, por todo o seu esforço pelo flanco esquerdo. Rápido, trabalhador, o extremo português tem demonstrado muita sede de bola, o que é uma mais valia para a sua equipa. Demonstra um excelente entendimento com Evaldo, compensando por várias vezes as subidas deste.

Marítimo volta a vencer e a convencer ante um Boavista apático e irreconhecível. Lidera o campeonato em igualdade pontual com o FC Porto. Uma posição que muito improvavelmente o Marítimo consolidará até final do campeonato, no entanto estes primeiros pontos serão sempre úteis numa obtenção de um lugar europeu. Falta ainda muito campeonato, porém …

domingo, agosto 19, 2007

Leões das Ilhas 3-1 Europeus da Capital do Móvel



Local: Estádio dos Barreiros, no Funchal
Assistência: Cerca de 5 mil espectadores
Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)

Marítimo
Marcos; Ricardo Esteves, Ediglê, Antoine e Evaldo; Olberdam (Wênio, 83m); Marcinho, Bruno e Fábio Felício (Luís Olim, 86m); Kanu (Márcio Mossoró, 68m) e Makukula

Paços de Ferreira
Peçanha; Ferreira, Luiz Carlos, Kiko e Antunes; Dedé; Edson (Ricardinho, 66m), Filipe Anunciação, Fernando Pilar (Edson Di, 59m) e Cristiano; Márcio Carioca (Furtado, 53m)

Disciplina - Cartões amarelos para Olberdam, Evaldo e Marcos do Marítimo; e para Kiko, Edson, Ferreira, Furtado e Dede do Paços Ferreira.

Golos – Makukula (14 e 40m), Ediglê (24m) e Dedé (48m)

Finalmente, um Marítimo de garra, a jogar futebol de qualidade que não se via há algumas épocas pelos lados dos Barreiros. Lazaroni demonstrou que criou uma equipa coesa, organizada, com identidade táctica, algo que faltava nos tempos de Ulisses Morais e Alberto Pazos.



Uma primeira parte de luxo permitiu aos verde-rubros construir um resultado volumoso, para um resto de jogo sem muitas preocupações. Os reforços demonstraram que são uma mais valia e estiveram em destaque: Makukula bisou na partida; Ricardo Esteves com boas arrancadas pelo flanco direito; os centrais Edligê e Van Der Linden deram segurança ao último reduto; Bruno pautou todo o jogo verde-rubro; Fábio Felício deu grande dinâmica ao ataque; e Mossoró demonstrou bons pormenores.
Apesar de um segundo tempo menos conseguido, com o Paços de Ferreira a ir atrás do prejuízo, conseguindo inclusive reduzir, o Marítimo conseguiu gerir a vantagem e tentar aproveitar os espaços dados pelo o adversário, que procurava inverter o resultado. Objectivo conseguido contra um adversário sempre complicado e que, além do mais, será um dos representantes de Portugal nas competições europeias.

Melhor em campo:


Makukula – Tenho de confessar que fiquei impressionado com a forma do luso-congolês. Foram raros os lances que não ganhou, e correspondeu da melhor forma aos excelentes cruzamentos de Ricardo Esteves. O pendor físico de Makukula promete ser uma dor de cabeça para as defesas contrárias.



Arbitragem:
Carlos Xistra utilizou um critério muito alargado. O golo do Paços de Ferreira é precidido de uma falta de Cristiano sobre Kanu, um erro que acaba por não ter influência porque o resultado já estava definido. Foi permissivo com entradas duras de alguns jogadores pacenses.

Pontos positivos:
● o bom futebol da equipa verde-rubra da primeira parte
● os golos de Makukula
● uma boa moldura humana
● a equipa do Paços de Ferreira, que nunca virou a cara à luta

Pontos negativos:
● uma arbitragem passiva
● algumas entradas duras dos jogadores Paços de Ferreira



Conclusão:
Uma vitória justa, que nunca esteve em dúvida. Uma boa amostra daquilo que os exigentes adeptos verde-rubros esperam que seja uma constante durante a época. Finalmente, o Marítimo venceu e convenceu!

sexta-feira, agosto 10, 2007

Referências estrangeiras do futebol luso: Paulo Autuori



A referência estrangeira desta semana foi um dos melhores profissionais brasileiros que já passou por Portugal. Falo-vos de Paulo Autuori, treinador que orientou o Nacional, Vitória de Guimarães, Marítimo e Benfica.

O futebol fez sempre parte da vida de Paulo Autuori, que se licenciou em Educação Física pela Universidade de Castelo Branco, no Brasil. Em 1986, Autuori tem a sua primeira experiência em Portugal, como de adjunto de Marinho Peres no Vitória de Guimarães. Nessa época, a equipa vimaranense fez uma das melhores épocas de sempre, alcançando o terceiro lugar e os quartos-de-final de Taça Uefa. Na época seguinte, Marinho Peres regressou ao Brasil, mas Autuori ficou por Portugal, pois um novo desafio estava no horizonte.

No Verão de 1987, é apresentado no Nacional da Madeira. Na sua primeira época na Pérola do Atlântico, Autuori fez história ao promover os alvi-negros há primeira divisão pela primeira vez. No ano seguinte, os nacionalistas, em estreia absoluta no escalão maior do futebol português, obtiveram um 10ºlugar, à frente do rival Marítimo que se classificou em 12º.
As duas épocas ao serviço dos alvi-negros chamaram à atenção de Pimenta Machado, que trouxe Autuori de volta à cidade berço. As primeiras jornadas da época 89/90 não foram de boa memória. No entanto, o treinador brasileiro conseguiu rectificar as coisas a tempo de levar o Vitória de Guimarães ao quarto lugar e consequente classificação para a Taça Uefa. Contudo, a temporada que se seguiu não foi para recordar, tendo os vimaranenses terminado no 11ºlugar.


O projecto que se seguia englobava um regresso à ilha da Madeira, porém, desta feita, para representar o arqui-rival do Nacional, o Marítimo. Aos verde-rubros, Autuori trouxe aos verde-rubros uma mentalidade mais vencedora e provou que os maritimistas poderiam ambicionar mais do que uma simples luta pela permanência. Isso ficou provado logo na primeira época ao serviço do clube do Almirante Reis: a equipa conseguiu a sua melhor classificação de sempre até então, um 7º lugar, ficando às portas da Europa.


Para o ano que viria, a direcção verde-rubra acreditava que era possível chegar à Taça Uefa e tomou todos os procedimentos para tal. Estagiou na Suécia e contratou jogadores de grande nível como Jorge Andrade e Paulo Alves. A jogar num estilo 4-3-3, com um ataque composto por Ademir, Jorge Andrade e Edmilson, o Marítimo alcançaria pela primeira vez a Taça Uefa. O jogo que qualificou os verde-rubros para a Taça Uefa, ante o Boavista, foi um jogo impróprio para cardíacos.
O Marítimo, que havia, duas jornadas antes, vencido o Sporting por 4-2, colocou-se em vantagem por intermédio de Edmilson. No entanto, os axadrezados viravam o resultado com dois golos de Ricky. Muitos já haviam perdido a esperança e a parcial vitória do Belenenses frente ao Sporting não ajudava às contas verde-rubras. Contudo, Ademir marcou dois golos que mudaram a história do jogo e qualificaram o Marítimo para Uefa.
Ainda antes de alcançar este feito histórico, Paulo Autuori tinha invocado motivos pessoais para regressar ao Brasil e abandonar o Marítimo, notícia que foi recebida com alguma tristeza pelos adeptos maritimistas.

Portanto, Autuori não esteve presente na primeira experiência verde-rubra na Uefa, mas o futuro próximo trá-lo-ia de volta ao clube mais emblemático da ilha da Madeira. Edinho Filho, que havia iniciado o época como treinador do Marítimo, não foi capaz de incutir a mentalidade ganhadora da época anterior e, após uma derrota em casa frente ao Espinho, para a Taça de Portugal, foi demitido. Rui Fontes, o então Presidente do Marítimo, apenas tinha um nome em mente: Paulo Autuori. Assim, o treinador brasileiro voltou ao comando dos verde-rubros a tempo de incutir mais uma vez uma mentalidade vencedora e de manter o estatuto europeu do Marítimo.
A época seguinte, apesar de não ter conseguido o apuramento para Uefa, Autuori voltou a fazer história ao serviço da equipa verde-rubra. Primeiro, ao qualificar-se para a segunda eliminatória da Taça Uefa, onde foi eliminado pela Juventus – numa eliminatória em que Peruzzi foi a figura –, e depois ao conquistar um lugar, pela primeira vez na sua história, para a final da Taça de Portugal, que foi vencida pelo Sporting.

Os adeptos do Marítimo, já mal habituados, foram poucos pacientes com o treinador brasileiro e a sua saída foi inevitável. Em boa hora para Autuori, refira-se, pois voltou ao Brasil para se sagrar Campeão Brasileiro pelo Botafogo, o que levou ao interesse do Benfica. Foi contratado em Dezembro pelos encarnados, embora só tivesse se sentado no banco em Julho. Andou, juntamente com Toni, a preparar a época que viria.
O Benfica traz tudo menos boas recordações para o técnico brasileiro. Antes do final do ano já havia sido despedido e foi sob a sua égide que os encarnados sofreram uma goleada frente o Porto por 5-0, em pleno Estádio da Luz.

Da Luz partiu para o Cruzeiro de Belo Horizente, onde se sagrou campeão mineiro e venceu a Taça dos Libertadores. Depois foi para o Rio de Janeiro, para comandar o Flamengo, voltou ao Botafogo e ao Cruzeiro, passou pelo Santos e o Internacional, fazendo um trabalho meritório.
No Início do novo milénio volta a Portugal e à cidade berço. O Vitória de Guimarães, que havia ficado perto de uma classificação europeia no ano transacto, apostava forte para a nova época. Contudo, as coisas não saíram bem e, ainda antes do mês de Novembro, Autuori foi demitido.

Partiu para uma nova aventura, desta feita no Peru, ao serviço do Alianza Lima, onde voltou às grandes conquistas, vencendo o Torneio de Abertura. No ano seguinte, mudou-se para o Sporting Cristal, do mesmo país, onde venceu o Torneio de Encerramento.
Todo o bom trabalho desempenhado neste país da América do Sul não foi indiferente à Federação Peruana de Futebol e, portanto, pela primeira vez na sua carreira, Autuori comandava uma Selecção. Ao serviço da Selecção do Peru as coisas não correram particularmente, sendo que a equipa peruana classificou-se no penúltimo lugar da zona de apuramento sul-americana de qualficação.
Voltou para o Brasil, a tempo de se sagrar Campeão do Mundo de Clubes, ao serviço do São Paulo. Depois partiu para terras orientais, de modo a treinar o Kashima Antlers, do Japão.
Regressou ao Brasil e ao Cruzeiro, onde se sagrou vice-campeão mineiro. Demitiu-se a 5 de Dezembro de 2006, ano em que foi apontado como substituto de Carlos Alberto Parreira na selecção canarinha, algo que não se confirmou. De momento, treina Al-Rayyan, do Qatar.

Paulo Autuori é um treinador com um currículo invejável, com boas recordações de Portugal. Porém, quando treinou uma equipa grande, neste caso o Benfica, não conseguiu ser bem sucedido. No entanto, este é um treinador que muito admiro, pois foi aquele que, com a melhor equipa verde-rubra de sempre, impôs uma mentalidade vencedora pelos lados do Almirante Reis. Se o Marítimo é hoje uma equipa que disputa os primeiros lugar da Liga Portuguesa, deve-o muito a Paulo Autuori.

Ficha Técnica:
Nome: Paulo Autuori de Melo
Data de nascimento: 25/08/1956
Naturalidade: Rio de Janeiro
Nacionalidade: Brasileira
Clubes que treinou: Nacional, Vitória de Guimarães, Marítimo, Botafogo, Benfica, Cruzeiro, Flamengo, Internacional, Santos, Alianza Lima, Sporting Cristal, Selecção de Peru, Kashima Antlers, Al Rayyan

Palmarés:
Um Campeonato Brasileiro
Um Campeonato Mineiro
Duas Taça dos Libertadores
Um Campeonato do Mundo de Clubes
Um Torneio de Abertura Peruano
Um Torneio de Encerramento Peruano

quinta-feira, julho 19, 2007

MARITIMO PRÉ TEMPORADA NEWS




Olá a todos,

No Fim de semana passado o Marítimo deslocou-se para Lisboa a fim de preparar a sua ida para o Egipto.

Durante a passagem pela Metrople,Terça-Feira, a equipa insular foi a Torres Vedras para efectuar o seu primeiro jogo de treino deste defeso, defrontou a equipa do Torreense.O técnico Lazaroni aproveitou para rodar a equipa e testar alguns jogadores em alguns sectores, designadamente:

Marcos (Christopher, 70m); Ricardo Esteves (Filipe Oliveira, 70m), Ediglê (Fernando, 65m), Van der Linden (Gregory, 73m) e Evaldo (Edder, 78m); Olberdam (Wenio, 70m); Marcinho (Gonçalo, 77m), Bruno (Arvid, 70m) e Luís Olim (Djalma, 65m); Kanu (Douglas, 73m) e Bruno Fogaça (Lipatin, 45m).

O jogo correu de feição para a equipa Madeirense, que apresentou a grande novidade da época, o regressado Bruno Fernandes que usou a braçadeira de captião.

Quando se pensava que o Marítimo iria ter um treino descansado ante um conjunto da II divisão, eis que os da casa entraram a matar e a jogar o jogo pelo jogo, obrigando assim o Marítimo a se aplicar de forma a conseguir fluir um bom futebol.

Até ao intervalo, o Marítimo criou poucas oportunidades de golo, apesar de ter mostrado um novo meio campo, mais fluido e mais composto com mérito para OLBERDAM, BRUNO E MARCINHO.

A defesa pouco trabalho teve e inclusive, a parelha de centrais ALEX e EDIGLÊ parecia que já jogavam há anos juntos, o que demonstra o fraco pendor ofensivo da colectividade da casa.

O Marítimo chegou mesmo a marcar um golo solitário durante a primeira parte, diz quem viu que foi um excelente lance entre Bruno e MARCINHO que finalizou com estilo.

Intervalo 0-1

Na segunda parte, alterações no 11 e bola para a frente, O Marítimo foi sempre superior, ganhou confiança e tomou as rédeas do jogo, com os adversários a ver jogar acusando algum cansaço típico de inicio de época.

O Marítimo acabou por alargar o resultado, primeiro por intermédio de Bruno (G.P) a sancionar uma falta sobre Marcinho na área adversária, depois foi um momento de futebol espectáculo, DJALMA faz tudo sozinho senta a defesa adversária e marca um golaço tirando alguns aplausos das bancadas.

O resultado expressa o domínio Maritimista é justo e adequado para um 11 que só agora começa a dar os primeiros passos para uma BWIN 07/08 que se adivinha complicada e competitiva.

AQUISIÇÔES

Durante as duas semanas de preparação da equipa verde-rubra, Lazaroni disse que a equipa precisa de mais reforços, posto isto e segundo noticias vindas a publico, o Marítimo voltou ao mercado, desta vez um pouco mais rico devido ao dinheiro angariado na contratação de PEPE pelo REAL MADRID, mas, quando todos pensavam que viriam nomes sonantes eis que somos surpreendidos com:


FAURLIN, jogava na equipa Argentina do ATLÈTICO RAFAELA, tem 21 anos e foi campeão pela selecção dos sub 17 do pais de Origem (ARGENTINA) é um médio defensivo que cresceu na equipa B do RIVER PLATE. O jogador já está na Madeira e integrou ontem a equipa B, não chegou a tempo de rumar ao Egipto mas deverá juntar-se ao plantel principal no dia 28 em Melgaço.


Outra noticia vinda a publico, é a contratação de FABIO FELICIO, jogador de 21 anos que rumou do Leiria para a Real Sociedad, ao que parece o jogador deve integrar o plantel verde-rubro em Melgaço também no dia 28 do corrente mês.

I TORNEIO INTERNACIONAL DE ALEXANDRIA


O Marítimo, rumou ontem ao Egitpo onde vai disputar o torneio internacional de Alexandria, sendo a única equipa Portuguesa a participar neste evento terá como adversários o Abeerdeen da Escócia um da Jordânia o Al-Wihdat campeão do pais de origem e líder de um dos grupos da liga dos campeões Asiáticos, El Itthad (clube organizador), o Haras El Hedoud e o El Ismaily, todos da primeira divisão egípcia.

O torneio será disputado em 2 grupos de 4 equipas numa espécie de todos contra todos, os jogos terão lugar no Estádio do El Itthad um moderno estádio com excelentes condições, ao que parece a RTP terá os direitos de transmissão dos jogos mas só a RTP MADEIRA transmitirá o evento.



Para o Marítimo, este evento tem várias benesses, alem da projecção internacional do clube e de um eventual titulo que possa vir a ganhar é uma excelente forma de preparar a nova época e acima de tudo tem um grande pendor financeiro.

Lazaroni levou consigo para a terra dos Faraós os seguintes jogadores:

3 - Ediglê, 4 - Van der Linden, 5 - Edder, 6 - Evaldo, 7 - Kanu, 10 - Bruno, 11 - Lipatin, 13 - Olberdam, 14 - Fernando, 15 - Wenio, 16 - Bruno Fogaça, 17 - Gregory, 18 - Luis Olim, 20 - Filipe Oliveira, 21 - Briguel, 22 - Ricardo Esteves, 24 - Christopher, 26 - Marcos, 27 - Arvid, 28 - Marcinho, 30 - Douglas, 40 - Gonçalo, 48 - Djalma e 59 - Ytalo.

Calendário:

Dia 20 Julho (sexta-feira) - 19H00 - Marítimo vs El-Etesalat

Dia 22 Julho (domingo) - 19H00 - Marítimo vs Petrojet

Dia 24 Julho (terça-feira) - 19H00 - Marítimo vs Al-Masry

Horário do Egipto.

Bem, perante isto resta-me desejar muita sorte ao meu Marítimo e pedir este titulo…

FORÇA MARITIMO