Desta feita, e voltando Toni a abdicar de um defesa esquerdo de raiz (qualquer dia abdica mas é do lugar de treinador), e deixando no banco Paulo Machado e Rui Borges, colocando então a seguinte táctica: Um guarda-redes, um defesa direito, três centrais, 2 trincos e um medio defensivo, dois extremos e "um brasileiro lá na frente".

Mesmo assim o jogo foi equilibrado e não pendia para nenhum dos lados, num jogo pausado e de futebol directo e de passes longos.
Com os minutos a passarem, poucos acreditavam que o resultado pudesse ser outro que não o empate a zero.
Ao intervalo algo teria de mudar e não de entrada mas passados 10 minutos entra o ponta de lança e sai o "brasileiro" e 5 minutos depois é a vez de um dos trincos sair para entrar um medio de raiz, com isso o Estrela foi mais acutilante e perigoso, dominou grande parte da etapa complementar e num mau alivio de Emerson surgiu o golo da Académica contra a corrente de jogo, um excelente golo, domínio perfeito da bola e remate de fora da area em chapéu ao ângulo superior direito da baliza de Bruno Vale que só podia acompanhar o lance com o olhar.

O mais interessante é que a partir daí o Estrela empurrou definitivamente a Académica para trás e mais uma vez por azar não saiu com pontos de um jogo considerado bastante acessível, em tudo culpa da táctica defensiva utilizada desde o inicio pelo treinador.
Ganhou quem marcou, mas o empate não escandalizaria ninguém. A Briosa venceu, mas não convenceu e pode dar-se por feliz por ter conquistado os três pontos.
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