Versão Nacionalista
Na Choupana assistiu-se ao jogo entre 1º e 2º classificado da Liga Portuguesa e como se esperava não foi um grande espectáculo em termos de futebol jogado mas sim uma grande batalha táctica muito emotiva. Ambas as equipas entraram muito cautelosas no jogo e viu-se desde logo que o jogo de aberto não teria nada ou não estivessemos perante dois treinadores extremamente tácticos, mestres no xadrez do futebol.
Manuel Machado mais uma vez demonstrou que estuda ao pormenor cada adversário e na primeira parte o Braga não fez um unico remate perigoso à baliza do Benaglio. Dominando bem todos os espaços e anulando muito bem a acção de Madrid que é o desequilibrador do Braga, a primeira parte foi toda nacionalista , já que os madeirenses foram os únicos que conseguiram criar perigo nesta fase do jogo. O golo surgiu merecidamente aos 28 minutos por Alonso numa boa jogada dos alvi-negros. O jogo arrastou-se ate ao intervalo sem que o Braga esboçasse qualquer reacção e a vantagem era totalmente merecida ao intervalo.
Na Choupana assistiu-se ao jogo entre 1º e 2º classificado da Liga Portuguesa e como se esperava não foi um grande espectáculo em termos de futebol jogado mas sim uma grande batalha táctica muito emotiva. Ambas as equipas entraram muito cautelosas no jogo e viu-se desde logo que o jogo de aberto não teria nada ou não estivessemos perante dois treinadores extremamente tácticos, mestres no xadrez do futebol.

Na segunda parte tudo se inverteu. O Nacional decidiu-se pelo contra-golpe enquanto o Braga teve que arriscar já que estava em desvantagem. Naturalmente que os bracarenses não são uma equipa qualquer e conseguiram remeter os nacionalistas para a sua defensiva. A saída do André Pinto foi para mim, o unico erro de Manuel Machado, já que sem a unidade que fixava os defensores do Braga lá atrás, o Nacional viu-se empurrado para a sua grande área e os lances de perigo começaram a surgir junto à baliza de Diego Benaglio que no entanto foi suficiente (com a ajuda do poste tambem) para suster o ímpeto bracarense, contanto também para isso com a muralha intransponível da defensiva madeirense.
Manuel Machado reconheceu o erro que o fez perder o meio campo e lá meteu o Chilikov na frente o que aliviou um pouco o sufoco do Braga que começava a atacar mais com o coração do que com a cabeça e fez com que o Nacional voltasse a subir no terreno e se aproximar da baliza dos arsenalistas.
O jogo chegou ao fim para gáudio dos milhares de nacionalistas eufóricos pela obtenção de mais 3 pontos (o + mais importante) e a subida ao 1º lugar (algo secundário). Estamos cada vez mais próximos da meta dos 36 pontos. Naturalmente que muitos dirão que o empate era mais justo e talvez tenham razão, mas não vale a pena entrarmos na história dos "ses". Se o Braga tivesse empatado, especialmente na bola ao poste (a situaçao mais clara de golo que tiveram), o Nacional se calhar jogaria diferente do que jogou toda a segunda parte. Não sabemos. O que interessa são as bolas que entram. E nesse aspecto vencemos o que torna a vitória justa. Também ja dominámos jogos que não conseguimos ganhar...isso é futebol.
Referência final para Chainho, para mim o melhor em campo. É um grande jogador com uma expêriencia fenomenal que sabe exactamente o que fazer em campo para cada situação de jogo...ainda bem que o maritimo o dispensou...lolol
Versão bracarense
O adeus provisório ao 1º lugar
O SCBraga foi derrotado na Madeira pelo Nacional, por 1-0. Um resultado algo injusto por aquilo que a nossa equipa desenvolveu na Choupana, sendo se calhar o empate o resultado mais justo para o que as duas equipas fizeram.
Jesualdo Ferreira colocou Cândido Costa a titular, tendo sido essa a alteração de maior destaque na nossa equipa.
A primeira parte foi pautada pelo equilíbrio, com ambas as equipas a não arriscarem muito. No entanto, não deixou de haver bom futebol, digno de uma discussão pela liderança da Liga.
O Nacional foi a equipa com mais sorte, e que mais fez por marcar neste periodo, e acabou por fazer o resultado final, através de uma jogada individual aos 28 minutos.
Depois do golo, o SCBraga respondeu e passou a dominar os acontecimentos, ao passo que o Nacional defendia o resultado. À passagem do minuto 40, Cândido Costa cai dentro da área dos madeirenses, mas o árbitro nada assinalou. Um erro, pois o número 30 bracarense é claramente derrubado por dois defesas do Nacional.
Ao intervalo a vantagem do Nacional fez com que Jesualdo Ferreira alterasse algo na equipa, o que veio a acontecer. Sacrificou Cândido Costa e Abel (que até não estavam a jogar mal), fazendo entrar Maxi Bevacqua e Davide, com o intuito de dar maior mobilidade e rapidez ao ataque bracarense.
Logo nos primeiros instantes do segundo tempo, Davide (recém-entrado na partida), atira à trave da baliza, após um bom cruzamento de Maxi. Foi o primeiro grande sinal de perigo. O SCBraga dominava a partida por completo e aos 73 minutos, o Treinador arriscou mesmo tudo, tirando Paulo Jorge para a entrada de Jaime Jr.. A nossa equipa fez um autêntico cerco à baliza do Nacional, mas a sorte não estava mesmo com os nossos jogadores.
No final do jogo, o resultado era algo injusto para a nossa equipa, principalmente pelo futebol que desenvolveram no segundo tempo… merecíamos mais…
Agora continuamos lá em cima, baixamos um posto na classificação, mas o apoio dos bracarenses a esta grande equipa vai continuar. Por isso, no próximo Domingo, vamos continuar a pintar o Estádio Municipal de vermelho!

Referência final para Chainho, para mim o melhor em campo. É um grande jogador com uma expêriencia fenomenal que sabe exactamente o que fazer em campo para cada situação de jogo...ainda bem que o maritimo o dispensou...lolol
Versão bracarense
O adeus provisório ao 1º lugar
O SCBraga foi derrotado na Madeira pelo Nacional, por 1-0. Um resultado algo injusto por aquilo que a nossa equipa desenvolveu na Choupana, sendo se calhar o empate o resultado mais justo para o que as duas equipas fizeram.
Jesualdo Ferreira colocou Cândido Costa a titular, tendo sido essa a alteração de maior destaque na nossa equipa.
A primeira parte foi pautada pelo equilíbrio, com ambas as equipas a não arriscarem muito. No entanto, não deixou de haver bom futebol, digno de uma discussão pela liderança da Liga.
O Nacional foi a equipa com mais sorte, e que mais fez por marcar neste periodo, e acabou por fazer o resultado final, através de uma jogada individual aos 28 minutos.
Depois do golo, o SCBraga respondeu e passou a dominar os acontecimentos, ao passo que o Nacional defendia o resultado. À passagem do minuto 40, Cândido Costa cai dentro da área dos madeirenses, mas o árbitro nada assinalou. Um erro, pois o número 30 bracarense é claramente derrubado por dois defesas do Nacional.

Logo nos primeiros instantes do segundo tempo, Davide (recém-entrado na partida), atira à trave da baliza, após um bom cruzamento de Maxi. Foi o primeiro grande sinal de perigo. O SCBraga dominava a partida por completo e aos 73 minutos, o Treinador arriscou mesmo tudo, tirando Paulo Jorge para a entrada de Jaime Jr.. A nossa equipa fez um autêntico cerco à baliza do Nacional, mas a sorte não estava mesmo com os nossos jogadores.
No final do jogo, o resultado era algo injusto para a nossa equipa, principalmente pelo futebol que desenvolveram no segundo tempo… merecíamos mais…
Agora continuamos lá em cima, baixamos um posto na classificação, mas o apoio dos bracarenses a esta grande equipa vai continuar. Por isso, no próximo Domingo, vamos continuar a pintar o Estádio Municipal de vermelho!
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