
Classificação da Semana:
Classificação da Acumulada:
Estádio: Olímpico de Donetsk
O Benfica apresentou-se em Donetsk, com algumas alterações em relação ao jogo de Sábado frente ao FC Porto. Cardozo apareceu no lugar de Nuno Gomes, Nelson regressou à titularidade e Dí María surgiu no lugar do lesionado Rodriguez.
Mas á passagem da meia hora surgiu mesmo o golo do Shakthar. Grande penalidade bastante duvidosa, apontada por Kyros Vassaras, a castigar falta de David Luiz sobre Lucarelli. O mesmo Lucarelli bateu e Quim ainda lhe tocou com as pernas, mas não conseguiu evitar o golo, diga-se justo, por tudo aquilo que os jogadores da casa já tinham feito até ao momento. E se apressão do Shakthar já era intensa, ainda mais ficou, embora sem grandes ocasiões de golo.



A segunda parte deixou Yoni no banco, entrando Pedro Pereira, que precisa urgentemente de jogar mais, uma vez que parece ter qualidades muito superiores a Yoni e Nuno Viveiros. E o Estrela entrou sem duvida muito melhor e práticamente iniciou esta parte com um golo, de Mateus de livre directo. De seguida mais um ou dois falhanços e numa recarga a um remate de Anselmo, Mateus bisa e amplia. Assim em 7 minutos estava como que encontrado o vencedor da partida. Até final o Leixões tentou surpreender mas sem resultado e o jogo não acabaria sem uma cena que nem nos melhores filmes cómicos se vê. Os matosinhenses completamente no ataque, deixam que 4 jogadores do Estrela se isolem perante Beto, Tiago Gomes já na área e à saida do guarda-redes serve Anselmo para a um metro da baliza atirar ao lado. O público tendo em conta quem era e o resultado “partiu-se” a rir, mas se estivessemos empatados ou a perder era uma vergonha e se eu fosse presidente do clube esse jogador não vestiria mais o equipamento tricolor.
TEMPOS NEGROS

FC Porto claramente melhor na 1ª parte, com grande exibição colectiva e algumas individualidades a um nível soberbo.
Na 2ª Parte, recuamos as linhas e sofremos em determinadas fases do jogo, contudo adivinhava-se que os Dragões poderiam chegar mais vezes ao golo, tanto era o espaço concedido aos seus contra-ataques. Caso Quaresma e Tarik estivessem em condições, não tenho dúvida que o resultado seria outro.







