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terça-feira, maio 15, 2007

Real SC 2-3 Fátima

Estádio: Complexo Desportivo do Real Sport Clube
Assistência: 3500 pessoas
Árbitro: João Manuel Roque (A.F. Portalegre)

Jogo histórico em Massamá, pela primeira vez um dos concelhos mais populosos do país tinha a possibilidade de colocar uma equipa num campeonato profissional, o Real estava a 2 jogos de distância de atingir um sonho para muitos Sintrenses!

Estádio praticamente cheio, pouco cimento à vista, a não ser o que serviu de “aconchego” à cabeça de um adepto do Fátima bem abastecido do almoço... Esta situação gerou alguma confusão no inicio do jogo e foi necessária a difícil intervenção (faltavam as chaves para abrir a porta de acesso à bancada...) dos Bombeiros de forma a socorrer um dos muitos adeptos que fugiram ao 13 de Maio para apoiar a sua equipa em Massamá...

O jogo começou praticamente com o golo do Fátima, Devigor, o Angolano da equipa inaugurou o marcador respondendo a um cruzamento da direita, um inicio comprometedor para o Real...
Com um golo precioso marcado fora de casa, o Fátima limitou-se a defender a preciosa vantagem, nem as abébias do desinspirado defesa central Samuel foram suficientes para Hugo Rosa e Nuno Gomes chegarem à igualdade.

Em mais uma das muitas jogadas de contra ataque o Fátima conseguiu aumentar a vantagem, novamente Devigor após ter sido derrubado pelo guardião Sérgio conquistou uma grande penalidade indiscutível!
Da conversão resultou o 2-0 para o Fátima:



Não fosse uma fantástica jogada de insistência de Nuno Gomes a ultrapassar metade da equipa do Fátima mesmo em cima do intervalo e o jogo tinha terminado já ali, mas o melhor marcador da equipa, que de azelha só tem mesmo o nome, não perdoou e reduziu a vantagem do Fátima injectando doses elevadas de esperança nos muitos Sintrenses presentes para a segunda parte!

Na segunda parte o Real apostou tudo, saiu o playmaker Carlos Marques e entrou o avançado Tiago Santos, Jorge Paixão jogava com 3 homens bem abertos na frente de ataque, mas esta solução revelou-se completamente falhada! Os jogadores jogaram desapoiados, o Fátima preencheu muito bem todos os espaços do seu meio campo o que impossibilitou a circulação de bola por parte do adversário, e para piorar as coisas, logo a abrir a segunda parte após a marcação de um canto o Fátima chega ao 3-1, o guarda redes Sintrense foi claramente empurrado dentro da sua área, mas este foi apenas um dos muitos erros da péssima arbitragem do Alentejano João Roque.

Com os melhores jogadores do Real desinspirados / anulados e com uma desvantagem de 2 golos no marcador, o sonho morria para muitos dos presentes, parecia não haver nada a fazer, a pressão do Real não penetrava a área contrária, e nem através da longa distância o perigo chegou à baliza do Fátima!

Até ao final do jogo o Real reduziu para 2-3 numa jogada de insistência, um golo que devolveu alguma esperança para a deslocação a Fátima, mas muitos consideram que apenas um verdadeiro milagre poderá colocar a primeira equipa Sintrense numa Liga profissional!

Melhor Jogador

Marinho, o extremo esquerdo do Fátima colocou a defesa Sintrense em sentido, a sua velocidade foi um perigo constante nos rápidos contra ataques do Fátima!

Positivo do Jogo

Estádio cheio, adeptos de cores diferentes a conviver lado a lado, estavam 2 terras do nosso Portugal representadas no Complexo Desportivo de Massamá, é bom verificar que ainda existe gente preocupada com os clubes da terra e com o verdadeiro espirito do futebol!

Negativo do Jogo

A arbitragem de João Roque não esteve à atura do jogo!

Arbitragem

Muitos erros a prejudicar as duas equipas, foi uma arbitragem enervante, não fosse o bom ambiente em Massamá entre adeptos, jogadores e dirigentes e as coisas poderiam ter-se complicado num jogo de muitas emoções....

segunda-feira, maio 14, 2007

União da Madeira Vs Freamunde


Estádio: Estádio dos Barreiros (Funchal)
Assistência: Aproximadamente 1600 pessoas
Árbitro: Francisco Peixoto (Braga)

1ª mão do play off

Numa agradável tarde de domingo cerca de 1600 adeptos foram até aos barreiros onde munidos de bandeiras e cachecóis deram um colorido muito bonito às bancadas.

O União da Madeira até entrou bem no jogo entrou bem no jogo e no segundo minuto quase marcava quando um cruzamento de Edgar Costa ia ao encontro do avançado Hermes que foi puxado na área mas ao árbitro mandou ao avançado Unionista se levantar.
Após esta breve aproximação à baliza do Freamunde a equipa do União enervou-se, facto que foi bem aproveitado pelo Freamunde que aos 6 minutos quase marcava quando o avançado Bock libertou-se da defesa e rematou para boa defesa do guardião Unionista.
No minuto 7 o perigo voltou a rondar a baliza Unionista pois num canto batido do lado esquerdo a defesa ficou aos papeis, o guarda-redes Nuno Carrapato ficou entre os postes não saindo ao cruzamento e quase que o marcador funcionava.
O Freamunde continuava a mandar no jogo e paulatinamente aproximava-se da baliza unionista que passava momentos de apuro muito por culpa do nervosismo do meio campo e defesa do União.
Aos 22 minutos o avançado Bock do Freamunde atirou uma bola à barra o que era prenuncio que males maiores se avistavam.
No minuto 23 o arbitro marcou uma falta inexistente de Edgar costa junto à linha lateral e no batimento do livre a defesa do União atrapalhou-se e ao segundo poste Bock abriu o activo.
A partir do golo o União acordou e veio para a frente apoiado pelo publico mas sem criar grande perigo.
Mas aos 32 minutos Edgar Costa fintou a defesa adversária e entrou na área em zona frontal e foi derrubado pelo defesa adversário e ao árbitro assinalou o respectivo penalti mas só mostrou um simples amarelo quando se exigia o cartão vermelho. Na cobrança do penalti Hermes fez o golo da igualdade.
Após o empate o União começou a mandar no jogo mas a jogar de forma lenta pouco perigo criava para a defesa do Freamunde.
Já ao minuto 40 em mais um cruzamento da direita para a área o avançado Hermes foi puxado dentro da grande área mas o arbitro mostrou amarelo por simulação do jogador do União.
Assim chegava o intervalo com muitas criticas na bancada ao trabalho do árbitro e algum desânimo pelo mau futebol praticado pela equipa da casa.

A segunda parte do jogo foi mais monótona que a primeira parte pois o Freamunde procurou segurar o resultado e explorar o contra ataque e o União tentou chegar ao golo mas a jogar com lentidão e com muitos nervos à mistura foi impossível fazer melhor.
Cerca do minuto 48 o jogador Milton do Freamunde cabeceou para defesa atenta de Nuno Carrapato.
No minuto 78 num canto a favor do União a bola saiu da área e o Freamunde partia para o contra ataque quando o jogador do Freamunde gritou e estando o arbitro de costas para ao lance parou o jogo chegou lá e mostrou vermelho ao jogador do União por suposta agressão.
Decorria o minuto 79 quando o inevitável Bock sozinho na área rematou ao poste da baliza unionista.
Nos últimos minutos de jogo o União ainda podia ter chegado ao golo quando o avançado Belic solto de marcação na área do Freamunde cabeceou ao lado da baliza para desespero dos adeptos.

O melhor jogador em campo foi:

Hermes

Arbitragem:

Arbitragem simplesmente vergonhosa, tendenciosa e que falseou o jogo.Marcou faltas que só o árbitro viu e uma dessas faltas deu golo.
Não assinalou duas grandes penalidades claras contra o Freamunde.
Expulsou um jogador por suposta agressão que o árbitro não viu pois estava de costas só ouviu o jogador do Freamunde gritar.
Não expulsou o defesa do Freamunde no lance da grande penalidade.
Em resumo em caso de dúvida apitava contra o União.

Pontos positivos:

Uma assistência recorde de cerca de 1600 pessoas e muito apoio à equipa na luta pela vitoria.

Pontos Negativos:

A arbitragem habilidosa.
A má exibição do União.