

Aí está! O Barcelona venceu o Arsenal por 2-1 e sucede ao Liverpool no trono do futebol do Velho Continente.
Num jogo muitíssimo disputado, o Arsenal viu-se muito condicionado com a expulsão de Jens Lehmann aos 19 minutos e a partir daí foi completamente "sufocado" por um Barcelona endiabrado, pressionante e sempre a cheirar o golo. O lance da expulsão do alemão é muito discutível e até o árbitro da partida, o norueguês Terje Hauge, admite que deveria ter dado a "lei da vantagem" permitindo que Giuly apontasse o golo.

No reatamento da 2ºparte, Rikjaard fez entrar Iniesta para o lugar de Edmilson de forma a dar mais velocidade, pragmatismo e eficácia no último passe a um ataque que por vezes se mostrava algo confuso.
Aos 61 minutos, Rikjaard lança aquele que seria o "ás de trunfo" desta final. Henrik Larsson recebe um passe de Iniesta, ajeita ligeiramente para Eto´o e o inevitável camaronês fazia o empate a 12 minutos do final da partida. Os adeptos do Barcelona respiravam de alívio, depois de Ljungberg ter obrigado Victor Valdés à defesa da noite minutos antes. Os últimos 10 minutos da partida seguiram religiosamente tudo o que tinha acontecido até ali. Ou seja, o Barcelona instalado no meio-campo dos "gunners" e Henry completamente sozinho para fugazes tentativas de contra-ataque facilmente anuladas por Puyol e Marquez.

Até ao final o Barcelona limitou-se a gerir a vantagem quando até o Arsenal já acusava o muito cansaço causado pela partida intensa no Stade de France.
Numa análise geral à partida, a vitória do Barcelona acaba por ser justa pois beneficiando da vantagem numérica, foi a equipa que mais procurou o golo e foi sem dúvida a equipa mais dominadora em grande parte do tempo, apesar de que as melhores oportunidades golo até tenham pertencido ao Arsenal, mas sempre em toada de contra-ataque para aproveitar a velocidade de Henry.


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