

Mais tarde, austríacos e gregos obtiveram o mesmo resultado. Os anfitriões, muito apoiados pelo seu público, podiam ter inaugurado o marcador logo no início da partida, num lance em que Apostolopoulos impede a bola de entrar na sua baliza. A resposta grega não podia ter sido melhor com Mitroglou, que já havia marcado contra Portugal, a inaugurar o marcador. Os jovens representantes da Áustria sabiam que mais um desaire significava o adeus à competição. Portanto, a equipa da casa subiu de produção na segunda parte e chegou ao golo através de uma grande penalidade convertida por Beichler. Ambas as equipas terminaram o jogo com dez jogadores, devido às expulsões de Arnoutovic e Ioannidis.

No grupo B, os sérvios golearam os russos por seis bolas a duas. Aos 24 minutos os sérvios já venciam por 2-0. Os russos conseguiram reduzir o resultado antes do intervalo, por intermédio Dyadun. Contudo, os sérvios entraram a todo o gás na segunda parte, com Tadic, primeiro aos 47 e depois aos 57, a colocar a Sérvia com uma vantagem de três golos. A Rússia voltou a reduzir e ainda esboçou uma pequena reacção, porém os sérvios mostraram-se mais fortes e Marinkovic marcou por duas vezes, fixando o resultado em 6-2.

Os alemães recuaram no segundo tempo e concederam alguns espaços aos franceses. No entanto, as hipóteses da equipa gaulesa pareciam escassas quando Plessis foi expulso, aos 63 minutos, por acumulação de amarelos. Curiosamente, os franceses, a jogar com dez, deram melhor conta de si e Baysse restabeleceu a igualdade no marcador, que respondeu da melhor forma a uma do capitão Martin. Recorde-se que no jogo anterior já a França tinha ficado reduzida a dez e virou um resultado que era desfavorável.

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