

Estádio: Celtic Park
Espectadores: 60.000
Árbitro: Martin Hansson (Suécia)
Celtic: Boruc, Caldwell, Kennedy, McManus e Naylor, McGeady, Hartley, Jarosik e Scott Brown, Vennegoor of Hesselink e McDonald.
Treinador: Gordon Strachan. Jogaram ainda: Killen, Donati e Sno.
SL Benfica: Quim, Luis Filipe, Luisão, Edcarlos e Léo, Binya e Katsouranis, Maxi Pereira, Rui Costa e Cristian Rodriguez, Cardozo.
Treinador: José António Camacho. Jogaram ainda: Dí María, Nuno Gomes e Bergessio.
O Benfica voltou a marcar passo na Champions e agora ocupa a última posição do grupo, pondo em risco o apuramento para a fase seguinte da prova e mesmo para a Taça UEFA.
Não se pode dizer que o Benfica ontém não jogou futebol. Sería mentira. O Benfica jogou futebol, a espaços bom futebol, chegando mesmo a assustar os adeptos do Celtic, que não esperavam outra coisa que não a vitória, para acalentarem o sonho da passagem aos oitavos de final da prova pela segunda vez consecutiva. Camacho disse que este jogo era para homens e o presidente relembrou que estava tudo nas mãos dos jogadores. E de facto tinha razão. Os jogadores do Benfica demonstram um elevado índice de criação de jogadas de golo, e até de remates à baliza, mas não é isso que ganha os jogos. Com a mesma facilidade com que criam oportunidades também as falham. Camacho voltou a deixar Cardozo sozinho na frente de ataque, dando mais consistência ao meio campo, zona forte do adversário de ontém. Nakamura não jogou, o Celtic perdeu alguma fantasia, mas não velocidade, sempre pelas alas com McGeady e Scott Brown em destaque.


Em suma, um jogador de 9 milhões de euros, não pode falhaer tantos golos como Cardozo tem falhado, não só neste jogo, mas no geral dos jogos que já realizou pelo Benfica. Agora, aos encarnados resta esperar por um milagre para chegar aos oitavos de final e talvês um pouco de esperança e acerto, para chegar à UEFA.
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