
Como adepto da União de Leiria desde muito novo, nunca vi com bons olhos os negócios encabeçados por João Bartolomeu. Desta vez fala-se da ida de João Paulo para o FC Porto. Quanto a números, ninguém adianta. Será mais um daqueles negócios baseados em promessas?
O caso de Maciel é uma lição empírica que parece não ser suficiente para elucidar a direcção leiriense. Quando este foi para o Porto não se ficaram a conhecer os trâmites da transferência, falando-se apenas em jogadores emprestados ao clube do lis. Dinheiro, esse precioso bem que garante a estabilidade dos futebolistas e do próprio emblema, nem vê-lo.
Seguiu-se Helton, e a situação voltou a repetir-se, mas desta vez
com uma curiosidade: seria Maciel, que não convencera, a alavanca para a ida do guardião para o Porto. O guarda-redes brasileiro era a estrela da companhia, e a sua partida deveria ter significado um volumoso encaixe financeiro para o clube.

Seguiu-se Helton, e a situação voltou a repetir-se, mas desta vez


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