
Estádio: Estádio da Luz
Espectadores: 34.713
Árbitro: Rui Silva
Benfica: Quim, Luís Filipe, Katsouranis, Edcarlos, Leo, Petit (Romeu Ribeiro, 77), Rui Costa, Maximiliano Pereira, Cristian Rodriguez (Nuno Assis, 84), Di Maria (Fábio Coentrão, 79) e Nuno Gomes.
Treinador: José António Camacho
Naval: Taborda (Rodrigo Café, 70), Mário Sérgio, Paulão, Gaúcho, China, Delfim, Godemeche (Hugo Santos, 61), João Ribeiro, Davide, Wandeir (Saulo, 46) e Elivelton.
Treinador: Francisco Chaló
Jogo calmo para o Benfica, em vesperas de deslocação a San Siro, para a Champions League. A vitória e a festa, apenas ficaram ensombradas após a lesão de Petit, que o impede de jogar na Terça Feira.
No futebol do Benfica já se nota claramente a mão de Camacho. Há mais garra, mais vontade dos jogadores de vencer e sobretudo, mais velocidade. Foi isso que determinou a vitória por números expressívos. Isso, e claro, Rui Costa. O Maestro aparenta ter metade da idade que tem, tal é a importancia no plantel em termos de visão de jogo e de capacidade de organização dos lances de ataque, nunca desistindo de uma bola. O seu golo foi um momento de magia, e apesar de estar practicamente livre de marcação, é notavel a forma como consegue virar-se e ter frieza para picar a bola por cima de Taborda.

Em suma, um jogo calmo, com quase todas as oportunidades de golo criadas, a serem concretizadas, e só mesmo a lesão de Petit para ofuscar a festa.
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