Mostrar mensagens com a etiqueta Naval 1º de Maio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Naval 1º de Maio. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, abril 06, 2010

Estrelinha de campeão ontem na Figueira da Foz


Estádio: José Bento Pessoa
Assistência: 7491 espectadores
Árbitro: Elmano Santos (Madeira)


Naval: Peiser, Gómis, Diego Ângelo e Daniel Cruz, Carlitos, Bruno Lazaroni, Camora, Alex Haw e Godemèche, Bolívia e Fábio Júnior.
Treinador: Augusto Inácio. Suplentes Utilizados: Michel Simplício, Davide e Marinho.

Benfica: Quim, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão, Javi Garcia, Rúben Amorim, Di María e Aimar, Weldon e Cardozo.
Treinador: Jorge Jesus. Suplentes Utilizados: Ramires, Carlos Martins e Sidnei.


O Benfica teve ontem um importante teste às suas capacidades e aptidões para se sagrar Campeão Nacional, aquilo que nós, sócios e simpatizantes, tanto quremos este ano.
Quando aos 15' de jogo me deparei com um resultado desfavoravel de 2-0, pensei que o caldo estava entornado e que a equipa ia provar do seu próprio veneno: Entrar a matador e golear o adversário. A defesa encarnada ontem não esteve ao seu melhor nível nos minutos iniciais e prova disso foram os golos de Fábio Junior e Bolívia, no caso deste com excelente arrancada de Fábio Jr, que deixou Maxi Pereira nas covas...
O Benfica fez alinhar Luisão, que até ontem estava em dúvida, Aimar foi titular ao contrario do que se poderia esperar e a maior surpresa acabou por ser a inclusão de Weldon no onze, ele que até ontem tinha pouco mais de 90 minutos nas pernas, nunca tinha sido titular no Benfica e apenas tinha um golo apontado, na longinqua primeira jornada, já aí dando um ponto ao Benfica no empate com o Marítimo.
Depois do quarto de hora, o Benfica transfigurou-se, muito por culpa dos golos de Weldon, no espeço de cinco minutos, a empatar o jogo. O Benfica voltou a mostrar segurança, rapidez nas transições e capacidade de meter gente na àrea e criar situações de perigo junto da baliza de Peiser. Sem surpresas, o Benfica vira o resultado aos 38 minutos, depois de um passe de David Luiz a rasgar a defesa figueirense e a encontrar Dí Maria, que com um toque subtil desviou a bola do guardião francês ao serviço da Naval. Estava consumada a reviravolta e agora só se tinha que partir para a tranquilidade no jogo, até porque o intervalo estava aí a chegar. Antes desse momento, um erro do árbitro, a transformar o ombro de Maxi em mão e a dar-lhe o cartão amarelo que o afasta do jogo com o Sporting, de hoje a oito dias. fica no registo destes priemris 45 minutos, os 20 minutos loucos, que permitiram quatro golos.

No segundo tempo, o Benfica entrou e sentênciou a partida, novamente com Weldon na jogada, que a passe de Cardozo, ganha uma bola na qual só ele acreditou que conseguia recuperar, assistiu Rúben Amorim que rematou para defesa de Peiser e Cardozo na recarga fêz o 20º golo no campeonato, igualando Falcão no topo dos marcadores e o golo 70 do paraguaio com a camisola do Benfica. A partir daqui a Naval deixou de existir, não criando mais nenhuma situação aflitiva para a defesa encarnada, com Jesus a gerir da melhor forma os jogadores, cabendo a Carlos Martins a única oportunidade de golo até ao final, num estrondos remate na sequência de uma falta, que bateu na barra da baliza da Naval. Até ao final o Benfica geriu bem a vantagem, com a Naval a não conseguir chegar com perígo junto da baliza de Quim.

Positivo

- Entrada fulgurante da Naval, que encontrou uma defesa adormecida o que proporcionou dois golos de vantagem aos figueirenses.
- Reacção do Benfica aos dois golos encaixados. É a terceira vez que o Benfica recupera de uma desvantagem esta temporada e vence o jogo, sendo que é a primeira vez que a diferença é de dois golos. Os outros adversários a provarem a fúria encarnada foram Marselha e Liverpool.
- Aposta ganha de Jesus em Weldon. Correu o risco de fazer entrar um jogador que não é habitual suplente utilizado na equipa, muito menos jogador titular. Tinha Éder Luís, mas preferiu um jogador com caracteristicas semelhantes, mas com mais capacidade de combate na área. Ganhou por completo
- Presença dos adeptos no José Bento Pessoa que nunca deixaram cair a equipa, mesmo quando esta estava em desvantagem.

Negativo

- A defesa, nos primeiros 15 minutos, e o meio campo durante grande parte do jogo ou ficaram em Lisboa ou já estavam em Liverpool, tal a facilidade com que deixaram os jogadores da Naval ganhar bolas e surgirem em posição de remate.
- Elmano Santos afastou Maxi Pereira do dérbi, transformando um ombro numa mão. Pena que minutos antes não tenha tido o mesmo critério quando Fábio Júnior discute a bola com Luisão na sequência de um canto, aos 21 minutos, acerta sim com a mão na bola. Depois ainda mostrou cartão amarelo a Carlos Martins por este ter batido um lívre sem que o árbitro tivesse dado autorização, num claro excesso de zelo desnecessário.

segunda-feira, agosto 18, 2008

Liga Sagres 2008/09

ASSOCIAÇÃO NAVAL 1º MAIO
Presidente: Aprígio de Jesus Ferreira Santos
Treinador: Ulisses Morais
Estádio: Municipal José Bento Pessoa (10.000 Lugares)
Assistência Média em 2007/08: 2.202 Espectadores
Classificação em 2007/08: 11º Classificado
Página WEB: http:www.Naval1demaio.com

PREVISÃO ATACANTE
"Será desta? Ano após ano a Naval 1º Maio é um dos principais candidatos à descida de divisão, contudo com maior ou menor dificuldade tem conseguido sempre atingir os seus objectivos.
Com o mesmo Treinador, apesar de algumas caras novas no plantel (mudança dos Laterais), os Figueirenses apostam na continuidade da maioria dos seus jogadores da temporada passada, o que poderá ser um ponto a favor para, uma vez mais, conseguirem manter-se na Liga Sagres. No entanto, será sempre uma das principais candidatas a ocupar um dos dois últimos lugares da Classificação Geral.
João Ribas

OPINIÃO DO ADEPTO
"Os pressupostos mantêm-se. Consolidar e garantir a manutenção de forma rápida e menos sofrida que no passado é o principal objectivo. Se porventura os nossos objectivos forem alcançados da forma como pretendemos, porque não reformulá-los e partir para outros mais ambiciosos...?"
Ulisses Morais em Infodesporto

sábado, setembro 22, 2007

Naval 1 - 4 Vitória

Estádio: Municipal José Bento Pessoa, Figueira da Foz
Assistência: 1 000 espectadores
Árbitro: Elmano Santos

Ficha de jogo
Naval
Wilson Júnior, Mário Sérgio, Paulão, Gaúcho, China, Gilmar, Godemèche, Delfim (80'), Davide (54'), Marcelinho, João Ribeiro
Jogaram ainda: Saulo (54') e Bruno Lazaroni (80')
Treinador: Fernando Mira

Vitória
Nilson, Andrézinho, Geromel, Sereno (78'), Luciano, Flávio, João Alves (81'), Fajardo, Desmarets, Alan e Miljan (66')
Jogaram ainda: Ghilas (66'), Márcio (78') e Moreno (81')
Treinador: Manuel Cajuda

Marcadores: Paulão (13'), Flávio (31'), Fajardo (33'), Miljan (50') e Ghilas (77')
Cartões amarelos: Davide (26'), Sereno (28'), Miljan (50') e Luciano (65')
Dando mais uma vez razão a Cajuda, tem tanto de preocupante como de admirável a serenidade desta equipa perante o facto de sofrer um golo antes de marcar.
Embora seja verdade que da única vez que conseguiu entrar na área vitoriana, a Naval tenha conseguido marcar, completamente contra a corrente do jogo, o Vitória não se deixou intimidar por esta adversidade e continuou a fazer o seu jogo passando para quem assistia uma certeza impressionante de que iria dar a volta ao resultado.
Flávio e Fajardo em dois minutos trataram de materializar essa vontade e deram asas à recuperação vitoriana.
Miljan e Ghilas repetiram a dose da pré-temporada e voltaram a marcar na Figueira da Foz.
Triunfo incontestável do Vitória que não deslumbrou, nem nada que se pareça, mas que fez um jogo seguro, concentrado nas suas capacidades e certo de que seria recompensado pela paciência e vontade de levar de vencida a Naval.
A saúde mental que Cajuda reclama existir no seu grupo, existe de facto e só assim se justifica a atitude evidenciada pelos homens que ontem entraram em campo vestidos de preto.
Porque ontem, foi isso que venceu. Mais do que a forte eficácia ofensiva ( até Miljan conseguiu estrear-se na lista de marcadores ), mais do que a maior ou menor qualidade de jogo evidenciada, foi o forte querer e a forte capacidade mental destes homens que venceu a Naval ontem à noite.
Assim sim, dá gosto ver o Vitória. Embora com uma fraquíssima resposta por parte da Naval, que nunca se conseguiu encontrar apresentando-se mesmo muito fragilizada em todos os seus sectores de jogo, e sem maravilhar, mostrou que o pode fazer aliando a isso golos e vitórias.


Melhor em campo
Flávio #26
É o porto seguro desta equipa. Mostrando, mais uma vez, a grande forma física em que se encontra neste início de campeonato, travou todas as iniciativas de jogo da Naval e ainda fez o golo do empate, abrindo caminho à goleada da sua equipa. Muito boa exibição do capitão.

Arbitragem
Nada a assinalar. As equipas facilitaram-lhe a vida e não teve dificuldades para ajuizar nenhum lance do encontro.

Pontos positivos
- Muitos golos, capacidade física e mental invejável e mais uma vitória no campeonato. Como diria Manuel Cajuda, esta equipa respira saúde.
- Fajardo é já o melhor marcador do campeonato com 4 golos. Ontem, mesmo não estando ao seu nível, voltou a facturar e é já o artilheiro-mor desta equipa e da BwinLiga.

Pontos negativos
- A hora não era propícia a grandes enchentes, o dia também não, mas num jogo do principal campeonato português estarem apenas 1000 pessoas nas bancadas é preocupante.

terça-feira, setembro 18, 2007

Benfica 3-0 Naval


Estádio: Estádio da Luz
Espectadores: 34.713
Árbitro: Rui Silva

Benfica: Quim, Luís Filipe, Katsouranis, Edcarlos, Leo, Petit (Romeu Ribeiro, 77), Rui Costa, Maximiliano Pereira, Cristian Rodriguez (Nuno Assis, 84), Di Maria (Fábio Coentrão, 79) e Nuno Gomes.
Treinador: José António Camacho

Naval: Taborda (Rodrigo Café, 70), Mário Sérgio, Paulão, Gaúcho, China, Delfim, Godemeche (Hugo Santos, 61), João Ribeiro, Davide, Wandeir (Saulo, 46) e Elivelton.
Treinador: Francisco Chaló

Jogo calmo para o Benfica, em vesperas de deslocação a San Siro, para a Champions League. A vitória e a festa, apenas ficaram ensombradas após a lesão de Petit, que o impede de jogar na Terça Feira.

No futebol do Benfica já se nota claramente a mão de Camacho. Há mais garra, mais vontade dos jogadores de vencer e sobretudo, mais velocidade. Foi isso que determinou a vitória por números expressívos. Isso, e claro, Rui Costa. O Maestro aparenta ter metade da idade que tem, tal é a importancia no plantel em termos de visão de jogo e de capacidade de organização dos lances de ataque, nunca desistindo de uma bola. O seu golo foi um momento de magia, e apesar de estar practicamente livre de marcação, é notavel a forma como consegue virar-se e ter frieza para picar a bola por cima de Taborda.

Gosto muito do Cristian Rodriguez. É um excelente jogadore no jogo de Sábado mostrou muitas das suas qualidades: é bom a ler o jogo (lance do terceiro golo, onde seguiu atentamente o desenrolar da jogada), a centrar (também no lance do terceiro golo, com conta, peso e medida) e a rematar (primeiro golo da sua autoria). Palavra também para a exibição calma de Edcarlos, sempre atento e practico. Será uma dor de cabeça para Camacho, quando David Luiz e Luisão recuperarem. Mas também gostaría de destacar Quim. Butt bem pode respirar fundo, pois enquanto Quim estiver a defender como o fez nos últimos minutos do jogo, parece-me que não terá mais do que sentar-se no banco. O kepper encarnado teve uma prestação notavel, e é poe ele que a Naval saiu a zero da Luz.
Em suma, um jogo calmo, com quase todas as oportunidades de golo criadas, a serem concretizadas, e só mesmo a lesão de Petit para ofuscar a festa.

segunda-feira, setembro 03, 2007

Naval e Vitória em jogo para adormecer


Estádio: José Bento Pessoa na Figueira da Foz
Assistência: 1275 espectadores
Árbitro: Cosme Machado (A.F.Braga) e os auxiliares Fernando Pereira e Tomás Santos

Naval:
Taborda; Mário Sérgio, Paulão(Gaúcho 65’), Fabrício Lopes e China; Gilmar, Delfim, Dudu e Davide(Elivelton 57’) Saulo e Marcelinho (Hugo Santos 77’).
Suplentes não utilizados: Dani, Fabrício Lopes, Felipe, Wandeir, Eanes.

Disciplina:
Cartão Amarelo
a Gilmar (81’), China (87’).
Cartão Vermelho a Gilmar aos 90’ por segundo amarelo.

Vitória de Setúbal:
Eduardo; Janício, Auri, Robson e Adalto; Sandro, Elias (Filipe Gonçalves 90’) e Ricardo Chaves (Leandro 71’); Paulinho (Kim Byung 46’), Edinho e Matheus.
Suplentes não utilizados: Marco Tábuas, Hugo, Jorginho, Macaé.

Disciplina:
Cartão Amarelo
a Paulinho (37’), Sandro (43’), Matheus (79’), Leandro (80’) e Adalto (90’).


Rei dos empates:

Depois de ver este jogo só me apetecia deixar cá uma frase: Jogo fraquinho, com mais paragens de jogo do que jogadas de perigo, que só podia dar um nulo. Enfim, mas vou-vos tentar descrever aquilo que se passou nesta partida.
É verdade que se notou muita vontade e luta de ambas as equipas, mas foi um jogo de fraca intensidade, jogado muitas vezes a passo, com demasiadas paragens. Só para o jogador Paulão ser assistido, houve 5 interrupções.

O equilibrio foi o ponto chave durante toda a partida, embora os sadinos tivessem talvez no inicio jogado um pouco mais desinibido, e por isso ter tido a primeira oportunidade de jogo aos 18 minutos, por meio duma cabeçada de Ricardo Chaves, que obrigou Taborda à primeira defesa mais complicada da tarde.

Notava-se agora algum ascendente da Naval por meio de Dudu que tentava organizar o meio campo e lançar os ataques. O resultado foram vários cantos e mais posse de bola, mas nunca oportunidades verdadeiramente perigosas para a baliza de Eduardo.
Mas aos 38 minutos de jogo o primeiro caso. Pelo menos algo que interesse ao espectador. Paulinho em plena grande area é derrubado por Taborda, e o arbitro considera simulação castigando o avançado sadino com um cartão amarelo.

Mal começa a segunda parte, e há de novo um ascendente por parte do Vitória de Setúbal. Tal igual como iniciou a primeira parte, tambem se inicia a segunda: aos 52 minutos Janicio cruza para Matheus que por pouco não inaugurou o marcador. Foi a oportunidade do jogo.

E a segunda parte pareçe mesmo uma cópia da primeira. Depois dum bom inicio dos forasteiros, agora a Naval a conseguir subir no terreno, ter mais posse de bola e cantos, mas nada de remates perigosos. O Vitória tentava contra-atacar, mas as muitas paragens do jogo e faltas feias fizeram com que este jogo se torna-se aborrecido. Já no fim do jogo, Gilmar foi expulso por palavras inproprias ao juiz da partida.

O empate aceita-se. Apesar de se poder dizer caso tivesse que haver um vencedor, teria que ser a equipa do Sado. Não só por ter tido oportunidades mais perigosas, mas também pela grande penalidade que ficou por marcar.

Melhor em Campo:

É me dificil fazer esta escolha, pois não vejo ninguém que se consiga superiorizar. Mas talvez da forma como se esforçaram pelas suas equipas, e tentaram dar sempre o mote, elegeria o Dudu da Naval e o Edinho do Vitória.

Árbitro:

Se o jogo foi mau, este homem foi péssimo. Interferiu directamente no resultado por não assinalar uma falta evidente de Taborda, que daria grande penalidade ao Vitória de Setúbal. Aposto que se Paulinho tivesse a jogar com uma camisola azul com riscas brancas, ele não teria duvidas em apitar falta. Tristeza!

Destaques:

Jogo feio, aborrecido e para esquecer. Ambas as equipas ainda não conseguiram vencer. Mas o empate será sempre melhor para a equipa a jogar fora de casa. E há algo que podemos dizer: Nesta altura o Vitória ainda não perdeu!!!

Mas há algo que eu não gostaria de deixar de realçar: Repararam bem na assistência? Isso mesmo! 1275 espectadores num jogo para a primeira divisão portuguesa. Eu acho que até um jogo da terceira divisão em Inglaterra tem mais...

domingo, agosto 26, 2007

Estrela Brilhante - Naval por água abaixo (3-1)

Estádio: José Gomes
Espectadores: Os habituais, mais umas velhas da Naval lá de uma das claques que nao pararam de berrar o jogo todo "Naval é nossa...", "E faz o golo"... 90 minutos só nisto
Árbitro: Augusto Duarte (Braga), o tal dos rebuçados em casa do Pinto da Costa

ESTRELA AMADORA
Nélson, Rui Duarte, Wagnão, Maurício e Cardoso; Fernando, Marco Paulo e Tiago Gomes; Mateus, Moses e Mossoró
Suplentes: Pedro Alves, Ndiaye, Daniel, Anselmo, Nuno Viveiros, Hugo Carreira e Yoni
Treinador: Daúto Faquirá

NAVAL 1º MAIO
Taborda, Mário Sérgio, Paulão, Gaúcho e China; Gilmar, Dudu e Hugo Santos; Davide, Marcelinho e Saulo
Suplentes: Dani, Lopes, Elivelton, Eanes, Delfim, Wandeir e Felipe
Treinador: Francisco Chaló


Visão Tricolor

Jogo com duas partes distintíssimas. Até à entrada dos extremos tricolores e depois da entrada dos mesmos. Não percebo porque é que Dauto entra nos jogos com uma equipa sem extremos, povoando o meio-campo e ataque. Já o tinha feito no Estoril e deu-se mal. Hoje foi igual, para pior.

Não sei se é uma táctica de enganar o adversario, se de dominar o meio-campo desgastando, a verdade é que nunca funcionou o que quer que fosse que ele tenta... a meu ver, claro.

O jogo começou muito fraco, o Estrela não fez uma unica jogada, e a Naval ia lutando. Davide que levou bastante na cabeça, da parte da bancada dos sócios, cruzou para o golo da Naval e virando-se para a bancada mandou acenos e beijos... Uma criancice de um "puto" que também se julgava o maior e ... foi parar à Naval.

Sabendo que estava pessimo o jogo, Dauto faz entrar os dois extremos e em 3 minutos já tinha havido dois cruzamentos, um dos quais deu canto e golo, de Cardoso... mais um do defesa central adapatado a lateral.

A segunda parte começou como acabou a primeira, o Estrela com as suas torres tetra-gemeas, os defesas centrais Wagnao 1,91m e Mauricio 1,93m, o lateral adaptado Cardoso 1,89m e Moses a parede 1,90m, nos cantos é um perigo. Novo canto, novo golo de uma das torres... Wagnão.

Mateus acabou com o jogo num remate fora da area e colocadissimo, sendo que só não se marcou mais porque Tiago Gomes a tentar imitá-lo, também de fora da area, atirou ao poste.

Depois muita gestão de jogo e várias oportunidades para ampliar, até final... Moses que só foi parado, já na segunda parte todo roto, com um tipo encavalitado a fazer-lhe uma gravata em que acabaram ambos no chão com cartão amarelo para o navalista.

Este Estrela mostra muita vontade de vencer, muito coeso, muita qualidade em certas pedras do plantel em que ainda falta... Gilles e um outro Ponta de Lança para ajudar Moses.

Melhor em campo:

Dificil escolha:

Comecemos por Marco Paulo, por ter saido e com isso ter saido o mau futebol que pratica esse pseudo-jogador.

Depois podiamos por Moses, uma parede. O adversário directo da equipa contrária seja ela qual for, deve passar o dia a seguir todo em banhos e massagens, de levar 90 minutos com uma parede daquelas.

Também temos no centro do terreno Tiago Gomes, em todo o lado do meio-campo, de tal maneira que por lá outro ao lado dele é só para atrapalhar.

Mateus é um 10 (até no número da camisola ele é o 10) com muita técnica, pouca corrida... mas quem te de correr é a bola e isso ele sabe fazer, com fintas e passes fulcrais.

Notas negativas:

Entrar nos jogos sem extremos, será que é para enganar o adversário ou chatear os adeptos? Incompreensivel.

Marco Paulo... Epá com esse nome e no futebol? Musica pá, esse é que é o teu "meio". Pelo menos o nome já tinhas.

Davide... Cresce.

Taborda, foi um mau dia ou o teu lado direito é muito fraquinho? Aos adversários, zona a explorar deste guarda-redes o lado direito pelo chão.

Arbitragem:

Duarte "rebuçados" Gomes. Epá é tão fácil apitar sem chatear as bancadas, custa muito apitar para os donos do terreno também? Ou então não achas que apitas demais a favor dos adversários, ainda para mais quando são visitantes?

Tens de rever o teu auxilar do lado Sul, o gajo anda meio sem saber o que são faltas e simples encostos ou quedas sem toques.

Conclusão:

Parece que o Estrela tem equipa para permanecer, com algum trabalho e algumas entradas, tipo a do Gilles e outro Ponta de Lança de qualidade... Mais Anselmos não por favor. Alguns dos novos jogadores são de boa qualidade para um Estrela Amadora. A dupla de centrais-torres parece eficaz. Cardoso é uma boa surpresa. Mateus idem. Mas e suplentes? Pois é, se algum se lesiona ou é castigado não há suplentes. Ainda falta Edu Silva, lesionado... Bom jogo, quase um jogão, mas não tanto.


terça-feira, agosto 21, 2007

NAVAL 1º DE MAIO 1-1 Belenenses



Estádio: Municipal José Bento Pessoa

Árbitro: João Vilas Boas

Assistência: 1478 espectadores

Condicões do relvado e do tempo: Relvado em bom estado e tempo fresco com muito vento

NAVAL 1º DE MAIO:

Taborda , Mário Sergio , Gaucho, Paulão , China , Dudu(João Ribeiro , 82m), Gilmar(capitão) , Hugo Santos(Felipe, 79m), Davide,Saulo e Marcelinho(Elivelton , 62m)

Treinador: Francisco Chaló

Disciplina: Cartão amarelo a Mário Sérgio(71m)

Estatisticas: 13 remates(8+5) ,7 cantos(6+1) , 14 faltas(6+8) e 4 foras de jogo (1+3)

BELENENSES:

Costinha , Cândido Costa, Devic , Rolando, Rodrigo Alvim , Gabriel Gómez(Hugo Leal, 63m) , Ruben Amorim , Zé Pedro , Silas(capitão)(Rafael Bastos, 73m) , Mendonça(Fernando, 55m) e João Paulo.

Treinador: Jorge Jesus

Disciplina: Cartão amarelo a Silas(69m) e Ruben Amorim(90+1m)



Estatisticas: 7 remates(1+6) , 3cantos(1+2) , 20faltas(11+9) e 3 foras de jogo(0+3)

O jogo:

No ultimo jogo da 1ªjornada da Bwin Liga , a Naval 1º de Maio empatou 1-1 com o Belenenses num jogo que se pode dizer que foi surpreendente pela diferença , nao esperada , de actitudes entre a equipa da Naval 1º de Maio e a equipa do Belenenses.

O Belenenses na teoria seria o favorito no jogo e teria de assumir o jogo , coisa que , para espanto de todos, nao acontenceu, viu-se um Belenenses demasiado apático, sem controle de jogo, com a tactica do chuto para a frente e depois os atacantes que se dessenrascassem. Este jogo fraquinho do Belenenses , na minha opiniao, foi fruto do fraquissimo rendimento dos dois jogadores que colocam normalmente a equipa a jogar, Zé Pedro e Silas, jogadores que passaram ao lado completamente do jogo e quando os transportadores e organizadores de jogo passam ao lado é muito complicado uma equipa conseguir fazer algo.

A Naval 1º de Maio, surpreendeu pela actitude de garra e de querer que teve ao jogo. Ao contrário do Belenenses, a Naval jogou um futebol de controle de bola, procura do golo com maior insistencia. Esta actitude deveu-se à surpresa chamada Davide , que jogou a nº10 e surpreendeu pela maneira como colocou a equipa a jogar, pelos ataques rapidos de Dudu e pelos avanços no terreno, ja caracteristicos, dos laterais Mário Sérgio e China. Faltou à Naval 1º de Maio, um ponta de lança que estivesse à altura dos acontecimentos para finalizar as jogadas de perigo criadas , pois Marcelinho teve em jogo não e Elivelton nao foi capaz de fazer melhor.

Contra a corrente do jogo e numa altura em que Jorge Jesus mexeu a equipa e arriscou chegar à victoria com as entradas de Hugo Leal e de Fernando, o Belenenses inaugurou o marcador por Fernando aos 80minutos na cobrança de um livre directo a 38metros em que a bola descreveu um arco na sua trajéctoria e bateu no relvado antes de entrar, sendo que da a ideia de que o guarda-redes da Naval , Taborda , fica mal na fotografia, talvez traido pelo arco que a bola teve e pelo facto de esta ter batido à sua frente.

Com 10minutos para jogar, esperava-se claramente que a vitória ja nao escaparia ao Belenenses na medida em que jogavam com o tempo do jogo e com o vento a seu favor , mas , eis que aos 89minutos, no unico canto que a Naval 1º de Maio teve na 2ªparte, Paulão antecipou-se a toda a defesa do Belenenses e cabeceou para o empate.

O jogo acabou pouco depois.

O árbitro : João Vilas boas fez um trabalho bom num jogo que por vezes se tornou complicado de arbitrar mas na minha opinião ele fez um trabalho que merece nota positiva na medida em que teve sempre em cima dos lances e fez aquilo que poucos árbitros fazem hoje em dia, deixou jogar . De 0 a 5 , tem nota 4.

Melhor em campo:

Davide , surpreendeu a sua colocação a organizador de jogo (nº10) e nao comprometeu , sempre activo no jogo e sempre inconformado, tentando sempre levar a equipa para a frente. A Naval 1º de Maio finalmente encontrou aquilo que procurava, um nº10 a sério . É um jogador que será para seguir com atenção durante esta epoca.

O que os treinadores disseram no final do jogo :

Francisco Chaló (Treinador da Naval 1º de Maio) -> "Este empate soube a pouco. A Naval tem uma equipa nova e foi reestruturada e, ainda assim, teve uma excelente actitude. Assumimos o jogo e durante a 1ªparte tivemos várias oportunidades. Mesmo depois de sofrermos o golo , a equipa teve muito empenho e atitude, e isto perante um adversário de grande valor e muito bem orientado. Estou orgulhoso dos meus jogadores . Gostaria ainda de dedicar este empate ao Carlitos , que vai estar muito tempo inactivo"

Jorge Jesus (Treinador do Belenenses) -> "Quando uma equipa está a ganhar e sofre um golo nos últimos minutos é algo que afecta em termos emocionais. Ainda assim, conquistámos um ponto, num campo tradicionalmente difícil. E com muito vento. A Naval teve mérito. Ao Belenenses faltou poder no ataque e temos que ser mais agressivos. Por agora só temos um avançado, o João Paulo. Tive de utilizar Silipas, Mendonça e e Rafael Bastos na frente. Espero que o Roncatto recupere depressa e que venham reforços "

Notas Finais :

Nao podia deixar este comentario sem fazer uma critica à liga portuguesa , em especial a quem faz os horarios dos jogos, alguem no seu perfeito juizo coloca jogos à 2ªfeira?? Falam sempre que os estadios tao vazios, mas sera que a culpa é so do preço dos bilhetes e do mau futebol?? Será que por exemplo, a culpa nao poderá ser dos horários dos jogos? A uma 2ªfeira é normal, nao ir praticamente ninguem ao estadio, em especial adeptos da equipa visitante, a viagem...as pessoas que trabalham ou estudam....
Querem ser unicos, mas acho que deviam olhar realmente pos horarios de outros campeonatos onde praticamente nao existem jogos à 2ªfeira ou à 6ªfeira, existem sim jogos ao sabado e domingo...
TENHAM VERGONHA E ASSIM COM JOGOS À 2ªFEIRA À NOITE NUNCA SE IRAM VER ESTADIOS COM UMA MOLDURA HUMANA RAZOAVEL

sexta-feira, agosto 03, 2007

Apresentacao da Naval 1º de Maio

Inicio : Com este artigo de apresentacao da Naval 1º de Maio para a epoca 2007/2008 faco a minha estreia aqui no site. Chamo-me Filipe Oliveira, tenho praticamente 24anos, sou da Figueira da Foz e sou sócio/adepto da Naval 1º de Maio.









Apresentacao da Naval 1º de Maio : A Naval 1º de Maio entra para esta sua 3ªpresença no escalao maximo do futebol nacional na esperança de repetir e quem sabe melhorar as anteriores presenças. Quando falo em melhor tenho de me referir ao maior desejo dos adeptos navalistas que é um lugar nas competicoes europeias para a época 2008/2009. Eu adorava que esse desejo se concretizasse mas vou antes colocar algumas reservas, na medida em que entraram muitos jogadores novos e o treinador é novo, logo ha sempre aquela duvida se ressultará ou nao o investimento feito para esta época...vamos aguardar...







Treinador : O treinador da Naval 1º de Maio é o Francisco Chaló, um treinador que nunca treinou no principal escalao e que chega com vontade de mostrar serviço, eu como nao o conhecia dou-lhe o beneficio da duvida e espero que todos os adeptos facam o mesmo. Mr.Chaló , espero que consiga encher os adeptos da Naval 1º de Maio de orgulho.







Plantel (em poucas palavras falo dos jogadores )







Guarda Redes :





Taborda -> Salvador e bom companheiro-------------------------- -------> Portugues


Dani -> ex Algeciras(Espanha) , regressa a uma casa que ja conhece ---> Espanhol


Rodrigo Café -> ex Coritiba(Brasil) , forte a nivel fisico ------------------------> Brasileiro





Defesas :





Mário Sérgio -> Regularidade e experiencia -----------------------------------> Portugues


China -> Nao sabe jogar mal ---------------------------------------------------> Portugues


Carlitos -> Sente a camisola ---------------------------------------------------> Portugues


Gaucho -> Bom remate e poder fisico -----------------------------------------> Brasileiro


Paulao -> O Patrao da defesa--------------------------------------------------> Brasileiro



Igor -> ex Ribeirao , procura afirmacao -------------------------------------> Portugues



Lopes -> ex Al Ain(Brasil) , experiencia em varios paises ---------------------> Brasileiro



Medios :



Solimar - > Ser Navalista é com ele ---------------------------------------------> Portugues



Gilmar - > Patrao do meio campo ----------------------------------------------> Brasileiro



Dudu - > Rápido -------------------------------------------------------------> Brasileiro



Joao Ribeiro -> sempre espectacular -------------------------------------------> Portugues



Felipe -> ex Palmeiras B(Brasil) , procura surpreender -----------------------> Brasileiro



Lazaroni - > ex América RJ (Brasil) , a ver vamos... -----------------------------> Brasileiro



Eanes -> Coritiba(Brasil) , Rapidez ----------------------------------------------> Brasileiro



Hugo Santos ->ex Operario dos Açores , grande promessa ----------------------> Portugues



Davide -> ex Sp.Braga , jovem experiente --------------------------------------> Portugues



Avançados


Saulo -> Nao sabe jogar mal -----------------------------------------------------> Brasileiro



Elivelton -> Forte no jogo aério --------------------------------------------------> Brasileiro



Wandeir -> ex Vardar Skopje(Macedonia) , promete muito ----------------------> Brasileiro



Marcelinho -> ex Avai(Brasil) , o novo goleador ----------------------------------> Brasileiro



Tiago Freitas -> ex CRB(Brasil) , azarado na pre-epoca --------------------------> Brasileiro





Apostas Pessoais :



Final da época : Naval acaba a meio da tabela

Jogadores revelacao : Hugo Santos e Elivelton

Jogador mais regular : China

Melhores jogadores : Paulao e Joao Ribeiro

Goleador : Marcelinho





Notas Finais : A todos os Navalista e especialmente aos figueirenses, vao ao estádio, mostrem o quanto Navalistas dizem ser, apoiem o vosso clube nos maus e bons momentos

segunda-feira, maio 14, 2007

UDL vs Naval: Um empate sem sabor

Estádio: Municipal Dr. Magalhães Pessoa (Leiria)
Assistência: 5651 espectadores
Árbitro: Cosme Machado (AF Braga)

A União de Leiria recebeu, ontem, a Naval, numa partida com cheirinho europeu. Em caso de vitória, a equipa de Leiria ascenderia à 6.ª posição, esperando que o Paços de Ferreira perdesse frente ao FCP. Para além disso, numa acção conjunta entre SAD leiriense e Leirisport, EM, o Dr. Magalhães Pessoa estaria de portas abertas a quem quisesse assistir à última partida desta edição da Bwin e ainda seriam oferecidas t-shirts à entrada com a inscrição “Todos por Leiria”.

Infelizmente, a UDL tem um velho hábito (praticamente milenar) de entrar mal nos jogos. Mas, ontem, além disso, pareciam amadores de tal maneira que estavam desconcentrados… até o Fernando, o guarda-redes melhor cotado da Bwin!

À conta desse nervosismo e uma boa parcela de inércia, a UDL viu-se (sem saber muito bem como) a ser atacada por todas as frentes, estando em Fernando a difícil tarefa de impedir que a bola chegasse ao fundo das redes. E ainda bem que ele lá estava!!

Apenas à passagem do minuto 20 é que surgiu um ataque dos atacantes leirienses, pelo brasileiro Paulo César. Alguns minutos de pressão leiriense que deram em nada… mas apesar da falta de sorte, a UDL não desistia, e num ataque liderado por Paulo Machado, pela direita, um centro para Slusarky (também conhecido pelo diminutivo Slu), que cabeceia fraco.

Até que chegou o golo navalista. Um centro para a cabeça de Nei e estava desfeito o 0-0 no marcador. Logo a seguir a este golo, Slu perde a melhor oportunidade da UDL até então. Um centro de Rossato, o polaco deixa passar a bola e falha a emenda.

Até que ao minuto 42, surge o segundo golo da Naval… mesmo havendo uma maior pressão e maior posse de bola para os da casa. Num contra-ataque, Nei remata, mas a bola bate em Fernando e sobra para Elivelton que encostou para golo.

Entretanto, Paulo Gomes (permitam-me um desabafo…. aiiiii Paulinho, Paulinho do meu coração!!) recebe amarelo por protestos. A UDL marca, por intermédio de Cadu, após um centro vindo de esquerda. Gritos, comemorações e começa a escaramuça. Staff de ambos os clubes, jogadores, treinadores… tudo ao barulho!! Paulo Gomes vê o segundo amarelo e é expulso. Paulo Duarte vê assim as coisas a complicarem-se mais: a perder, reduzido a 10 unidade e ainda por cima o Paços a ganhar.

A segunda parte começa praticamente com o segundo golo leiriense. Um livre cobrado por Rossato, sobra para a cabeça de Paulo César que empata de novo a partida e dá novo alento às esperanças leirienses. Contudo, nestes segundos 45 minutos viu-se uma UDL a tentar chegar ao terceiro golo, e uma Naval acomodada ao empate. Nem a ausência de Paulo Gomes se fez sentir tanto assim.

Melhor Jogador:
Melhor jogador… acho que não consigo destacar apenas um jogador. Acho que o plantel foi subindo de rendimento ao longos dos 90 minutos. Paulo Machado esteve lindamente, Faria idem idem, continuo a gostar de ver jogar o Slu. Cadu e Paulo César pelos golos. Alhandra refrescou e deu novo ânimo à equipa. Epahhh… posso eleger todos os que jogaram?

Arbitragem:
Mal... mais de 50% dos amarelos mostrados à UDL foram por protestos. Pudera, até eu protestava! Cosme Machado foi também mal assistido…

Pontos positivos do jogo:
* As mais de 5.000 pessoas presentes. Ok ok… vão-me dizer que as portas estavam abertas e por isso é que estava lá tanta gente. Mas vejamos: estava a chover, os 3 grandes davam à mesma hora, a Feira de Maio estava ali mesmo ao lado e mesmo assim estavam lá 5.600 e tal pessoas… foi bonito ver o apoio.

Pontos negativos do jogo:
* A arbitragem, decididamente.
* Uma das coisas chatas das portas abertas ao pessoal, foram os comentários da assistência… eu ouvi esta conversa: «Epahhh… quem é o treinador?» «Ouvi dizer que é o Domingos» «Não esse foi-se embora… acho que é o Paulo Sousa!» Gluuppp

Comentário pessoal:

Não costumo deixar registos mais pessoais nos meus posts, mas não consigo deixar de expressar aquilo que penso sobre a equipa de arbitragem. Estiveram mal, muito mal. Uma boa fatia dos amarelos mostrados a jogadores leirienses foi por protestos. Os foras-de-jogo leirienses eram constantemente assinalados, mesmo sem existirem. O fair-play só existia para uma das equipas… a UDL era “obrigada” a respeitá-lo, a Naval não. Foi mau demais para ter sido verdade! Rossato foi agredido e o seu agressor nem uma advertência levou! O que se passou? Obviamente, toda a equipa técnica e directiva da UDL estava revoltada. Foi feio e mau… isto para ser simpática e não me acusarem de apenas ver um dos lados da questão!

segunda-feira, maio 07, 2007

SL Benfica 2-1 Naval 1º de Maio

Estádio: Estádio da Luz
Espectadores: 29.240
Árbitro: João Vilas Boas

SL Benfica: Quim, Nelson, Katsouranis, David Luiz e Léo, Petit, Karagounis e Rui Costa, Manú, Dérlei e Miccoli.
Treinador: Fernando Santos. Jogaram ainda: Mantorras, João Coimbra e Paulo Jorge.

Naval 1º de Maio: Taborda, Mário Sérgio, Paulão, Fernando e China, Orestes, Gilmar e Carlitos, Fajardo, Lito e Saulo.
Treinador: Fernando Mira. Jogaram ainda: Delfim e Elivelton.

O Benfica quebrou a tradição, e conseguiu vencer a Naval pela primeira vêz desde que o clube da Figueira da Foz está na 1ª Liga. Valeu Miccoli, numa exibição muito fraca dos encarnados.

Sem Simão, Nuno Gomes e Luisão devido a lesão e Anderson devido a castigo, o Benfica recebeu a Naval, já depois de saber que o FC Porto vencera o Nacional por 2-0. Fernando Santos foi obrigado a fazer alterações no onze, e desde logo Dérlei e Manú surgiram no onze, e Katsouranis foi obrigado a recuar para central, fazendo par com David Luiz, voltando assim ao 4x3x3.
O jogo começou com algum ascendente dos encarnados, que cedo tentaram resolver a questão. Rui Costa teve uma chance logo aos 4 minutos, mas Taborda esteve bem e desviou para canto.
Nos primeiros 15 minutos da partida, o Benfica foi sempre súperior aos navalistas, e Dérlei podería ter marcado o seu primeiro golo ao serviço dos encarnados, logo aos 11 minutos na sequência de um canto, mas o remate de cabeça do avançado brasileiro saiu ao lado. Mas não foi preciso muito tempo para o Benfica marcar. Dérlei aguenta a carga de um defesa da Naval e desmarca Miccoli na esquerda do ataque encarnado. Este trabalha bem sobre Fernando, defesa que o marcava, e deu em Petit, que no centro da área apenas teve que encostar para a baliza deserta, fazendo assim o primeiro golo da noite.
A Naval, que veio jogar no contra-ataque, não conseguiu sair a jogar durante grande parte do primeiro tempo, sendo encostada ao seu meio campo, o que possibilitou aos jogadores do Benfica chegarem com algum perígo junto da área de Taborda e tentarem o remate de meia distância, mas com o guardião a estar a altura e a defender grande parte das tentatívas. O futebol encarnado foi mais agradável, e as trocas de bola foram constantes entre os jogadores, com a equipa da Figueira a assistir. Talvêz tenha sido por isso que Fernando mira fêz a primeira alteração na equipa logo á passagem da meia hora, com a entrada de Delfim e a saída de Carlitos. O futebol da Naval melhorou ligeiramente e Fajardo começou a aparecer mais na zona central do terreno~, criando algumas situações, que poderíam levar algum perígo, mas Saulo e Lito estiveram bem guardados pelos defesas encarnados.
Até ao intervalo o resultado não se alterou, e o Benfica jogava mais descançado, até porque, tirando jogo com o Braga, não tinha que correr atrás do resultado.

No reatamento, Ferando Santos não efectuou nenhuma alteração, mas o futebol do Benfica veio algo diferente. Mais lentos e descontraídos, os jogadores do Benfica, e o público, sofreram o primeiro susto da noite. Uma jogada pela direita da defesa encarnada, deu a possibilidade a Fajardo e depois a Saulo de empatarem a partida, mas nenhum deles conseguiu tocar na bola e devia-la para a baliza, para desespero de Fernando Mira no banco de suplentes. O Benfica tentou responder logo de seguida, mas o árbitro anulou a jogada em que Miccoli e desmarcado por Karagounis no límite do fora de jogo, tendo depois assistido Manú, que ainda chegou a introduzir a bola na baliza. De referir que o lance foi mal anulado pelo auxiliar de João Vilas Boas, uma vez que o italiano se encontrava em linha com o último defesa da Naval.
Com o jogo a decaír de intensidade, e com o Naval a tentar chegar mais perto da área encarnada, Fernando Santos retirou Manú e fez entrar Mantorras, com o público a manifestar alguma insatisfação com esta substituição. O jogo parecía arrastar-se até ao fim, com o Benfica a não conseguir penetrar na defensíva da Naval, e com os figueirenses a apertarem cada vêz mais o cerco, chegando com algum perígo á area encarnada, com a defesa a resolver alguns lances que poderíam ter causado mais estragos. Fernando Santos decidíu preencher mais o meio campo e retirou Dérlei para fazer entar João Coimbra, voltando ao losango, mas sem resultados prácticos.
A Naval, depois de tantas vezes tentar, conseguiu chegar ao golo, practicamente a dez minutos do fim da partida. Lito iniciou a jogada, tabelando com Elivelton, que tinha entrado para o lugar de Fajardo, e aproveitando alguma passívidade da defesa encarnada, teve ainda tempo para concluir o lance após um excelente passe de calcanhar do colega, atirando rasteiro á saída de Quim. Era o desespero dos jogadores do Benfica, que tinham adormecido no segundo tempo, proporcionando uma das piores exibições da época em casa. Fernando Santos viu a sua posição no clube em perígo, e teve oportunidade de ver lenços brancos das bancadas, comprovando-se assim o divórcio entre o Engenheiro e o tribunal da Luz.
A Naval ainda tentou dar a volta ao marcador, e foi Lito novamente a proporcionar nova defesa difícil a Quim, minutos depois do golo, com um remate de meia distância. Os jogadores de Fernando Mira armaram uma armadilha aos atacantes encarnados, que foram caindo constantemente em fora de jogo nos últimos minutos. Fernando Santos Lançou então Paulo Jorge no lugar de Nelson, passando a jogar com mais homens na frente, mas nem assim o conjunto encarnado conseguia entrar na área da Naval, tentando por isso o remate de fora da área, situação que vem acontecendo desde o jogo com o Braga. Mas a um minuto do fim da partida, o génio de Miccoli voltou a aparecer. Paulo Jorge tenta o centro, mas a bola tabela num defesa navalista e cai nos pés do pequeno italiano, que de costas para a baliza e com Fernando na marcação tenta virar-se. O jogador do Benfica consegue os seus intentos e rematou cruzado, com a bola a entrar na baliza de Taborda, para surpresa deste e do defesa central. Era a explosão de alegría nas bancadas da Luz e o desânimo do lado da Naval, que viu cair por terra a possibilidade de conquistar um ponto neste jogo. Os minutos de compensação não foram mais do que minutos de gestão de resultado para o Benfica, que conseguiu manter a posse de bola, evitando assim novos dissabores. No final do jogo, voltaram a ver-se alguns lenços brancos, em sínal de desagrado com a exibição e com o sofrimento de uma vitória que tinha tudo para ser fácil.

O Melhor em Campo.

* Miccoli. Mais uma vêz fundamental na frente de ataque benfiquista. Se o Benfica quer um jogador de referência no ataque, é bom que tente e consiga ficar com o italiano. Fez a assistência para o primeiro golo, deixando Fernando nas lonas pela primeira vêz. No decorrer da partida foi um dos mais mexidos na frente, e no lance do segundo golo, voltou a dar cabo da cabeça a Fernando, primeiro conseguindo ganhar espaço, e depois rematando por entre as pernas deste para o segundo golo.

* Há que destacar também a exibição de Karagounis do lado dos encarnados. Pautou o jogo e procurou fazer um golo de meia distância, o seu ponto forte. Do lado da Naval, gostava de destacar a exibição de Lito, não só pelo golo que marcou, mas pela sua acção na segunda parte, fundamental para o crescimento da Naval.

O Positivo do Jogo.

* Vitória que serviu para pressionar o Sporting, que só jogou no Domingo.

* Primeira vitória sobre a Naval em 4 jogos disputados.

Negativo do Jogo.

* Futebol enfadonho do Benfica no segundo tempo. Não dá para perceber se é a equipa que não dá mais, ou se são os jogadores que querem mostrar alguma coisa... Por vezes parece que o alheamento do jogo é propositado.

* Questões de fundo da estrutura encarnada. Esta temporada o departamento médico tem estado debaixo de fogo, primeiro com a má avaliação da lesão de Rui Costa, depois com as informações contraditórias sobre a lesão de Simão. Limpeza exige-se.

O Árbitro.

João Vilas Boas teve um jogo fácil de gerir, logo, a sua actuação é positiva. O seu auxiliar terá ajuizado mal o lance de Miccoli, que daría o segundo golo ao Benfica, assinalando um fora de jogo inexistente. De resto nada de mais a apontar.

segunda-feira, abril 23, 2007

Leões Indomáveis 4-0 Naufragos Figueirenses

Estádio: Alvalade XXI
Espectadores: 30.531
Árbitro: Elmano Santos

Num jogo com resultado confortável o Sporting voltou a entrar bem no jogo e a tranquilizar-se com dois golos muito cedo! Ao quarto de hora os leões já venciam por 2-0 graças a dois golos de Alecsandro.


O jogo começou a bom ritmo e Alecsandro atirou ao poste logo aos 5’ após boa jogada de Veloso e Moutinho.
Depois vieram os golos de rajada e a tranquilidade, mas sem nunca adormecer. A Naval ía tentando mas sem grande perigo.
À meia hora, a melhor ocasião dos Figueirenses, com Fernando a cabecear à vontade e a bola ainda a roçar no poste. Era o aviso…
Mas os comandados de Paulo Bento reagiram e ao contrário do jogo com o Beira-Mar não desligaram por completo. Embora a baixo ritmo íam criando perigo quando aceleravam. Foi assim que Nani atirou ao poste após bom cruzamento de Tello.
Nota ainda para uma entrada muito feia de Nani, que podia e devia ter visto o vermelho. Valeu que pediu desculpa, mas a expulsão era justa, tal como anteriormente a de Fajardo…


Com o intervalo Paulo Bento começou a pensar na Luz e colocou a aquecer Tonel e Djaló.
Numa boa arrancada de Abel, Liedson preparava-se para fazer o seu golo, quando Mário Sérgio lhe toca o pé impedindo o 31 de marcar. Penalty por assinalar.
O jogo estava bom e sem correr riscos Paulo Bento tirou Liedson e Polga (ambos com 4 amarelos) e colocou Djaló e Tonel.
O cariz de jogo manteve-se e noutra bela arrancada de Abel, Alecsandro marca com alguma sorte. Era o seu Hat-trick!
Até final alguns ataques de parte a parte e, já nos descontos, uma falta infantil de Paulão a ser sancionada com GP. Pensou-se que Alecsandro iria completar o seu Poker, mas foi Moutinho a fazer o 4-0.


Uma boa vitória, com um óptimo resultado. A Naval até podia ter marcado, mas têm que melhorar muito, pelo menos para daqui a 15 dias.
Uma nota final para o facto de nesta jornada os 3 grandes beneficiarem de GP's. Uns bem outros mal assinalados. Contra é que nem vê-los…

MELHOR EM CAMPO
Houve exibições certinhas, mas o destaque tem que ser para quem faz 3 golos - Alecsandro.


ARBITRAGEM
Num jogo fácil, Elmano Santos teve erros importantes. 3 vermelhos por mostrar, a saber: Fajardo, Nani e Orestes e 2 foras-de-jogo por assinalar. Valeu que não teve influência no resultado.

POSITIVO DO JOGO
* Mais uma vitória rumo à classificação possível…e a luta mantém-se!
* 8 golos em dois jogos e sem sofrer golos.
* Pelo menos estamos mais perto de ser a defesa menos batida na Europa, embora isso não dê títulos...

NEGATIVO DO JOGO
* Só o pouco público em Alvalade. Era um Domingo à noite, mas em Lisboa e arredores têm que haver mais de 30.000 Sportinguistas!

domingo, abril 08, 2007

Marítimo 1-1 Naval

Local: Estádio dos Barreiros, no Funchal
Árbitro: Paulo Costa (Porto)
Espectadores: Cerca de 3 mil

A forte chuva que caiu sobre a cidade do Funchal, ontem à tarde, afastou muita gente do Estádio e dificultou aquilo que poderia ter sido um bom espectáculo.

Nos Barreiros, onde havia muita expectativa para ver este Marítimo pós Ulisses Morais, os verde-rubros apresentaram um onze diferente do habitual: com Zé Gomes a lateral-direito e Briguel no outro flanco da defesa, no lugar que é habitualmente ocupado por Evaldo, que nem sequer foi convocado pelo treinador interino, João Abel.

Por volta das 16 horas, Paulo Costa apitou para o início da partida com a Naval entrar ligeiramente melhor no jogo. Aos poucos as duas equipas encaixaram-se uma na outra e, aos 12 minutos, sem fazer muito por isso, contudo, Gregory, após um canto marcado por Olberdam, inaugura o marcador.

O golo deu alento aos maritimistas, que controlavam o jogo, desconcentrou os figueirenses, e por volta da meia-hora de jogo um grande momento de futebol, com o remate de Olberdam, do meio da rua, à barra – esteve à vista o segundo golo insular.

Aos 36 minutos o caso do jogo: Nei agarra-se a Arvid Smit e, logo a seguir, joga-se para ao chão; Paulo Costa, que estava de costa para o lance e não consultou nenhum dos seus auxiliares, deixa-se levar pela fita do brasileiro e expulsa, injustamente, o holandês. Os público no estádio estava incrédulo… Minutos depois, outro lance polémico em que Briguel parece ter sido agredido.

Com mais um homem em campo, a Naval começa a impor-se no jogo, ganha a batalha do meio-campo e causa calafrios à nervosa defesa verde-rubra, chegando inclusive a marcar um golo, antes do descanso, que é anulado por fora de jogo.

Assim, chega-se ao intervalo…


Para a segunda parte, de modo a reforçar o miolo, João Abel retira Lipatin para entrar Wênio. O meio-campo mostrou-se mais coeso, porém a equipa do Marítimo jogava atrás da linha da bola.

A chuva não parava e o relvado tornou-se numa autêntica piscina. Todavia, os artistas da bola mostraram que sabem nadar, lutando até ao fim. Aos 52 minutos, Nei introduz a bola na baliza de Marcos, mas a equipa de arbitragem anula o lance por pretenso fora de jogo.

A bola continuava a rolar, a chuva não parava, os jogadores nadavam, a Naval ia à procura do prejuízo e Marcos adiava o golo do empate. O Marítimo praticamente não existia no ataque, apenas Douglas, no seu estilo muito voluntarioso, tentava sozinho combater a defesa verde e branca. Com a saída deste, o Marítimo perdeu a pouca dinâmica atacante que ainda tinha.

Aos 75 minutos, China tem uma entrada muito violenta sobre Marcinho e vai para os balneários mais cedo. Este acontecimento, no entanto, não retirou a vontade aos pupilos de Mariano Barreto, que ao minuto 83, por intermédio de Pimenta, restabelece a igualdade e, por conseguinte, a justiça no jogo.

Assim, a equipa da Figueira da Foz conseguia garantir um ponto e os madeirenses, incrédulos com esta triste sina, pouco fizeram para alterar o rumo dos acontecimentos nos últimos minutos que restavam.

MELHOR JOGADOR DO MARÍTIMO
Olberdam: Já fez jogos muito melhores, é certo, mas mesmo assim foi um dos mais combativos e inconformados. Aos 25 minutos, quase se estreava a marcar nesta época, contudo a barra negou-lhe o sabor do golo. Após a expulsão de Arvid Smit, esteve algumas dificuldades em suster as jogadas de ataque do adversário

MELHOR JOGADOR DA NAVAL
Mário Sérgio: seguro a defender e um importante apoio no ataque da sua equipa

ARBITRAGEM
Abril-águas-mil-arbitragem-zero… É verdade que o estado do tempo e as condições do relvado não ajudaram muito a equipa de arbitragem. Isso não é desculpa, todavia, para os erros grosseiros de Paulo Costa. Logo aos sete minutos há um lance muito duvidoso na área maritimista, em que Briguel parece jogar a bola com a mão. Aos 36 foi a ridícula expulsão de Arvid Smit. Na segunda-parte ficam muitas dúvidas no golo anulado a Nei. Por fim, ficaram faltas por assinalar e outras mal assinaladas.

ASPECTOS POSITIVOS
• a entrega dos jogadores de ambas as equipas perante as condições climatéricas adversas e o consequente estado do relvado
• a remate de Olberdam à barra
• a determinação da Naval na procura do empate

ASPECTOS NEGATIVOS
• as condições climatéricas adversas
• a arbitragem
• o facto de o Marítimo ter jogado atrás da linha da bola toda a segunda parte
• a triste sina verde-rubra de sofrer golos nos últimos minutos
• Uefa? Talvez para o ano…


CONCLUSÃO
Com o relvado dos Barreiros transformado numa autêntica piscina, o Marítimo deixou-se, novamente, atrasar na luta por um lugar europeu. Embora, desta feita, tenha muito que reclamar da equipa arbitragem, nomeadamente devido à expulsão de Arvid, que assim, por coincidência, fica de fora dos dois próximos encontros, ante o Sporting e o Benfica, respectivamente.
A Naval, por sua vez, com uma equipa aguerrida e um treinador muito perpicaz, já cumpriu o objectivo para esta época, que era a manutenção.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Estrela Amadora vs Naval 1º Maio - Parte I

Para a semana e agora para o campeonato, não perca aqui a Parte II deste filme, num Estádio perto de si!

Estádio: José Gomes
Assistência: Milhares e milhares... de cadeiras vazias
Árbitro: Vasco Santos

Assim “Na val”

Pois é, assim não vale. É ganhar sem gloria. Uma equipa que teve 100% de eficácia na hora do remate, e na baliza um guarda-redes que defendia tudo.

O Estrela começou de rompante e antes dos 20 minutos podia ter marcado por três ocasiões soberbas, com os remates a sairem a razar o poste e a barra.

Aos 23 minutos os figueirenses conseguem criar um ataque perigoso da qual ganham um livre, o cruzamento para a área deu golo, com uma eficácia de 100% na finalização, que se manteve até ao fim do jogo!!! Porquê?

Depois do golo forasteiro o Estrela rematou por mais 5 vezes perigosamente, uma delas de livre directo que deu a noção de golo... mas ficou-se pela noção, golo nem ve-lo.

O guarda-redes Wilson ou é fora de serie ou teve uma tarde que dificilmente repetirá.

A segunda parte começou com mais do mesmo, e a Naval que não deve só jogar o que demonstrou, raramente atacava visto que estava a ganhar, será que foi por isso?

Menos discernimento nesta parte, principalmente no ataque resultou que menos remates com selo de golo aparecessem, contudo a defesa da tarde veio num livre directo de Tiago Gomes, em que Wilson foi ao ângulo em voo atirar para canto.

Volto a repetir que o guarda-redes ou é fora de serie ou teve a melhor tarde da sua vida futebolistica.

Em vários cantos a bola cruzou a área, e ou a defesa afastava ou passava por todos sem ninguém empurrar para a baliza, num resultado que teimava em manter-se com injustiça.

O jogo acabou pouco depois com claro sentimento que não era dia de ver futebol, o que se veio a confirmar mais tarde, uma vez que o Manchester United perdia nos últimos minutos depois de ter estado a ganhar, independentemente da justiça desse resultado, o facto é que na Reboleira ganhou quem rematou uma vez à baliza...

Melhor em campo:

* Wilson, guarda-redes da Naval, a continuar assim é candidato à selecção, mas acho que foi apenas uma boa tarde.

Arbitragem:

* Vasco Santos, um nome desconhecido, para uma boa arbitragem ajudada pelos jogadores, sem complicar.

Pontos Positivos:

* Bom futebol de lado a lado.
* Poucas paragens e pouca “cacetada”, com muito futebol corrido.
* Ninguém deitado no chão a simular uma dor insuportável, queimando tempo.
* Duas boas equipas.

Pontos Negativos:

* Ineficácia atacante dos tricolores.
* Um remate figueirense = Um golo = Uma derrota tricolor.
* Todos os avançados lesionados antes da partida, excepto Anselmo.

* O facto da Naval equipar de camisola verde, calções brancos e meias brancas, obrigou-nos a jogar de “lixeiros”, em mais um equipamento alternativo horrível, que esta época tem feito furor em vários clubes.

Deve ser a época mais absurda em termos de equipamentos alternativos que já se assistiu, a começar pelos 3 grandes.



HOJE O CLUBE FUTEBOL ESTRELA AMADORA ESTÁ DE PARABÉNS, SÃO AS BODAS DE DIAMANTE, 75 ANOS DE GLORIOSA VIDA/ACTIVIDADE.