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segunda-feira, agosto 04, 2008

LIGA SAGRES 2008/09

RIO AVE FUTEBOL CLUBE

Presidente: Paulo Alexandre de Carvalho
Treinador: João Eusébio
Estádio: Dos Arcos (10.660 Lugares)
Assistência Média em 2007/08: 1.412 Espectadores
Classificação em 2007/08: 2º Lugar na Liga Vitalis
Página WEB: www.rioave-fc.pt

PREVISÃO ATACANTE
"Com um Plantel praticamente idêntico ao da época anterior, na qual disputou a Liga Vitalis, conseguindo a promoção no último jogo da temporada, em Santa Maria da Feira, os Vilacondenses são, na minha opinião, um dos principais candidatos à luta intensa para evitarem a despromoção.
As entradas de Tarantini (ex-Portimonense), do «miúdo» André Carvalhas (ex-Benfica) ou de Bruno Novo (ex-Santa Clara) mostram que a estabilidade será a principal aposta do Rio Ave, contudo João Eusébio terá muito trabalho pela frente. Aconselho-o a fazer a Barba todos os dias e a não fazer novas promessas..."
João Ribas

OPINIÃO DO ADEPTO
"O plantel do Rio Ave FC tem dado excelentes perspectivas de que virá a realizar uma temporada desportiva positiva, neste seu regresso à I Liga, após dois anos de ausência. A avaliar pelo desempenho registado nos jogos treino já realizados, os jogadores orientados pelo treinador João Eusébio têm conseguido cumprir os objectivos."
Em www.rioave-fc.pt

sexta-feira, maio 11, 2007

Referências estrangeiras do futebol luso: Gaúcho


Depois de algumas semanas de ausência, a referências estrangeiras voltam e, em minha opinião, não podiam regressar da melhor forma, uma vez que a referência desta semana foi um dos grandes goleadores da nossa Liga nos últimos anos: falo-vos de Eric Freire Gomes, mais conhecido por Gaúcho, jogador que representou o Estrela da Amadora, o Marítimo, o Rio Ave e, actualmente, o Feirense.

A carreira profissional de Gaúcho começou no Guarani, em 1993. Depois passou pelo Ferroviário e Sp. Recife, sendo neste último que chamou a atenção do Estrela da Amadora.

Chegou ao futebol português na época 96/97 e deu logo nas vistas, pois marcou 21 nessa época.
Era um avançado rápido e oportuno, que aparecia sempre na cara do golo. Na época seguinte, o seu rendimento não foi o mesmo, marcando apenas 6 golos e em Dezembro de 98, sem qualquer golo marcado ainda, mudou-se para o Ourense da II Divisão Espanhola, onde efectuou 17 jogos e marcou dois golos. No entanto, isso tudo foi parte de uma estratégia para o jogador ir a custo zero para o Vitória de Guimarães, só que os planos lhe saíram furjados.

Regressou em força na temporada que se seguiu, que foi, sem dúvida, a sua melhor no nosso país. Marcou 21 golos, contribuindo para o 8º lugar da equipa amadorense. O ano seguinte foi bom para Gaúcho, que continuou a mostrar os seus dotes de goleador, mas péssimo para o Estrela que desceu após oito anos consecutivos na divisão principal.

O avançado brasileiro era um jogador muito bom para jogar na Liga de Honra e, portanto, a mudança para o Marítimo, clube que participaria na Taça Uefa na época 2001/2002, foi o cenário que se seguiu. Refira-se que Gáucho, em quatro épocas e meia, marcou 61 golos ao serviço do clube da cidade da Amadora.

No Funchal, o goleador rapidamente ganhou a simpatia dos adeptos verde-rubros. Era um atacante notável, com um grande sentido de orientação e movimentação, e com faro inegável para o golo. Na primeira época ao serviço da equipa madeirense, marcou um total de 19 golos; foi um dos melhores goleadores do campeonato e ajudou o Marítimo a conseguir uma das suas melhores épocas de sempre. Na época seguinte, mais uma vez esteve em grande nível, fazendo por 15 vezes o gosto ao pé, num ano particularmente difícil para os verde-rubros. Na abertura do mercado, em Dezembro, chegou-se a falar que Gaúcho poderia reforçar o FCSeul, algo que, felizmente, para a equipa da Madeira, não aconteceu.

A época 2003/2004, com Manuel Cajuda ao leme da formação insular, foi particularmente difícil para o jogador. Começou bem, marcando três golos nas primeiras cinco jornadas. Porém, ao longo da época não manteve um bom relacionamento com Cajuda e os exigentes adeptos maritimista começaram a ser pouco pacientes com o avançado. O jogador movimentava-se, fazia assistência, organizava bem o ataque maritimista, só que falta uma coisa que é essencial num ponta de lança: golos. Portanto, o jogador abandonou a equipa madeirense em Fevereiro de 2004, algo magoado com a forma como foi tratado pelo presidente, treinador e, até, adeptos.

Partiu para uma aventura na Coreia do Sul, no Busan Icons, e voltou no mesmo ano ao nosso país, desta feita para representar o Rio Ave. Voltou a demonstrar que continuava a ser o terror de qualquer guarda-redes e, refira-se, que em duas épocas marcou 14 golos.

O ano de 2006 foi um ano terrível para o Rio Ave. O clube foi relegado à Liga de Honra. Gaúcho não encontrou condições para continuar em Vila do Conde e mudou-se para Santa Maria da Feira, de modo a representar o clube local, o Feirense. O projecto da equipa do distrito de Aveiro aliciou o atacante brasileiro. Na corrente época o jogador já facturou por quatro vezes, em 17 jogos.

Gaúcho foi um dos melhores atacantes que já passaram pelo nosso país. Era um jogador fantástico, oportuno, capaz de decidir grandes jogos. Recorde-se que Gaúcho ultrapassou a barreira dos 100 golos no principal escalão do futebol português.

Ficha Técnica:
Nome: Eric Freire Gomes “Gaúcho”
Data de nascimento: 22/09/1973
Naturalidade: Recife
Nacionalidade: Brasileira
Posição: Ponta-de-Lança
Clubes que representou como jogador: Guarani, Ferroviário, Sp.Recife, Estrela da Amadora, Ourense, Marítimo, Busan Icons, Rio Ave e Feirense

domingo, abril 29, 2007

Vitória SC 3 x 0 Rio Ave

Estádio: D. Afonso Henriques, Guimarães
Assistência: 21 810 pessoas
Árbitro: Pedro Proença

Excelente exibição e excelente vitória do Vitória esta tarde em Guimarães.
Deixando para trás a pressão que normalmente acusa nos jogos decisivos, o Vitória foi esta tarde uma equipa poderosa, dominadora e capaz de juntar a um excelente resultado um futebol bastante agradável.
A primeira parte foi mesmo totalmente dominada pelos pupilos de Manuel Cajuda que entraram determinados a "despachar" os homens de Vila do Conde o mais cedo possível. Logo aos 4 minutos de jogo, Franco em passe longo lança Desmarets que cruza para Rabiola, que substituiu o lesionado Henrique fazendo assim a sua estreia como titular pelo Vitória, fazer o desvio obrigando Mora a defesa com alguma dificuldade.
Era o Vitória a mostrar convictamente a sua vontade de levar de vencida este jogo sendo a única equipa a produzir lances perigosos de ataque.
O Rio Ave apenas por duas vezes conseguiu chegar à baliza de Nilson neste primeiro tempo sendo que uma delas foi num pontapé de canto.
O Vitória tomava então as rédeas da partida desde o inicio mas só ao minuto 40 viu o seu mérito recompensado com um golo saído dos pés Rissut. Depois de um lance de alguma confusão na área dos vilacondenses, a bola sobra para o lateral vitoriano que só teve de encostar nas redes de Mora fazendo explodir de alegria os milhares de adeptos vitorianos presentes do D. Afonso Henriques.
Estava feita justiça no marcador e o intervalo chegava pouco tempo depois trazendo a tranquilidade tão desejada e merecida para o Vitória.


Na segunda parte, maior determinação da equipa do Rio Ave que apesar de ter realizado alguns remates à baliza de Nilson nunca conseguiu fazer tremer o guardião vitoriano, que se apresentou sempre segurissimo no pouco trabalho que teve, não demonstrou o seu querer de forma mais perigosa e foi o Vitória que acabou por voltar ao domínio dos acontecimentos carimbando esse domínio com o segundo golo, ao minuto 54 saído dos pés do melhor jogador desta partida, Desmarets. O jovem Rabiola depois de uma boa recuperação de bola, passa o esférico a Danilo que deixa para Desmarets trabalhar na área e bater pela segunda vez Mora.
Mais uma explosão de alegria nas bancadas do estádio vimaranense e as coisas complicavam-se de vez para o Rio Ave.
Depois deste golo, a equipa de Vila do Conde caiu mesmo animicamente e Fábio Coentrão conseguiu tornar o cenário da sua equipa ainda pior. Expulsão do jovem vilacondense alegadamente por palavras proferidas ao árbitro.
O Rio Ave viu-se sem mais forças para lutar pela reviravolta no marcador e viu ainda o Vitória aumentar a vantagem, ao minuto 58 por Ghilas que matou o jogo definitivamente.
A partir daí, mais nada de significativo a apontar ( apenas um remate falhado por Brasilia ao minuto 92 apenas com Mora pela frente ) com as duas equipas a gerirem apenas o tempo de jogo que ainda tinham até aos 90'.


Em suma, foi talvez o melhor jogo desta temporada realizado pelo Vitória frente aos seus adeptos. Excelente exibição, actuação excelente, prestações individuais muito satisfatorias e a esperança na subida cada vez maior nos adeptos, jogadores e responsáveis desta equipa.
Parabéns Vitória.

MELHOR JOGADORDesmarets #20.
Muito irrequieto, aproveitou todo o flanco esquerdo sempre com grande qualidade e eficácia. Aproveitou de forma satisfatória quase todos os lances de que dispôs e provocou desiquilibrios no seu meio-campo. Autor do segundo golo da sua equipa, que mereceu e muito, foi o homem que mais se destacou em toda a partida.

ARBITRAGEM
Extremamente tendenciosa, a verdade é que Pedro Proença a certa altura do jogo perdeu o controlo em termos disciplinares da partida. Acabou por ser Fábio Coentrão a pagar a "factura" numa exibição pouco satisfatória do juiz de Lisboa.

PONTOS POSITIVOS
- Mais uma vez, moldura humana do estádio do Vitória. Desta vez foram quase 22 mil e foram novamente incansáveis no apoio.
- Exibição do Vitória. Excelente em todos os capitulos, o Vitória começa finalmente a mostrar argumentos válidos para se manter na luta pela subida de divisão. E que injustiça será se estes homens não forem recompensados no final da Liga...

PONTOS NEGATIVOS
- Fábio Coentrão. Reforço do SLB e assumido como uma das principais figuras da Liga, esperava deste jovem muito, mas muito mais. Desiludiu-me em todos os aspectos de jogo e para além de em todo o tempo que esteve em campo, mal ter tocado na bola, ainda se perdeu em fitas e mais fitas com o objectivo de perder tempo de jogo em beneficio da sua equipa. Acabou expulso e digamos que não deixou grande pena...

sexta-feira, março 02, 2007

Promessa Atacante da Semana: Selecção Nacional de Sub20





A promessa atacante desta semana é o colectivo que venceu hoje o 11º Torneio Internacional da Madeira. A selecção de Sub 20, depois de empatar a zeros com a selecção da Madeira e ganhar por contundentes 4-0 à Eslováquia - golos de Zéquinha (38'), Fábio Coentrão (58' e 65') e Guedes (74')- ganhou por uma bola a zero à Republica da Irlanda, com um golo de Celestino.



Fábio Coentrão, jogador já abordado nesta rúbrica, foi o melhor jogador do torneio, provando que o interesse demonstrado por vários na sua contratação não é pura ilusão. Será que Fábio vai cumprir o desejo de rumar ao Sporting, ou o sucesso neste torneio vai lançá-lo para outros voos, bem mais altos? Ainda há poucos dias foi treinar à experiência no Chelsea...

terça-feira, janeiro 30, 2007

Varzim, 0 x Rio Ave, 3

ESTÁDIO: Varzim SC, na Póvoa de Varzim

ESPECTADORES: 7000

RELVADO: regular

TEMPO: tarde fria

ÁRBITRO: Paulo Costa (Porto)



Hoje pouco importam os detalhes do jogo... pouco importa dizer que Fábio Coentrão e Evandro foram os melhores em campo, que o temeroso Varzim foi presa fácil para um Rio Ave inteligente, que os poveiros não construíram uma única jogada digna desse nome porque simplesmente não encadearam os passes em condições... ao contrário do Rio Ave que entrava como queria e punha a bola lá na frente em três ou quatro toques.



Ou então, não importa repetir à saciedade que Nuno Ribeiro foi infeliz desde o primeiro minuto de jogo (até à expulsão)... e foi a imagem nítida da defensiva alvi-negra completamente às aranhas... em suma, não importa perder tempo a dizer coisas que toda a gente viu, factos que estão na estampa: a vitória da equipa de João Eusébio é inteiramente justa.



Hoje, importa dizer que Horácio Gonçalves tem um recorde desastroso de jogos consecutivos sem vencer... importa dizer que o treinador assiste impávido e sereno no banco ao naufrágio ante o Rio Ave e só a 10 minutos do fim decide introduzir mais um ponta de lança (Denilson) quando o Varzim perdia por 0-2 desde o intervalo.
Importa dizer que os lugares da descida estão à vista... basta mais um deslize e aí vamos nós!



Por tudo o que disse atrás, hoje importa... acima de tudo... dizer que ASSIM NÃO DÁ... estava mais que na hora do treinador varzinista fazer jus ao estatuto de auto-proclamado varzinista dos sete costados e reconhecer que, esta época, não está à altura dos desígnios do clube.



Já tive no passado a oportunidade de dizer que nada de pessoal me move contra Horácio Gonçalves... mas, como eu também costumo dizer: 'amigos podemos ter muitos... clube só temos um'... e esse chama-se Varzim Sport Club.



E a partir do momento em que vemos que o treinador não serve, só podemos pedir uma coisa: QUE SAIA! ... e ele finalmente saiu.



+PONTOS POSITIVOS+




Inteligência. Ver este Rio Ave jogar é um gosto. Uma equipa que joga arrumadinha, com inteligência e toda a dedicação em campo. Milhazes, Evandro e (principalmente) Fábio Coentrão são os melhores exemplos disso.


Lotado. 7000 estiveram a ver o Varzim x Rio Ave... uma assistência quase a fazer lembrar o jogo com o Guimarães na Póvoa.



-PONTOS NEGATIVOS-



Horácio Gonçalves. Uma despedida inglória a do mister poveiro. Foi incapaz de mostrar o caminho da vitória aos seus jogadores e... pior do que isso... assistiu inabalável a mais uma humilhação dos seus pupilos. Vem para a rua e já vem tarde!

Fábio Coentrão. Provocou os adeptos do Varzim com gestos obscenos depois de marcar o terceiro golo. Má conduta! Pior, só mesmo a 'esperinha' que alguns fundamentalistas alvi-negros fizeram ao #11 do Rio Ave à porta dos balneários. O jogador acabou por ser agredido. Amor com amor se paga?



ARBITRAGEM: Impecável.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Taça de Portugal: Sporting 2-1 Rio Ave

Estádio: Alvalade XXI
Espectadores: 14.000
Árbitro: Nuno Almeida (Algarve)

SPORTING: Tiago; Caneira, Miguel Veloso, Anderson Polga, Rodrigo Tello; Custódio, João Moutinho, Nani, Romagnoli; Alecsandro e Liedson.
Suplentes: Ricardo, Abel, Tonel, Farnerud, Bruno Pereirinha, Yannick e Bueno.
Treinador: Paulo Bento

RIO AVE: Mora; Ricardo Jorge, André Vilas Boas, Bruno Mendes, Milhazes; Vítor Gomes, Niquinha, Delson, Fábio Coentrão; Evandro e Chidi.
Suplentes: Cesar, André Serrão, Gama, Keita, Samson, António e Costé.
Treinador: João Eusébio

Jogo de taça ante o Rio Ave, na estreia do novo relvado de Alvalade.
Pouco público nas bancadas, a reforçar algum descontentamento dos adeptos com a equipa... esperemos que o puxão de orelhas resulte!


Quanto ao jogo em si, mesmo sem transmissão televisiva (a FPF autorizou a transmissão de dois jogos, mas à RTP só interessa o glorioso...), só nos podemos pronunciar pelos resumos transmitidos (na RTP à 1:30 da manha!!!!) e pelo que vimos o Sporting passou bem aos oitavos de final da Taça de Portugal.
Apesar de dois remates vilacondenses, o Sporting atirou à barra por Custódio e marcou logo aos 20’ num auto-golo do defesa dos arcos e Liedson aumentou para 2-0.

Chega o intervalo e pelos vistos Fábio Coentrão era o homem do momento, ou será que os meios de comunicação querem mesmo transferir o rapaz para Alvalade?
Ainda assim, foi quando Coentrão saiu para dar lugar a Keita, que o Rio Ave marcou e precisamente pelo senegalês! Que golaço.

Até final o Sporting ficou um pouco nervoso mas Tello ainda tentou o 3.º, sem sucesso pois Mora estava lá, no seu sítio!
Vitória justa e sem contestação dos leões de Alvalade!

MELHOR EM CAMPO: Alecsandro. Deu dois golos!

POSITIVO DO JOGO:
O novo relvado. Agora pode-se jogar futebol em Alvalade. Os jogadores já não têm desculpas.
A passagem à eliminatória seguinte.

NEGATIVO DO JOGO:
Nada a assinalar, para além da miséria de assistência, mas com o poder económico dos portugueses e com o preço dos bilhetes...