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terça-feira, outubro 09, 2007

FCP de Penafiel, 0 x Lobos do Mar, 0

Local: Penafiel
Estádio: Municipal 25 de Abril
Espectadores: 1000
Árbitro: Artur Soares Dias (AF Porto)


Penafiel: Palatsi; Celso, Vinicius, João Pedro, Kelly; Helder Sousa (Marcones, 49'), Ferreira, Lourenço; Fernando (Dias, 78'), Guedes, Bakero

Varzim: Bruno Conceição; Pedrinho, Nuno Gomes, Alexandre, Telmo; Tito, Pedro Santos, Malafaia (Emanuel, 55'); Candeias (Campinho, 78'), Chico, Roberto (Yazalde, 62')


Nenhum varzinista terá saído do municipal de Penafiel com a sensação de que ganhámos um ponto.

PERDEMOS DOIS!!!

O Penafiel é uma equipa fraquíssima, sem fio de jogo, com uma defesa periclitante, com um meio campo altamente frágil (exemplo disso, as muitas bolas que perderam para o ataque varzinista principalmente na primeira parte) e um ataque que, de cabeça, fez perigo não mais do que duas vezes... e nada por aí além. Justifica absolutamente a posição que ocupa na tabela.

Nem parecia que tinha trocado de treinador na última semana.

O Penafiel não deu aquele salto que costuma ocorrer em semana de chicotada psicológica. Não existiu na primeira parte, foi inexistente na segunda.

Do outro lado, aquela que já provou ser uma das melhores equipas desta Liga Vitalis: um Varzim de combate, montado na nova estratégia 4x3x3, com mais posse de bola, bem organizado na defesa e no meio campo, irrepreensível na troca de bola e muito mais equipa na hora de criar lances de perigo.

Faltaram, no entanto, ingredientes decisivos: serenidade suficiente na hora de 'matar' e, fundamentalmente, remates... verdadeiros remates à baliza.

Se associarmos a isso opções questionáveis do técnico Diamantino Miranda, encontra-se a explicação para o nulo.

Não me vou armar em treinador de bancada. Dou apenas um exemplo: tal como eu poucos terão percebido como é que, numa altura em que a equipa estava a encostar o Penafiel aos arames, se retira um ala rapidíssimo como o Candeias e se introduz Campinho, um médio defensivo. Só encontro uma explicação possível para essa substituição: uma eventual lesão do #11... fora isso, digo eu, nada explica tal substituição.

E o Ukra? Porquê que não se optou por meter em campo um jogador acutilante e tecnicamente tão bem dotado, capaz de revolucionar a manobra ofensiva, quando o que se impunha era marcar?




Alguém disse na bancada, para Diamantino ouvir, 'jogos para empatar é no computador'.

O mesmo que perguntar: afinal, a quem é que interessava um empate com um Penafiel?

Em tese, diz-se que uma divisão pontual fora de portas é sempre um resultado positivo... mas julgo que desta vez era escusado jogar para o pontinho.

Os poveiros foram superiores em toda a linha e tinham o Penafiel completamente a jeito!



MELHOR EM CAMPO: Candeias - num acesso incompreensível de Diamantino Miranda, foi sacrificado para dar lugar a Campinho. Durante o tempo que esteve em campo foi uma dor de cabeça para os laterais do Penafiel. Qualquer dia, num estádio perto de si, este jovem ainda acaba multado por excesso de velocidade.





ARBITRAGEM: não jogar o suficiente, ou falhar muitos golos é da responsabilidade de quem não aproveita.
Agora, penalties nítidos não sancionados é outra coisa. E penso que nesse capítulo o Varzim se pode queixar da sorte.
Aliás, foi incrível a forma como o portuense Artur Soares Dias assassinou em escassos dois minutos uma arbitragem que até estava a ser razoável: perto do minuto 90, num lance de perigo do Varzim, fiquei com a nítida sensação que há um remate à baliza penafidelense que é neutralizado pelo braço de um defesa da casa. No lance seguinte, contra-ataque venenoso do Penafiel, a bola sai pela linha de fundo, tocada em último por um jogador da casa.
Sanção do árbitro? Canto. Vá lá que, a bem da justiça, não deu em nada.
Definitivamente há coisas na arbitragem (às quais, infelizmente, já nos vamos habituando) que, se não são erros humanos, se não são pura coincidência, então só podem ser cozinhadas.
E, no caso concreto, não serão cozinhadas por adversários do calibre deste fragilizado Penafiel. São pensadas e decididas noutros redutos. Daqueles que, quiçá incomodados pelo bom arranque do Varzim, procuram puxá-lo cá para baixo... se não for a bem, é a mal!
Desculpem... admito que posso estar a exagerar... mas lá que elas acontecem... E o pior de tudo: é que, muito provavelmente, acontecem com a complacência ou eventual colaboração de quem tutela o futebol profissional no nosso país.

quarta-feira, setembro 26, 2007

Miúdos Rubro Negros 1 x 0 Zebras adormecidas

Estádio: Municipal 25 de Abril, em Penafiel.
Assistência: 1200 espectadores.

Árbitro: Paulo Costa (Porto).
Assistentes: João Santos e Nuno Manso.
Quarto árbitro: Vasco Santos.

PENAFIEL: Palatsi; Celso, Vinicius, Kelly e Pedro Araújo; Hélder Sousa, Lourenço e Ferreira (Marcones, 85m); Dias (Bakero, 66m), Vinicius Calamari (Fernando, 66m) e Guedes.
Suplentes não utilizados: Vasco Viana, Rafa, Fabrício e Penela.
Treinador: Rui Bento.

NACIONAL: Rafael Bracalli; Patacas, Ávalos, Filipe Lopes e Bruno Basto; Pedro Pita (Cléber, 54m), João Coimbra (Bruno Amaro, 54m) e Juninho; José Vítor. (Rodrigo, 65m), Cássio e João Moreira.
Suplentes não utilizados: Belman, Cardozo, Edu Sales e Gonçalo.
Treinador: Jokanovic.

GOLOS: Guedes (22m).
Disciplina: cartão amarelo para João Coimbra (7m), Dias (45m), Pedro Pita (47m), Juninho (77m) e Patacas (83m).



O que dizer?... É uma pena não existirem mais equipas madeirenses na Carlsberg Cup. Senão arriscava-me a dizer que o Penafiel era candidato a vencer a competição...

Uma vitória sem espinhas de uma equipa que aparentemente estaria em crise, mas que com 3 jovens na sua frente de ataque destroçou por completo a equipa do Nacional da Madeira. Guedes, produto das escolas do clube, com 20 anos, marcou um golaço, enviou uma bola à barra e fez Rafael Bracalli brilhar em duas ocasiões. É fácil perceber que foi o melhor em campo... Calamari, um brasileiro de 19 anos, sempre irrequieto, colocou em água a defensiva adversária, assistindo Guedes para 2 dos lances atrás descritos. E por fim, Dias, 20 anos, mais um produto da cantera penafidelense que fez o que quis de Bruno Basto, principalmente na primeira parte.

É este o futuro de Penafiel! Estando o clube na posição que está no campeonato, não poderá deixar de perceber que é preciso paciência para uma equipa tão jovem mas que os resultados acabarão por aparecer. Agora, o próximo jogo da Liga Vitalis é de "vitalis" importância. Quanto à Carlsberg Cup, que saia agora um dos três grandes para regressar a festa do futebol ao estádio 25 de Abril!

domingo, fevereiro 18, 2007

Penafiel 0 x 2 Vitória SC

Estádio: 25 de Abril, em Penafiel

Assistência: 2.000 pessoas

Árbitro: Pedro Henriques



Depois de quatro jornadas sem conhecer o sabor do golo, o Vitória voltou esta tarde aos triunfos em Penafiel.

Como prometido durante a semana, Manuel Cajuda entrou em campo com um onze mais "português" e fez alinhar de inicio Flávio, Franco, Sereno e Henrique a representar a nacionalidade portuguesa.

Coincidentemente ou não o regresso destes portugueses, entre eles o capitão, trouxe a esta equipa uma maior personalidade e uma exibição mais condizente com os objectivos a que se propôs logo no inicio desta competição.

Assim, o Vitória entrou em campo muito autoritário, sempre a puxar a si a responsabilidade de dominar a partida e de sair em busca do golo, perante um Penafiel que mostrava algumas dificuldades em responder ao dominio vimaranense.

E os frutos deste dominio iam ser colhidos ao minuto 37, com Mohma a inaugurar o marcador depois de um cruzamento/remate que acabou mesmo por ultrapassar a linha de golo da baliza do Penafiel.

Estava feito o 1-0 para os vimaranenses e assim alcançada a desejada tranquilidade, tantas vezes desencontrada destes homens.

A partir daqui o cenário não se alterou muito e pouco tempo depois, Pedro Henriques apitava para o intervalo.


Na segunda metade, o Penafiel mostrou-se mais determinado e Nilson teve mesmo de intervir com alguma dificuldade em várias situações, sem nunca no entanto colocar em perigo o dominio vimaranense.

Sempre muito irrequietos no jogo ofensivo vitoriano, Tchomogo e Brasilia iam dando ar da sua graça com jogadas interessantes de ataque e alguns remates de belo efeito à baliza do Penafiel.

Numa dessas jogadas ofensivas, Tchomogo acaba por marcar mesmo. Cruzamento para a área penafidelense e com a ajuda de Nuno Mendes o marcador passa a contar 0-2 para os homens de Guimarães.

Daí até ao final, o Vitória limitou-se a gerir a vantagem tendo ainda de ver Desmarets ser expulso por uma suposta agressão a um jogador do Penafiel.



Fica assim marcado o regresso aos triunfos do Vitória que sobe agora até ao 5º lugar em igualdade pontual com o Olivais e Moscavide, clube que defrontra na próxima jornada.

A subida parece ser uma miragem, no entanto os homens de Guimarães devem agora concentrar-se em conseguir a melhor classificação possivel.



MELHOR JOGADOR

Tchomogo #22. Muito irrequieto no ataque, sempre com faro para o jogo ofensivo, fez um jogo muito personalizado, uma exibição muito consistente e ainda marcou, embora com a ajuda do defesa do Penafiel, o segundo golo da sua equipa. Afirma-se cada vez mais como o reforço de Inverno com maior qualidade sendo o único que tem contribuido visivelmente para a recuperação da equipa.



ARBITRAGEM

Não tendo visto o jogo, torna-se dificil avaliar, de qualquer maneira, nenhum lance polemico, por isso, nada a assinalar.



PONTOS POSITIVOS

- Atitude do Vitória. Finalmente um jogo de afirmação, caractér e vontade de ganhar. Pena que só agora estas características se comecem a mostrar.

- Adeptos vitorianos. É repetitivo mas não deixa de ser arrepiante. Com a permanência quase garantida, marcaram mais uma vez presença em número considerável.



PONTOS NEGATIVOS

- Mais uma expulsão. Para quem queria acabar com a indisciplina.. Ela só parece aumentar. Mais um cartão vermelho por agressão de um jogador vitoriano numa altura em que o jogo estava totalmente controlado. Não se compreende...

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Rubro Negros vs Verde Rubros

Competição: Taça de Portugal
Estádio: 25 de Abril, em Penafiel
Assistência: 1 500 espectadores
Arbitro: Duarte Gomes

O regresso do suposto futebol de Primeira Liga ao 25 de Abril em Penafiel, augurava um bom jogo de futebol, algo que rareou pela cidade duriense durante o dia de ontem. Mas os locais demonstraram porque se começam a assumir como um dos candidatos à subida de divisão.

O Penafiel foi durante quase todo o jogo superior ao Marítimo e o resultado é inteiramente justo. Quem assistiu ao jogo pode concluir que apesar de serem duas equipas de escalões diferentes, a qualidade futebolística não é assim tão díspar.

A sempre bem organizada defensiva penafidelense nunca deu grandes oportunidades aos avançados maritimistas que também, diga-se em abono da verdade, nunca tiveram grandes possibilidades para alvejar com êxito a baliza de Palatsi.Entretanto a juventude dos jogadores do Penafiel ia colocando em alguns apuros a baliza de Marcos, principalmente em lances de bola parada.

Por volta da meia hora dá-se uma ténue reacção dos insulares, que os leva inclusivé a apontar um golo em clara ilegalidade, com Lipatin a ajeitar a bola com a mão antes de fuzilar a baliza do Penafiel. Golo bem anulado por Duarte Gomes.

Chegávamos ao intervalo com um aborrecido empate a zero, que se aceitava, embora se tivesse de existir alguma equipa na frente essa equipa seria a formação local.

Na segunda parte o Marítimo bem tentou iniciar o jogo com uma nova atitude, mas tal só aconteceu durante os primeiros 10 minutos. A partir daí o Penafiel tomou novamente conta do jogo e foi criando algumas oportunidades de golo, que foram sendo desperdiçadas.

Primeiro foi Guedes a falhar um golo feito, depois Luís Carlos para excelente defesa de Marcos e por fim João Pedro a não acertar com a baliza no momento da verdade.

Sinceramente começava a pensar que assim só poderia dar prolongamento, no entanto após uma bela jogada de João Pedro pela direita, a bola sobra para o "miúdo" Guedes, de 19 anos, produto das escolas do Penafiel, que fuzilou Marcos e eliminou a turma primodivisionária da Taça de Portugal.

A partir daí o Penafiel foi defendendo o resultado, sem com muita garra e jogando em contra ataque onde ainda teve as melhores oportunidades para dilatar o marcador.

Quanto ao Marítimo, uma equipa sem chama, sem vontade e que parece ainda estar de férias. Também Ulisses Morais me parece um pouco fraco a "mexer" com os seus jogadores e nunca foi uma verdadeira voz de comando no banco.

Vitória inteiramente justa e arrisco-me a dizer que jogando em casa o Penafiel pode ir longe na Taça, se não lhes sair em sorte um dos grandes do futebol português!

Melhor jogador em campo: Lourenço. No meio campo penafidelense, a fazer o lugar do jovem Diego que já rumou a Braga e talvez ao Porto, Lourenço foi rei e senhor, um verdadeiro número 10, não com a qualidade de Diego, mas o suficiente para ser o melhor jogador em campo.

Arbitragem: Praticamente sem erros, muito bem Duarte Gomes

Positivo do jogo:

Camadas jovens do Penafiel: Jogaram 4 jogadores fruto das camadas jovens do clube, o marcador do golo decisivo é um jovem da terra, pode ser que os dirigentes penafidelenses comecem a olhar com outros olhos para a Formação!

Rui Bento: O jovem treinador vai começando a mostrar trabalho de bastante qualidade em Penafiel. Uma equipa que defende muito bem e bastante segura no seu meio campo. Só precisa de contratar um grande ponta de lança para o resto de campeonato e penso que Rui Bento poderá levar o Penafiel a altos voos.

Negativo do jogo:

Mbesuma: Gordo, parado e paradinho. Um jogador tão referenciado, que pertence até ao Portsmouth, que é o melhor marcador do Maritimo. Não seria o sósia dele?... Comeu assim tantas rabanadas no Natal?...

Ulisses Morais: Tenho de concordar com o meu colega de blog, Garras. O homem é fraco. E perante a adversidade não é dos melhores treinadores que se pode ter num banco de uma equipa.